
Forças e Fraquezas

Seu personagem dos Simpsons
AO lembra muito a Lisa Simpson: é uma pessoa reflexiva, politizada e cheia de dilemas éticos e existenciais. Ele problematiza questões de raça e identidade, como em “Why are some Black Americans saying that Black Latinos are not Black people?”, e fala de gênero e sexualidade com olhar crítico em “It's a headache having to debate with someone who sees gender and sexuality labels as expression...”. Como a Lisa, ele vive em conflito com as condições materiais e a injustiça social, desabafando em “Deus eu odeio odeio odeio ser pobre...” e ligando isso ao acesso à arte e cultura. Também há o lado acadêmico/intelectual, quando comenta aulas de Ética, filosofia e quer escrever artigo em “I'm going to write an article and I'm going to use Hanks and Dorian to prove how De's characters fall into Cartesian duality.”. Ao mesmo tempo, mantém um afeto nerd/artístico muito forte pelos próprios OCs e fandoms, como se vê na obsessão com The Hanks em “#TheHanks” e no cuidado com as loras, algo bem Lisa se ela fosse artista de fandom na internet.

Seu tipo de personalidade MBTI
AO parece claramente mais voltado para o mundo interno do que para socializar, falando muito de escrever fanfic, desenvolver lore e pensar em headcanons, como em “I'm going to write an article and I'm going to use Hanks and Dorian to prove how De's characters fall into Cartesian duality.”, o que sugere introversão (I) focada em projetos e ideias. O foco constante em conceitos abstratos, filosofia e construção de mundos — por exemplo, “Thinking about my fictional world, the existence of God/the concept of God is a huge taboo that everyone should fear in this world” e debates sobre gênero e sexualidade como sistemas sociais em “It's a headache having to debate with someone who sees gender and sexuality labels as expression, while being a person who see it as a method of social organization with cultural base and a way to facilitate medical support” — aponta fortemente para intuição (N). Ele argumenta de forma analítica, às vezes dura, priorizando estrutura lógica e crítica (“médica”, “social”, “conceito”) mais do que harmonia, como em “Last semester I had a problem in Ethics class because the class was asked to choose whether to save 3 lobsters or a cat... I was the only one who dared to save the lobsters”, o que é típico de pensamento (T). A relação dele com tarefas e projetos mostra mais caos criativo do que planejamento rígido — reclama da dificuldade de corrigir provas e da carga de trabalho em “It is highly unlikely that a teacher will be able to administer a 50 minute exam to a class of 37 students... teaching 16 Classes per week” e admite estar escrevendo um capítulo enorme sem ter chegado ao objetivo em “O capítulo 3 da lore vai ser algo longo, pq já estou na 3 página do word e não cheguei no meu objetivo do capítulo ainda”, o que combina com percepção (P). Além disso, o modo como vai encadeando AUs, headcanons e teorias dos Hanks de forma meio experimental, como em “Fic ideia and game Theory #thehanks”, reforça a imagem de alguém exploratório, teórico e pouco preso a planos fechados, um perfil bem característico de INTP.

Algumas cantadas para você

Seus 5 Emojis
Sua nova bio do Twitter
Professor, artista e fã dos Hanks. Sobrevive de café, ônibus lotado e capítulos longos demais. Portfólio no link.– @ac_ao_ts

Seu coquetel exclusivo
O Hank on the Rocks #thehanks é um drink forte e meio dramático, feito pra alguém que declara coisas como “Deus eu odeio odeio odeio ser pobre...” enquanto ainda consegue rir da própria desgraça. A cachaça envelhecida representa o brasileiro cansado mas resistente, que reutiliza até “as folhas de chá” e segue produzindo arte e lore dos Hanks sem parar. O licor de café entra pelo professor exausto, pensando em prova de 50 minutos pra 37 alunos e noites em claro tipo “I was trying to sleep, but I'm not able to”. O hibisco com pimenta é o toque de carnaval, raiva política e tesão criativo, a mesma energia de “THE HANKS IN CARNIVAL OUTFITS AHHHHHHH” e dos AUs insanos tipo “Hanks frankenstein au”. A espuma de chá verde é a camada reflexiva e filosófica, o cara que vê ética em “salvar 3 lagostas ou 1 gato” e escreve artigo sobre “como os personagens caem na dualidade cartesiana”. As raspas de limão por cima são o humor ácido, que vai de “eu no trabalho” a imaginar Hank 3 lidando com gente que enfia coisas onde não deve “up their ass”, mas sempre com um toque de carinho por seus OCs e alunos.

Sua Casa de Hogwarts
AO demonstra um interesse constante por filosofia, ética e teoria, algo muito típico de Ravenclaw. Ele comenta sobre usar personagens para discutir dualismo cartesiano em um artigo, mostrando pensamento analítico e acadêmico: "I'm going to write an article and I'm going to use Hanks and Dorian to prove how De's characters fall into Cartesian duality.". Também reflete de forma crítica sobre moralidade em dilemas éticos, como quando defende salvar as lagostas em vez do gato em aula de Ética: "I was the only one who dared to save the lobsters, Most chose the cat because 'Cats are intelligent and feel pain; so he deserve to live'", o que mostra raciocínio próprio e não conformista. Ele analisa gênero e sexualidade como categorias sociais e médicas, e se frustra com abordagens superficiais: "seeing gender and sexuality labels as expression, while being a person who see it as a method of social organization with cultural base and a way to facilitate medical support", revelando amor por conceitos complexos. Além disso, sua criatividade é enorme na construção de AUs e lore dos Hanks — como Dungeon Meshi AU e múltiplos cenários alternativos: "A LOOOOOOOOOOOOOOOOOT Young au human au lookalike au medieval au survivor au" e "Dungeon meshi x the Hanks". Essa combinação de curiosidade intelectual, pensamento teórico e criatividade imaginativa é exatamente o núcleo de Ravenclaw.

Seu filme

Sua música
Uma música que combina muito com o AO é Born This Way, da Lady Gaga, pela forma aberta, politizada e ao mesmo tempo bem-humorada com que ele fala de gênero, sexualidade e corpo. Ele comenta como é cansativo debater com gente que trata gênero só como expressão, enquanto ele vê isso como organização social e suporte médico em tweets como “It's a headache having to debate with someone who sees gender and sexuality labels as expression, while being a person who see it as a method of social organization with cultural base and a way to facilitate medical support”. Também fala sobre transição e sobre ser homem trans em vários momentos, como em “Not related, but What is a trans man doing in a place that was created for girls in suffering ? What is his soul doing there? Even after death, he was not considered a man, bc his soul is imprisoned in a place made especially for womens souls.” e nas headcanons de Hank 3 trans em “My hc on Hank 3 being transgender who grew up in a religious family are something I need to talk/draw more”. A música fala de orgulho em existir do jeito que se é, algo que dialoga com o jeito que ele encara doença, pobreza e corpo com ironia, mas também resistência, como em “God, I have so many diseases in my body, how the hell am I alive?” e “Deus eu odeio odeio odeio ser pobre [...] odeio não ter acesso a coisas que quero como arte por ser pobre e brasileiro odeio”. Apesar do tom crítico, ele continua criando arte, OCs e lore dos Hanks, o que combina com o espírito de se afirmar e existir sem pedir desculpas que a música traz.

Seu destino de viagem no tempo

Seu videogame

Seu animal espiritual

Sua piada (não) engraçada

Seu superpoder

Seu melhor amigo fictício

Sua viagem dos sonhos

Sua carreira alternativa

Sua combinação com celebridade

Você gostou do seu Horóscopo?
Seu horóscopo tem 18 dias! Gere um melhor a partir dos seus tweets mais recentes, desbloqueie mais insights e use uma IA profissional mais inteligente!
ac_ao_ts
verde: confiante, amarelo: palpite, vermelho: incerto
Seguidores inativos? Verifique os seus!
Seguidores falsos/bots? Verifique os seus!
patrocinado por Circleboom