
Forças e Fraquezas

Seu personagem dos Simpsons
Diego se parece mais com a Lisa Simpson: intelectualizado, crítico e com forte preocupação social e política. Ele reflete sobre estrutura de poder e justiça, como quando fala da necessidade de centralismo democrático e da incapacidade do poder local, em tom analítico e comparando com o “caso mariele”. Demonstra inquietação com o sistema jurídico e a morosidade que favorece elites, como em “essa morosidade e 'complexidade' do direito brasileiro interessa às elites”, algo muito alinhado ao senso de injustiça da Lisa. Também tem uma visão estrutural do Brasil, chamando o país de “fazendão evangélico com pitadas de narcos e capital especulativo”, o que lembra as críticas sociais maduras da personagem. Ao mesmo tempo, mistura depressão política, cansaço e autoironia – como em “a palavra que me define é cansaço” e em seus comentários sobre estudar, mestrado e rotina – exatamente o tipo de intensidade existencial e intelectual que a Lisa costuma ter.

Seu tipo de personalidade MBTI
Eles parecem mais introvertidos (I) do que extrovertidos: falam de forma cansada e crítica do convívio social e das redes – por exemplo, quando dizem que querem se isolar numa cabana “eu acho que tiltei com a internet nao quero mais ter acesso a internet queria me isola numa cabana” e reclamam de ter que ir à Paulista, onde acabam caindo num comício do Bolsonaro “Resolvi passear na Paulista (coisa que nunca faço), cheguei lá e estava o bolsonaro discursando. Fui burro demais”. A preferência por Intuição (N) aparece na forma como conectam temas estruturais e históricos, como quando enxergam o fascismo em termos de ciclos de 100 anos “É MT curioso o fascism estar voltando em 2026 Basicamente 100 anos dps do auge fascista da década de 30” ou analisam o Rio como microcosmo do Brasil “O RJ é um microcosmo do que é o Brasil. Compreender o que está acontecendo é essencial.”. A dominância de Thinking (T) fica clara no tom analítico e lógico, muitas vezes duro, ao criticar instituições e política – como ao atribuir a morosidade jurídica a interesses de elite “acredito piamente que essa morosidade e 'complexidade' do direito brasileiro interessa às elites, na medida em que serve como uma justificativa aos altos gastos concentrados no topo das carreiras” ou ao chamar o cenário norte-americano de “nazismo puro e simples” “A real é que o que tá acontecendo nos eua é nazismo puro e simples”. Já a preferência por Julgment (J) aparece na valorização de estrutura, prazos e planejamento: falam em metas numéricas de processos “Minha meta é 60 processos até o fim do ano”, sofrem com procrastinação até horária específica de audiência “odeio quando tem audiencia aí fico a manha td procrastinando até a audiencia que é UMA E QUINZE” e se preocupam em organizar rotina de estudos “Eu tô patinando no tocante a estudos. Preciso seguir uma rotina diária direito.”. A combinação de análise política estrutural, foco em sistemas, tom crítico-racional e busca de organização diante do caos cotidiano se encaixa bem no perfil INTJ.

Algumas cantadas para você

Seus 5 Emojis

Sua nova bio do Twitter
Advogado trabalhista em SP, fã de heavy metal e de lei seca (a dos códigos). Já errei ‘boa tarde’ no telefone do gabinete e sigo recorrendo.– @advdiegof

Seu coquetel exclusivo
Uma base de cachaça envelhecida representa o advogado trabalhista brasileiro, cheio de prazos e causas no lombo, como quando ele comenta estar vivendo em função de prazos e que “agora 1 mes parece uma semana” “sinto q desde q eu virei adv o tempo passa mais rapido”. O vermut tinto amargo simboliza sua visão ácida sobre o país-fazendão evangélico e o capital especulativo “Brasil é, infelizmente, um fazendão evangélico com pitadas de narcos e capital especulativo”, além do pessimismo político “retornaremos à direita em 2026. não há esperança.”. O licor de café é o combustível da advocacia raiz de OAB e audiências marcadas no meio do dia, ecoando o cafezinho da Ordem “Cafezin da OAB tá delicinha” e o cansaço constante “a palavra que me define é cansaço”. O bitter de cacau puxa pro lado sombrio e metalheiro, homenageando Ozzy e o peso de Rammstein na academia “agora que o ozzy morreu entendi a sensação do papa morrer pra um catolico” e “Rammstein combina MT com academia”. Por fim, o twist de laranja dá o toque cítrico-irônico, lembrando o jeito debochado com que ele comenta fascismo, nazismo e a bizarrice da internet “É MT curioso o fascism estar voltando em 2026” e “Eu amo a Internet. Até ontem a Rússia era comunista…”, tudo isso misturado sob o espírito meio autoritário-meio brincalhão do nome, inspirado no próprio comentário sobre centralismo democrático “acho que isso só pontua a necessidade do centralismo democrático, rs”.

Sua Casa de Hogwarts
Ele demonstra um interesse constante por teoria, política e análise social, típico de Ravenclaw. Em vez de apenas reclamar, ele busca compreender estruturas, como quando comenta o sistema de justiça e a burocracia jurídica em “acredito piamente que essa morosidade e 'complexidade' do direito brasileiro interessa às elites” e defende discussão estrutural em “é absolutamente necessária uma discussão não somente com relação a um 'código de conduta do judiciário', mas também de uma melhora de todo o sistema”. Há também um claro gosto pelo estudo e pela vida intelectual, como em “Me sentindo philosophical tentando ler tudo até o dia da prova pra ingresso no mestrado” e na preocupação com rotina de estudos em “Eu tô patinando no tocante a estudos. Preciso seguir uma rotina diária direito.”. Ele faz leituras de teoria crítica, como quando cita Mark Fisher em “Mark Fischer sabia das coisas.” e ironiza análises superficiais de geopolítica em “Eu amo a Internet. Até ontem a Rússia era comunista [...] Agora, ele é antiwoke e pró ocidente”, mostrando olhar analítico e cético. Mesmo seu humor é frequentemente ligado a referências históricas ou conceituais, como em “É MT curioso o fascism estar voltando em 2026 Basicamente 100 anos dps do auge fascista da década de 30”, o que reforça o perfil de alguém que pensa em padrões históricos e estruturas, marca forte de um corvino.

Seu filme

Sua música
A melhor música para definir o Diego é Perfeição, da Legião Urbana, pela mistura de desesperança social com ironia crítica. Ele tem uma visão muito ácida do Brasil, chamando-o de “um fazendão evangélico com pitadas de narcos e capital especulativo” e descrevendo nossa realidade como uma espécie de ditadura difusa em diferentes esferas sociais “vivemos numa ditadura (...), na economia é dominada pelo capital especulativo, e de quebra (nos interiores) vivemos ainda numa situação feudal”, o que dialoga diretamente com o pessimismo político de Perfeição. Ao mesmo tempo, ele demonstra cansaço e desencanto com o cotidiano, seja pelo trabalho e prazos “a palavra que me define é cansaço cada dia mais cansado” ou pela própria internet “eu nao aguento mais redes sociais na moral”, algo muito próximo do "vamos celebrar a estupidez humana" da música. Sua crítica à esquerda institucional e ao PT “O pior inimigo é o traidor. O PT é um partido de traidores” também se encaixa na postura de rejeição ampla às falsas saídas políticas que Legião Urbana explora. Por fim, o tom melancólico sobre futuro e clima “Sinto uma desesperança tremenda pensando nesse calor excessivo, aliado ao caos social que experimentamos. A sensação é que não há alternativa.” casa com o clima de fim de festa civilizatória de Perfeição.

Seu destino de viagem no tempo

Seu videogame

Seu animal espiritual

Sua piada (não) engraçada

Seu superpoder

Seu melhor amigo fictício

Sua viagem dos sonhos

Sua carreira alternativa

Sua combinação com celebridade

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