
Forças e Fraquezas

Seu personagem dos Simpsons
Ela lembra muito a Lisa Simpson: intensamente emocional, autoconsciente e com uma veia artística/intelectual forte (no caso dela, escrita e fanfics). Ela transforma sofrimento em arte, como quando diz que vai escrever coisas tristes pra todo mundo sofrer junto: “ja que vou sofrer de qualquer jeito vou escrever coisas tristes pra geral sofrer comigo”, algo bem Lisa canalizando angústia em criação. Assim como a Lisa é apaixonada por livros e mundos imaginários, ela é obcecada por romances de época e Bridgerton: “um dia eu vou decorar toda a minha casa regada de referências vitorianas” e “Eu preciso ler logo a continuação de bridgerton 💔”. A postura hiper-reflexiva sobre amor e apego (“se for me abrir me leia com atenção ou nem me leia” e “É apego desorganizado”) também lembra muito a forma como a Lisa analisa as próprias relações e vulnerabilidades. Além disso, ela tem um humor meio dramático e crítico, mas com carinho pelas pessoas e pelos bichos (“Como eu posso ter a capacidade de MORRER de amores por toda criança que cruza meu caminho”), o que combina muito com o coração grande e o sofrimento silencioso da Lisa.

Seu tipo de personalidade MBTI
Eles parecem mais introvertidos (I) do que extrovertidos: falam muito de mundo interno, escrita e sentimentos, com humor autodepreciativo e foco em conexões específicas, não em vida social ampla, como em “Alguém tem que sentar comigo e me explicar o pq de toda vez que me apaixono eu fico triste” e no desabafo de apego em “se for me abrir me leia com atenção ou nem me leia”. A postura é claramente intuitiva (N): vivem em fantasia, ships, cenários alternativos e ideias, querendo aus vitorianas ou pós-apocalípticas em “Eu queria criar aus de tempos diferentes, ou com algo meio vitoriano ou pós apocalíptico” e se apaixonando por romance de época e referências antigas em “um dia eu vou decorar toda a minha casa regada de referências vitorianas”. A preferência por Sentimento (F) é forte: a forma de raciocinar é emocional, poética e relacional, como em “eu já não tenho vocabulário o suficiente no céu da boca pra dedicar juras de amor pra quem quer apenas quer ter alguém na ponta da língua” e na identificação dramática com dor e amor em “Mal posso esperar pra morrer de amor de novo”. A vibe é mais perceptiva (P) que julgadora: muita improvisação, prazos estourados e escrita caótica, por exemplo em “SÃO FUCKIN 5H DA MANHA E EU AINDA NAO TERMINEI DE ESCREVER” e no sofrimento com o próprio processo em “Como fazer algo que eu gosto pode me deixar tao miseravel”. No conjunto, a combinação de mundo interno rico, romantização intensa, idealismo afetivo e bagunça criativa aponta bem para INFP.

Algumas cantadas para você

Seus 5 Emojis
Sua nova bio do Twitter
Escrevendo aus tristes, surtando por SKZ e Bridgerton. Já pedi conselho pro baralho e tomei bronca – sigo tentando não perder prazos nem a sanidade.– @adictaemcafe

Seu coquetel exclusivo
O Au Triste on the Rocks é um drink forte, feito de cachaça envelhecida, porque essa alma sofre, ama e se joga, tipo quem admite beber até pra esquecer o começo: “Beber pra esquecer o fim ja é ruim, mas beber pra esquecer o 'começo' é o cúmulo, nunca dá certo”. O licor de violeta entra pra representar o romantismo vitoriano e os romances de época que ela ama: “eu AMO coisas antigas, romance de época, e etc— um dia eu vou decorar toda a minha casa regada de referências vitorianas”. O xarope de guaraná reduzido traz a vibe doce-infantil de quem quer crocs enfeitados e Skzcode com biscoito e refrigerante: “Ai que vontade de comprar um crocs e enfeitar ele todinho [...] e sentar pra assistir skzcode com biscoito recheado e guaraná”. O limão siciliano garante a acidez dramática e um toque de colapso criativo de quem sofre escrevendo: “COMO FAZER ALGO QUE EU GOSTO PODE ME DEIXAR TAO MISERAVEL VSFD”. Por fim, o bitter de cacau é o amarguinho intenso da gay que ama triste, cansada dos ciclos, mas que ainda quer morrer de amor de novo: “eu quero amar de novo, mas não assim não quero esse ciclo de novo [...] se for me abrir me leia com atenção ou nem me leia” e “Mal posso esperar pra morrer de amor de novo”.

Sua Casa de Hogwarts
O traço mais forte dela é a intensidade afetiva, lealdade e o cuidado com as pessoas, o que aponta direto para Hufflepuff. Ela se descreve como extremamente apegada a crianças e se derrete fácil, mostrando um coração muito macio e empático: “Como eu posso ter a capacidade de MORRER de amores por toda criança que cruza meu caminho isso não existe”. Também valoriza muito as conexões emocionais profundas e estávelmente comprometidas, não relações rasas, o que é bem Hufflepuff: “eu já não tenho vocabulário o suficiente no céu da boca pra dedicar juras de amor pra quem quer apenas quer ter alguém na ponta da língua, se for me abrir me leia com atenção ou nem me leia”. Quando fala de amor, é sempre a partir de dedicação, entrega e sofrimento compartilhado, como em “ja que vou sofrer de qualquer jeito vou escrever coisas tristes pra geral sofrer comigo”, que mostra uma vontade de dividir experiências e acolher quem sente parecido. Apesar do humor ácido e das piadas putíferas, o que mais transparece é alguém que trabalha duro nas coisas que ama (como escrever fanfic, mesmo exausta) e quer cuidar e ser cuidada, o que encaixa muito melhor em Hufflepuff do que em Slytherin ou Gryffindor.

Seu filme

Sua música
A música I Bet on Losing Dogs da Mitski combina perfeitamente com o jeito intenso, autoirônico e meio autodestrutivo da @adictaemcafe. Ela mesma já se identificou diretamente com a música quando postou a letra inteira: “I bet on losing dogs I know they're losing and I pay for my place by the ring Where I'll be looking in their eyes when they're down I'll be there on their side I'm losing by their side”. Essa sensação de apostar em amores que machucam aparece em vários tweets, como quando diz: “Alguém tem que sentar comigo e me explicar o pq de toda vez que me apaixono eu fico triste” e “eu quero amar de novo, mas não assim [...] se for me abrir me leia com atenção ou nem me leia”. A forma como ela ri da própria desgraça amorosa (“VAI SE FODER A PORRA TODA treco complicado do caralho, ja que vou sofrer de qualquer jeito vou escrever coisas tristes pra geral sofrer comigo”) também dialoga com a vibe melancólica, mas apaixonada, da música. No fundo, ela vive na corda bamba entre o caos amoroso e o romantismo exagerado, exatamente como a narradora de I Bet on Losing Dogs.

Seu destino de viagem no tempo

Seu videogame

Seu animal espiritual

Sua piada (não) engraçada

Seu superpoder

Seu melhor amigo fictício

Sua viagem dos sonhos

Sua carreira alternativa

Sua combinação com celebridade

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