
Forças e Fraquezas

Seu personagem dos Simpsons
O perfil lembra muito a Lisa Simpson: intelectual, meio deslocado e obcecado por teoria e arte. Ele se assume como estudante de filosofia e vive citando autores e conceitos, como em “Umas crianças do bairro vieram colher assinaturas pruma ong local, aí eu e os reais começamos a ensinar Nietzsche e Spinoza pros moleques.” e “tirei 920 na redaçao do enem citando Deleuze!!!!!!!!!!!!”, o que combina com a postura nerd–militante da Lisa. O gosto por cinema de autor e obras densas, tipo “13 movies to get to know me Blade Runner Stalker Tenshi no Tamago...”, ecoa o lado culto e exigente dela. Ao mesmo tempo, ele mistura engajamento político com ironia ácida e desesperança institucional, como em “Não existe esquerda dentro da política Institucional...”, algo que poderia ser a versão mais cínica da Lisa num contexto mais velho. Até a paixão intensa por cultura pop “cabeçuda”, como NieR e anime, lembram o jeito dela de se apegar a arte e ficção como formas de pensar o mundo.

Seu tipo de personalidade MBTI
Eles demonstram fortemente traços de introversão: falam de solidão e necessidade de isolamento, como em “Mais uma noite no infame buraco negro, partiu dormir na rua hoje.” e “Não tenho paz nessa merda nem de madrugada, eu preciso ficar sozinho.”, além de preferirem atividades intelectuais solitárias (filosofia, cinema, jogos, jazz, metal) a socializar. A preferência por Intuição (N) aparece na constante discussão de teoria, conceitos abstratos e metafísicos: Paracelso em “Paracelsus acreditava que em vez de 4, a natureza era regida por 3 elementos: Sal, mercúrio e enxofre.”, críticas estruturais à política em “Não existe esquerda dentro da política Institucional…” e referências a Nietzsche, Spinoza, Deleuze e Chomsky. O uso predominante de argumentos lógicos e analíticos indica Thinking (T), por exemplo quando critica um take em filosofia em “Que take merda, o sujeito rebaixa a filosofia…” ou quando avalia narrativas de jogos em “narrativa impacta o gameplay e contribui pra imersão…”, priorizando coerência e estrutura em vez de agradar. Já a preferência por Perceiving (P) se vê na espontaneidade, humor caótico e vida pouco estruturada: piadas violentas/políticas como “Perdi a chance de cometer um atentado contra o Macron aqui em Belém.”, referências a vadiagem em “Viva a vadiagem” e postura de exploração aberta em arte, cinema e jogos. A combinação de intelectualismo abstrato, humor ácido, gosto por debates teóricos e espontaneidade sugere melhor o perfil INTP do que um tipo mais organizado e planejador como INTJ.

Algumas cantadas para você

Seus 5 Emojis
Sua nova bio do Twitter
Filosofo em formação, fã de Tarkovski, Dragon Ball e jazz. Já tirei 920 no Enem citando Deleuze e ainda acho que NieR é religião.– @Aboubakar_444

Seu coquetel exclusivo
Esse coquetel é forte, irônico e um pouco niilista, feito pra alguém que tuita "Matou a família e foi comprar pão." e ainda lista Matou a família e foi ao cinema entre os filmes que o definem em "13 movies to get to know me". A cachaça envelhecida representa o Brasil cru, feio e violento que ele reivindica quando diz que "O cinema brasileiro precisa de mais feiúra, mais violência e mais nuance.". O licor de café é a vigília intelectual do estudante de filosofia viciado em autores como Nietzsche e Spinoza, ecoando a vibe de "Umas crianças do bairro... e os reais começamos a ensinar Nietzsche e Spinoza pros moleques.". O xarope de uva faz referência direta à sua lista pessoal em "9 coisas sobre Aboubakar: ... fruta: uva", dando um toque doce e nostálgico no meio do caos. O bitter de cacau traz a amargura elegante de quem solta takes como "Não existe esquerda dentro da política Institucional...", enquanto o twist de limão queimado simboliza o humor ácido e destrutivo de frases como "Torcendo para o Kim Jong Un invadir a Coréia do sul e fuzilar todos os seus ídolos.", fechando o drink com um aroma intenso, contraditório e inesquecível.

Sua Casa de Hogwarts
Ele se descreve como "Estudande de filosofia" e aspirante a escritor, e isso aparece o tempo todo no perfil: mostra interesse genuíno por Nietzsche e Spinoza em “Umas crianças do bairro vieram colher assinaturas pruma ong local, aí eu e os reais começamos a ensinar Nietzsche e Spinoza pros moleques.” e comenta sobre Paracelso em “Diferente da concepção comumente aceita, Paracelsus acreditava que em vez de 4, a natureza era regida por 3 elementos: Sal, mercúrio e enxofre.”. Ele reflete analiticamente sobre teoria e desigualdade em “Que take merda, o sujeito rebaixa a filosofia e desprezo teorias inteiras por conta da desigualdade social...”, o que demonstra apego à complexidade conceitual e ao valor do pensamento abstrato. Há também uma forte veia cinéfila e crítica, elogiando Sganzerla pela coragem estética e experimentalismo em “Sou team Sganzerla pq ele era corajoso e usou o cinema como uma espécie de revolta, além de saber muito bem manejar o choque que os filmes dele causavam, isso sem abandonar o experimentalismo...” e pedindo “mais nuance” no cinema brasileiro em “O cinema brasileiro precisa de mais feiúra, mais violência e mais nuance.”. O cuidado em articular narrativa e gameplay em jogos, como em “Narrativa impacta o gameplay e contribui pra imersão...”, mostra pensamento estruturado e interesse em como formas diferentes de mídia se articulam conceitualmente. Apesar do tom ácido e às vezes agressivo, o traço dominante não é ambição pragmática (Slytherin) nem apenas bravata (Gryffindor), mas um amor consistente por teoria, análise, arte e conhecimento – características centrais de Ravenclaw.

Seu filme

Sua música
A melhor música para representar o @Aboubakar_444 é Paranoid Android, pela mistura de angústia existencial, ironia e caos organizado. Ele se descreve como estudante de filosofia, otaku e aspirante a escritor, alguém que vive entre introspecção e excesso de estímulos, o que aparece em tweets como “Mais uma noite no infame buraco negro, partiu dormir na rua hoje.” e “Não tenho paz nessa merda nem de madrugada, eu preciso ficar sozinho.”. A música combina melancolia e agressividade, algo próximo do tom dele quando fala tanto de política quanto de cultura pop, por exemplo em “O cinema brasileiro precisa de mais feiúra, mais violência e mais nuance.” e “Narrativa impacta o gameplay e contribui pra imersão, se tu ignora a história do jogo que tu tá jogando a tua experiência é pobre…”. A dimensão quase esquizofrênica e fragmentada da música também dialoga com o humor dele, que vai de referências filosóficas como “Faça que nem Fausto, rejeite o gozo e abrace suas aspirações tresloucadas.” a piadas violentas e absurdas como “Matou a família e foi comprar pão.”. Por fim, o clima de colapso existencial atravessado por ironia encaixa muito bem com alguém que tira 920 na redação citando Deleuze (“tirei 920 na redaçao do enem citando Deleuze!!!!!!!!!!!!”) e ao mesmo tempo tuita coisas como “Torcendo para o Kim Jong Un invadir a Coréia do sul e fuzilar todos os seus ídolos.”, oscilando entre crítica séria e deboche radical.

Seu destino de viagem no tempo

Seu videogame

Seu animal espiritual

Sua piada (não) engraçada

Seu superpoder

Seu melhor amigo fictício

Sua viagem dos sonhos

Sua carreira alternativa

Sua combinação com celebridade

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Aboubakar_444
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