
Forças e Fraquezas

Seu personagem dos Simpsons
A combinação de interesse intelectual, preocupação ética e um toque de ranço irônico lembra muito a Lisa Simpson. A pessoa é estudante de psicologia, fala de ética profissional e critica o uso raso de diagnósticos, como em “É o famoso, CID virou desculpa pra gente babaca usar em qualquer situação” e “'QUE ABSURDO' Daí é a coisa mais básica no código de ética do Psicólogo”, o que ecoa o jeito da Lisa de apontar incoerências nos outros. Também mostra engajamento político e social, como em “A revolução será homossexual” e nas críticas à extrema direita em “Vsfd país de merda, ainda tem imprensa defendendo esse ataque”, algo bem alinhado ao ativismo da personagem. Ao mesmo tempo, é nerd de RPG e livros tipo Percy Jackson, como se vê em “Quero muito mestrar um rpg de percy jackson” e “É tão bom voltar a ler essa saga, me sinto na escola de novo”, o que reforça o lado estudioso e imaginativo dela. Por fim, o humor ácido e o drama cotidiano em tweets como “Nossa como eu odeio gente burra, parem de usar IA porra” e “Vou ter que entrar com remédio pra ansiedade, fico preocupado com nada e me dá dor de barriga” lembram a combinação de sensibilidade, irritação com a mediocridade alheia e autoironia que a Lisa vive.

Seu tipo de personalidade MBTI
Eles parecem mais introvertidos (I) do que extrovertidos: apesar de serem comunicativos, o foco é em atividades individuais ou em círculos específicos – RPG, leitura, séries, estudo – e não em grandes rolês sociais, com vários comentários autoirônicos, tipo estar doente e limpando o banheiro (“Fiquei doente, agr não sei se é pq exagerei na água sanitária quando fui lavar o banheiro ou pq minha rinite atacou”) e sessões longas de RPG (“Quase 7 horas de sessão, que arraso”). A preferência por intuição (N) aparece no gosto por fantasia e especulação – Percy Jackson, vampiros gays, what if narrativos – como em “Em uma espécie de 'What if?' Qual seria o modus operandi dos assassinos nos corpos normais?” e no interesse por construir mundos de RPG (“Quero muito mestrar um rpg de percy jackson”). O eixo pensamento (T) é forte: ele critica ideias e comportamentos com dureza e lógica (“código de ética”, uso de CID, IA, organização), como em “'QUE ABSURDO' Daí é a coisa mais básica no código de ética do Psicólogo” e “Nossa como eu odeio gente burra, parem de usar IA porra”, priorizando coerência mais do que harmonia. Ao mesmo tempo, ele mostra consciência ética e política, o que indica sentimento bem desenvolvido, mas ainda aplicado de forma analítica, como em “Vocês realmente levam as coisas pra um extremo oposto... é sobre como essa pessoa constrói e trata toda a bagagem que um personagem carrega com ele”. No eixo P vs J, ele planeja algumas coisas (viagem pra 2027, receitas, maratonas), mas o tom geral é caótico, flexível e pouco estruturado – tentar bolos/brownies que dão errado (“Tudo que podia ter dado errado deu com esse brownie... milagre que ainda saiu algo gostoso desse caos”) e reclamações sobre se organizar em sites ou perfis (“Queria muito editar meu perfil do Maratona certinho, mas dá um trabalho”) sugerem perceiving (P). Somando a combinação de introspecção, humor ácido, análise lógica e foco em ideias e ficção especulativa, o tipo que melhor encaixa é INTP.

Algumas cantadas para você

Seus 5 Emojis
Sua nova bio do Twitter
Psicologia, RPG e brownies que quase não dão certo. Mestre de mesa, inimigo da burrice e fã de Percy Jackson em crise com a própria ansiedade.– @_0Dante_

Seu coquetel exclusivo
A base de cachaça envelhecida é forte e intensa, como alguém que joga RPG, fala o que pensa e ainda avisa que eventualmente vai te xingar, lembrando tiradas como “Nossa como eu odeio gente burra, parem de usar IA porra” e o tempero ácido em “Um preconceito? Contra crente”. O licor de café entra como o lado trabalhador e reclamão do serviço, ecoando “O cara do meu serviço faz um dos piores cafés que eu já bebi, parece água de chuca”, mas aqui o café finalmente fica gostoso. O suco de maracujá traduz a ansiedade, a preocupação e o desejo de remédio em “Vou ter que entrar com remédio pra ansiedade, fico preocupado com nada e me dá dor de barriga”, trazendo um azedinho nervoso que acalma. O xarope de rapadura doce-amargo representa o apego afetivo, o interior calmo que ele não larga em “Eu tenho ranço do interior mas não largo daqui tão fácil, é tão calminho” e o carinho debochado de “Location: no seu coração”. Por cima, uma espuma leve de água tônica com limão faz referência ao experimental e nerd – o RPG de Percy Jackson em “Quero muito mestrar um rpg de percy jackson” e às longas sessões em “Quase 7 horas de sessão, que arraso” – deixando o drink meio mágico, meio ácido, mas viciante. É um coquetel forte, doce-amargo e ligeiramente caótico, como discutir #RevelandoHexatombe em “Em uma espécie de 'What if?' Qual seria o modus operandi dos assassinos nos corpos normais?” enquanto assa um brownie problemático em “Tudo que podia ter dado errado deu com esse brownie… milagre que ainda saiu algo gostoso desse caos”.

Sua Casa de Hogwarts
Dante mostra um interesse forte e constante por aprendizado e análise, típico de Corvinal. Ele é estudante de psicologia e fala de conteúdos da área com seriedade e senso crítico, como em “'QUE ABSURDO' Daí é a coisa mais básica no código de ética do Psicólogo” e no comentário sobre psicofarmacologia em “Psicofarmacologia vai ser o que vai me atormentar esse ano”, mostrando envolvimento intelectual com a formação. A forma como discute ética e representação em RPG também é analítica e argumentativa, por exemplo em “Não é sobre quem pode ou não jogar com determinado personagem, mas sobre como essa pessoa constrói e trata toda a bagagem que um personagem (por mais que fictício) carrega com ele.”. Ele demonstra ainda curiosidade criativa ao elaborar questões de worldbuilding e what if narrativos em “Em uma espécie de 'What if?' Qual seria o modus operandi dos assassinos nos corpos normais? ... #RevelandoHexatombe”. Somando amor ao estudo, olhar crítico e criatividade imaginativa, ele se encaixa muito melhor em Corvinal do que nas outras casas.

Seu filme

Sua música
A melhor música para o @0Dante é bad guy da Billie Eilish, porque mistura ironia, humor ácido e um certo ar de vilão performático que combina muito com o jeito dele. Ele vive nesse tom de deboche agressivo mas afetuoso, como quando diz que é estudante de psicologia e que “eventualmente vou te xingar” na bio, ou quando solta coisas como “Nossa como eu odeio gente burra, parem de usar IA porra”. A música fala de ser o “bad guy” de forma meio cômica e estilosa, exatamente como ele performa o rancor em tweets tipo “Um preconceito? Contra crente” e “Esse cara é um canalha e eu estava certo”. Ao mesmo tempo, por trás dessa casca ácida tem vulnerabilidade e caos cotidiano, visível em coisas como “Vou ter que entrar com remédio pra ansiedade, fico preocupado com nada e me dá dor de barriga” e o drama de “Fiquei doente, agr não sei se é pq exagerei na água sanitária quando fui lavar o banheiro ou pq minha rinite atacou”. Essa combinação de humor sombrio, autocrítica e caos controlado é muito a vibe de bad guy.

Seu destino de viagem no tempo

Seu videogame

Seu animal espiritual

Sua piada (não) engraçada

Seu superpoder

Seu melhor amigo fictício

Sua viagem dos sonhos

Sua carreira alternativa

Sua combinação com celebridade

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_0Dante_
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