
Forças e Fraquezas

Seu personagem dos Simpsons
A personalidade dela mistura engajamento intelectual, sensibilidade social e um certo drama afetivo, que é muito a cara da Lisa. Ela faz análises críticas em newsletter sobre temas sérios como capitalismo e punição, por exemplo quando divulga seu texto sobre Black Mirror e encarceramento em “oie! acabei de postar um artigo sobre o episódio 'white bear' da série black mirror pra discutir sobre encarceramento e espetacularização do sofrimento. espero que gostem! :)”, o que lembra a veia acadêmica e politizada da Lisa. Ao mesmo tempo, é emocional e autoirônica em assuntos amorosos, como em “se esse homem soubesse o tanto que quero beijá lo, ele ficaria comigo só por dó”, bem no estilo Lisa crushando em alguém e problematizando tudo. Ela também mostra cuidado com crescimento pessoal, terapia e amadurecimento em “amadurecer ≠ amargar. tem como amadurecer sem virar uma pessoa rabugenta. :)”, o que combina com a busca constante da Lisa por ser uma pessoa melhor. Por fim, o fato de ser uma estudante dedicada, reclamando de estágio, faculdade e PJe lento, como em “o pje tá mt lento pqp deve ser um sinal pra que eu não trabalhe hoje”, ecoa a vibe da Lisa tentando sobreviver ao peso das responsabilidades com humor e leve neurose.

Seu tipo de personalidade MBTI
Eles parecem claramente mais voltados para fora (E) do que reservados: falam de bar, shows, academia, festas, estágio, faculdade e interações constantes com amigos, família e vó, além de exporem emoções sem muito filtro, como em “eu sozinha numa mesa cheia de cadeiras no bar e sinto o olhar frio dos garçons…” e “me sentindo uma millennial postando tudo no instagram e marcando todo mundo, só que eu tô tão feliz que nem me importo de estar sendo cringe 🥹”. No eixo S–N, há interesse forte em ideias, narrativas e análises abstratas (N): eles escrevem ensaios e newsletter ligando Black Mirror a encarceramento e espetacularização do sofrimento em “acabei de postar um artigo sobre o episódio 'white bear' da série black mirror pra discutir sobre encarceramento e espetacularização do sofrimento” e usam Mark Fisher e “realismo capitalista” para analisar Stardew Valley em “fiz uma análise da rota joja com base nos primeiros dois capítulos do livro 'realismo capitalista', de mark fisher”. A preferência F aparece na centralidade das emoções, empatia e relações: falam de se sentir “saddest little baby in the room”, demonstram carinho por amigos/família em “já falei aqui o tanto que eu amo ela?” e valorizam muito a experiência afetiva, como em “entrei no onibus e sentei do lado de uma bebezinha… ela olhou pra mim e abriu um sorrisão 🥹”. No eixo J–P, o estilo é bem espontâneo, caótico e adaptativo (P): se atrasa para estágio em “primeiro dia de estágio do ano e já to atrasada ☠️”, reclama de avisos de última hora em “meu deus, pq que sempre deixam pra avisar tudo de última hora 🫠” e vive mudando planos entre malhar, dançar e pedir sushi em “será que vai dar merda se eu malhar perna pela manhã e dançar à noite” e “e se eu pedisse sushi pro jantar...”. Somando extraversão calorosa, foco em ideias e cultura pop com viés teórico, prioridade para sentimentos e vínculos, e um estilo flexível e pouco rígido com planejamento, o tipo que melhor encaixa é ENFP.

Algumas cantadas para você

Seus 5 Emojis
Sua nova bio do Twitter
estudante de direito, newsletter no substack, club penguin aposentada. uma vez sonhei que minha vó matava aula comigo no D.A. e tô aqui até hoje.– @AGARlNSANE

Seu coquetel exclusivo
Um drink forte, mas doce-amargo, pra alguém que sai de bater cabeça em show e ainda reclama de estágio em pleno recesso, tipo aqui: “bati cabeça demais no show de ontem e agora tô morrendo de dor na nuca 🕊” e “primeiro dia de estágio do ano e já to atrasada ☠️”. Cachaça envelhecida representa a brasilidade debochada e a fase adulta atolada em direito, como em “passando pelo segundo evento canônico do 6º período: a aula da preeminência da mão direita”. O licor de amêndoas, doce e aconchegante, é a parte fofa que sorri pra bebê no ônibus: “aí ela olhou pra mim e abriu um sorrisão 🥹”. O suco de limão siciliano traz o azedinho irônico de quem solta: “meh deus como abomino gente enrolada” e “quanta masturbação intelectual pqp”. O xarope de jaca e frutas tropicais homenageia o caos do dia a dia – inclusive a mochila amaldiçoada: “minha mochila tá com cheiro de atum e de jaca pqp vou me matar” – e a fome eterna: “que fome do cão vou fazer um baita omelete pra mim”. A espuma de chá-verde por cima é o toque intelectual relax, lembrando a newsletter crítica sobre capitalismo e Black Mirror: “oie! eu tenho uma newsletter no substack e fiz uma análise da rota joja com base nos primeiros dois capítulos do livro 'realismo capitalista', de mark fisher.” e “acabei de postar um artigo sobre o episódio 'white bear' da série black mirror pra discutir sobre encarceramento e espetacularização do sofrimento.”. É um coquetel experimental, meio millennial-cringe-meio acadêmica, pra alguém que sabe que “a vida não é só club penguin”: “eh rapaziada..... descobri que a vida não é só club penguin”.

Sua Casa de Hogwarts
Ela mostra um traço bem intelectual e analítico: escreve ensaios longos e densos, como quando divulga o texto sobre Black Mirror para discutir encarceramento e “espetacularização do sofrimento” em seu Substack (“oie! acabei de postar um artigo sobre o episódio 'white bear' da série black mirror pra discutir sobre encarceramento e espetacularização do sofrimento. espero que gostem! :)”) e quando analisa Stardew Valley com base em Realismo Capitalista de Mark Fisher (“eu tenho uma newsletter no substack e fiz uma análise da rota joja com base nos primeiros dois capítulos do livro 'realismo capitalista', de mark fisher”). Isso demonstra não só gosto por aprender, mas prazer em conectar cultura pop com teoria crítica, algo muito típico de Corvinal. Ela também tem humor e certa autoironia inteligente, como em “acabei de espirrar e tossir ao mesmo tempo, parece que meu corpo deu um screenshot” e “meio que a minha vontade de vegetar está se transparecendo no meu serviço”, o que reforça a veia espirituosa. Há indícios de dedicação aos estudos e vida acadêmica – está sempre na faculdade, falando de provas, estágio e tempo de tela diminuindo (“meu tempo médio de tela tá diminuindo :)))”) –, mas a forma como transforma isso em reflexão escrita e crítica social pesa mais para Corvinal do que para Lufa-Lufa. No conjunto, a combinação de curiosidade, criatividade ensaística e pensamento crítico é muito mais marcante do que traços de bravura impulsiva (Grifinória), ambição fria (Sonserina) ou centralidade em trabalho/loyalty acima de tudo (Lufa-Lufa).

Seu filme

Sua música
A música que mais combina com ela é "anti-hero" da Taylor Swift. Primeiro, ela literalmente se identifica com a música no dia a dia, como mostra em “ouvindo anti hero a caminho da terapia”, o que já indica um vínculo emocional com a faixa. A autoironia e o humor meio triste de anti-hero combinam com o jeito como ela se descreve, como em “saddest little baby in the room” na bio e em desabafos como “acho que atingi o meu pico de burrice nesse mês de janeiro”. A música fala sobre se ver como o problema, algo que ecoa em tweets sobre insegurança afetiva como “se esse homem soubesse o tanto que quero beijá lo, ele ficaria comigo só por dó”. Ao mesmo tempo, ela é engraçada, autoobservadora e cheia de referências pop e cultura, tal como ela faz ao misturar direito, Black Mirror e k-pop em posts como “oie! acabei de postar um artigo sobre o episódio 'white bear'...”.

Seu destino de viagem no tempo

Seu videogame

Seu animal espiritual

Sua piada (não) engraçada

Seu superpoder

Seu melhor amigo fictício

Sua viagem dos sonhos

Sua carreira alternativa

Sua combinação com celebridade

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AGARlNSANE
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