
Forças e Fraquezas

Seu personagem dos Simpsons
A @_KiriMoon lembra muito a Lisa Simpson: sensível, inteligente, politizada e constantemente lidando com disforia, ansiedade e um sentimento de não-pertencimento, como quando diz que está muito disfórica e que não aguenta mais isso, ou que odeia a própria cabeça e pele. Assim como a Lisa, ela é extremamente empática e cuidadosa com os outros, como ao responder anonimamente com carinho em curioscat, por exemplo quando alguém oferece dividir as trevas com ela e ela responde que não quer que ninguém sofra por coisas dela. Ela demonstra forte consciência social e política, criticando transfobia de banco, sexualização de personagens femininas e se posicionando sobre questões de representatividade trans em mídia, o que é bem a cara da Lisa militante e crítica. Ao mesmo tempo, tem um lado nerd e apaixonado por cultura pop e jogos (Destiny, Fortnite, Mario Kart, Lego de Star Wars), o que combina com o lado geek e obcecado por interesses específicos que a Lisa costuma ter com livros, saxofone e causas. E por fim, ela é muito carinhosa com animais (gatos, sonhos com pardal) e com a natureza das pequenas coisas, algo que também ressoa com a sensibilidade da Lisa.

Seu tipo de personalidade MBTI
Os tweets da Kiri sugerem fortemente introversão (I): ela fala várias vezes sobre dificuldade social e pouco interesse em interação ampla, como em “Tenho mta dificuldade em falar com pessoas, talvez seja melhor não amigar msm, desculpa.”, sobre querer ir embora ao chegar para ver a família em “Acabei de chegar pra ver a família e já quero ir embora”, e sobre se sentir drenada a ponto de não sair da cama em “Acordei com meu dia todo planejado... Agora eu tô sem força pra sair da cama e desisti de tudo já”, o que sugere alguém que recarrega mais sozinha e é bem introspectiva. Ela parece mais intuitiva (N) do que sensorial, divagando em cenários hipotéticos e reflexões, como em “Ressucitaria todos os seus bichos de estimação mortos em troca de 30 anos da sua vida ? — Não, e nem é por perder vida. A morte faz parte, quem sofre msm é quem fica...”, e na sensibilidade com simbolismos e temas emocionais, por exemplo em “'espero que o céu seja um mundo agradável tal como você imaginou' Tá caindo a ficha agora...”, indo além do concreto. O eixo F (Feeling) é muito claro: ela decide e reage a partir de valores e empatia, defendendo limites éticos e emocionais em “Repito: não é pq é a Belle belinha que body shaming passa a ser legal ou aceitável” e se preocupando em não fazer o outro sofrer em “Passe suas trevas para mim, não quero que você sofra — Hoje eu tô precisando:c mas deixa comigo, não quero que alguém sofra por essas coisas minhas.”. Quanto a P (Perceiving), ela demonstra vida caótica, pouca estrutura rígida e dificuldade de seguir planos, como em “Acordei com meu dia todo planejado... Agora eu tô sem força pra sair da cama e desisti de tudo já”, além de falar de impulso e ciclagem de humor/autoimagem em “Eu vivo nesse ciclo infinito, mas não só com maquiagem” e de dificuldades práticas como hormônio acabando, cartão estourado e casa no escuro em “50% da casa tá no escuro por problema elétrico... Eu tô desesperada e surtando, não sei o que fazer” sem uma estrutura muito organizada para lidar com isso. Somando a intensa vida interna, idealismo, sensibilidade a injustiças (transfobia, sexualização, body shaming) e a forma como ela fala de sentimentos, disforia e gatos, o tipo que melhor encaixa é INFP.

Algumas cantadas para você

Seus 5 Emojis
Sua nova bio do Twitter
Baixista, gamer e dona de 2 gatos sindicalizados. Vivo entre disforia, Destiny e salmão. Tentando pagar o hormônio e não odiar minha pele.– @_KiriMoon

Seu coquetel exclusivo
Esse drink é doce mas bate fundo, igual o contraste entre a Kiri fofa e cuidadosa e os surtos de disforia que aparecem em tweets como “Tô bem disfórica ultimamente, tá difícil ficar bem”. A base de vodca de baunilha representa a parte sensível e carinhosa dela, como em “Passe suas trevas para mim, não quero que você sofra — Hoje eu tô precisando:c mas deixa comigo, não quero que alguém sofra por essas coisas minhas”. O licor de amêndoas entra pelo lado dramático, introspectivo e meio emo gamer que chora ouvindo Lady Gaga, como em “Ok, eu sei que virei uma chorona com a th, mas não imaginei que ia chorar ouvindo lady gaga”. O maracujá dá o caos ansioso de quem posta “Acordei com meu dia todo planejado, animada pra cada passo. Agora eu tô sem força pra sair da cama e desisti de tudo já”, enquanto a framboesa traz o toque rosa-trans-fofinha de uma baixista travesti gamer que ama os gatos e o namorado, como em “Ainda namora kiri? — Namoro sim, amo muito ele e tô com sdds” e “Tem um gato dormindo na minha perna e outro no meu peito, ia jogar Mario kart mas tô presa na cama agora”. A espuma cítrica final é a acidez irônica dela contra transfobia, sexualização e cis em geral, tipo em “Tirando meu namorado e mais umas 5 pessoas, não quero contato com cis nunca mais na minha vida” e no exposed do banco em “Depois do terceiro cartão com o nome errado, o banco Inter mandou com o nome certo, mas eles não podiam perder a chance de serem transfóbicos”. É um coquetel experimental, sensível, meio dramático, mas que te abraça no final — igual o sonho fofinho do pardal com escadinha de palito em “Tirei um cochilo e sonhei que um pardal começou a me visitar...”, só que alcoólico.

Sua Casa de Hogwarts
O traço mais constante da Kiri é a gentileza e lealdade com as pessoas ao redor, mesmo quando ela mesma está mal. Quando um anon manda apoio, ela responde com cuidado e reciprocidade em “Passe suas trevas para mim, não quero que você sofra — Hoje eu tô precisando:c mas deixa comigo, não quero que alguém sofra por essas coisas minhas. E obrigada anon, vc tá no meu core ❤️🩹”, demonstrando empatia e proteção emocional típicas de Hufflepuff. Ela também mostra senso de justiça e solidariedade com outras pessoas trans em situações práticas, como ao se dispor a ajudar na burocracia bancária em “Você pessoinha trans que quer uma conta no banco com seu nome, vem cá que vou te ajudar a fazer, e não, não precisa de docs retificados. Segue o fio 🧵” e ao denunciar a transfobia do banco em “Depois do terceiro cartão com o nome errado, o banco Inter mandou com o nome certo, mas eles não podiam perder a chance de serem transfóbicos, então mandaram o envelope do cartão no nome morto pq sim”. A forma como ela fala do namorado é carinhosa e fiel, como em “voce é casadah? — Não, mas namoro” e “Ainda namora kiri? — Namoro sim, amo muito ele e tô com sdds”, reforçando um padrão de compromisso e afeição. Mesmo sobre animais e morte, ela mostra uma ética de cuidado em “Ressucitaria todos os seus bichos de estimação mortos em troca de 30 anos da sua vida ? — Não, e nem é por perder vida. A morte faz parte, quem sofre msm é quem fica, acho egoísta ressuscitar alguém por saudade minha”, o que combina mais com a sensibilidade e senso de justiça emocional de uma Hufflepuff do que com uma visão ambiciosa de Slytherin. Apesar de ter momentos de revolta e autodefesa (especialmente contra transfobia e sexualização), o eixo central dela é cuidado, solidariedade e vontade de "amigar" com os outros, como se vê em “Queria amigar com você — Ora bolas, vamos amigar”, o que encaixa melhor em Hufflepuff.

Seu filme

Sua música
A música Born This Way combina bem com a forma como a Kiri fala da própria identidade trans, autoestima e disforia, tentando se afirmar e se cuidar mesmo em momentos difíceis. Ela comenta como a transição a deixou mais emotiva ouvindo Lady Gaga ("Ok, eu sei que virei uma chorona com a th, mas não imaginei que ia chorar ouvindo lady gaga"), o que já cria uma ligação emocional direta com a artista e com temas de autoaceitação. Ao falar de disforia e sofrimento ("Tô bem disfórica ultimamente, tá difícil ficar bem"; "Surtei foda hoje, não aguento mais ter disforia"), ela mostra claramente a luta diária por se amar e existir no próprio corpo, algo central na letra da música. Ao mesmo tempo, ela demonstra orgulho, cuidado com outras pessoas trans e vontade de ajudar a comunidade ("Você pessoinha trans que quer uma conta no banco com seu nome, vem cá que vou te ajudar a fazer"), refletindo o espírito de empoderamento e apoio coletivo de Born This Way. Mesmo em meio a crises financeiras e emocionais ("50% da casa tá no escuro por problema elétrico e não tenho dinheiro pra arrumar [...] Eu tô desesperada e surtando, não sei o que fazer"), ela segue existindo, amando, jogando, fazendo piada e buscando acolhimento – exatamente a força de "I'm beautiful in my way" que a música celebra.

Seu destino de viagem no tempo

Seu videogame

Seu animal espiritual

Sua piada (não) engraçada

Seu superpoder

Seu melhor amigo fictício

Sua viagem dos sonhos

Sua carreira alternativa

Sua combinação com celebridade

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_KiriMoon
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