
Forças e Fraquezas

Seu personagem dos Simpsons
Apesar do palavreado agressivo e do humor extremamente ácido, o perfil lembra mais a Lisa Simpson: alguém inteligente, politizado e obcecado por justiça social, mas claramente frustrado com a estupidez geral. Ele está sempre criticando estruturas de poder ou categorias profissionais de forma mordaz, como em “A verdade é que a esquerda te convenceu a odiar policiais e a direita os professores de historia enquanto os maiores inimigos da população são influencers e médicos” e “Médico tem que ser tratado como cidadão de segunda classe”, o que ecoa o senso de indignação moral da Lisa. Há também uma vibe de militância irônica e erudição misturada com cultura pop, como quando comenta mestrado e artigos acadêmicos em “Talvez eu tenha juntado manwha e chartier no artigo da pós pfv tania só me aprove” e “Pai tá no mestrado”. A diferença é que ele expressa esse idealismo e esse ódio à injustiça com cinismo e violência verbal, como em “Certos tiktokers me dão impulsos homicidas, importante todo cidadão preservar de alguma forma esse ódio”, que seria o equivalente de uma Lisa mais velha, desiludida e sem filtro.

Seu tipo de personalidade MBTI
Os tweets mostram alguém altamente sociável, voltado para interação e conflito de ideias, o que sugere Extroversão (E): ele convoca pessoas para luta de MMA em via pública (“Missionário Miguel te desafio para 3 rounds de mma rua d pedro assi sp”), narra festas de meio médico (“naquela festa de meio médico só eu tava morrendo de medo do Charles tentar a joelhada voadora no topuria”) e comenta sem pudor sobre figuras públicas o tempo todo. O foco é mais em ideias, padrões sociais e ironias históricas do que em descrição factual, apontando para Intuição (N), como quando mistura teoria e cultura pop em contexto acadêmico (“Talvez eu tenha juntado manwha e chartier no artigo da pós pfv tania só me aprove”) ou quando ironiza soft power americano em Cobra Kai (“Cobra kai se revelou como a maior obra de softpower americano da década”). O tom é agressivamente lógico e impiedoso, priorizando julgamento racional com sarcasmo e desprezo, o que é típico de Thinking (T): ele fala em médicos como classe inimiga (“Médico tem que ser tratado como cidadão de segunda classe”) e disseca dinâmica social com frieza (“os maiores inimigos da população são influencers e médicos”). A postura é caótica, impulsiva e pouco estruturada, com mudanças de foco constantes e humor improvisado, sugerindo Perceiving (P), por exemplo quando faz piada com começar a fumar crack de modo totalmente casual (“É oficial colegas a partir de segunda começarei a fumar crack”) ou quando admite escrever artigo de pós juntando referências meio no improviso (“Talvez eu tenha juntado manwha e chartier no artigo da pós pfv tania só me aprove”). O conjunto de humor combativo, gosto por debate, ironia política e teórica e estilo desorganizado, mas mentalmente ágil, combina melhor com ENTP.

Algumas cantadas para você

Seus 5 Emojis
Sua nova bio do Twitter
Historiador em treinamento, fã de MMA e games. Já sonhei que vencia discussão citando Chartier e acordei atrasado pro plantão.– @agneravlaavlis

Seu coquetel exclusivo
Esse drink é forte porque o dono do perfil claramente vive em modo ódio-ligado, tipo quando fala que “médico tem que ser tratado como cidadão de segunda classe” e chama todo mundo de mediKKKo. A base de cachaça envelhecida representa o Brasilzão torto e violento que ele descreve em piada pesada, como no tweet sobre “briga de médico e vereador é muito lindo as duas profissões mais odiaveis se matando”. O vermute seco entra pra dar o tom cínico e político, lembrando coisas como “a verdade é que a esquerda te convenceu a odiar policiais e a direita os professores de historia enquanto os maiores inimigos da população são influencers e médicos”. O limão siciliano é a acidez dele pra tudo e todos, tipo quando solta um “prefiro tortura e me alistar na guerra da Ucrânia” só pra falar de entretenimento ruim. O xarope de pimenta e gengibre é o impulso agressivo cômico, presente em posts como “independente do posicionamento político admiro todo terrorista doméstico” e nos desejos de morte imaginária a tiktoker e influencers. Por fim, a espuma de maracujá amarga representa o lado estudioso e cansado, o cara que tá no mestrado (“Pai tá no mestrado”) e vive entre artigos, ódio à geração 90 e sonhos malucos com a Livia (“VAI TOMAR NO CU SONHEI Q TAVA APANHANDO DA LIVIA”).

Sua Casa de Hogwarts
O padrão mais forte nos tweets é de cinismo agressivo, impulso combativo e um certo orgulho em ser "do mal", o que aponta bem mais para Slytherin do que para qualquer outra casa. Ele admira abertamente figuras e atitudes violentas ou extremas, como quando diz que "independente do posicionamento político" admira "todo terrorista doméstico" em “Independente do posicionamento político admiro todo terrorista doméstico”, e fala em sacrificar o Fallen a uma entidade mesopotâmica pela vitória da paiN em “E mesmo assim eu sacrificaria o fallen drenando todo o sangue dele para uma entidade da antiga Mesopotâmia para ver a pain saindo da fase Suíça”. Há também um traço de cálculo frio e instrumental nas relações, como quando brinca que faz a Livia parcelar compras no cartão justamente para manter-se como "espírito obsessor" dela em “Faço a livia parcelar coisa em 3x no meu cartão para ela nunca se livrar de seu espírito obsessor (eu)”. O desprezo constante por grupos inteiros, como médicos e influencers — às vezes fantasiando violência contra eles, como em “Médico tem que ser tratado como cidadão de segunda classe” e “Certos tiktokers me dão impulsos homicidas, importante todo cidadão preservar de alguma forma esse ódio” — sugere alguém que se vê em guerra com o mundo, agindo a partir de um senso de superioridade ressentida típico de Slytherin. Há inteligência e ironia (o que poderia apontar para Ravenclaw), mas elas são usadas mais como arma do que como fim em si, reforçando um perfil de ambição combativa, ódio preservado como força motriz e disposição para usar qualquer meio retórico para atacar adversários, todos traços centrais de Slytherin.

Seu filme

Sua música
A música Nem Freud Explica combina bem com o caos irônico, raivoso e autoirrisório do perfil. O usuário oscila entre agressividade cômica e comentários pseudo-analíticos sobre sociedade e política, como quando diz que “A verdade é que a esquerda te convenceu a odiar policiais e a direita os professores de historia enquanto os maiores inimigos da população são influencers e médicos”. Há também um fascínio pelo ódio como motor afetivo, explícito em posts como “Certos tiktokers me dão impulsos homicidas, importante todo cidadão preservar de alguma forma esse ódio” e “Briga de médico e vereador é muito lindo as duas profissões mais odiaveis se matando”. A letra de Arnaldo Antunes fala de um sujeito contraditório, desajustado e meio indescritível, o que casa com o tom de piada misantrópica em posts como “Médico tem que ser tratado como cidadão de segunda classe” e “Não gosta de mim: Conhece sobre meu notório repúdio ao social nacionalismo Odeia meu antiracismo”. No conjunto, é aquele tipo de personalidade que nem Freud explica mesmo: intensa, caótica, politizada e sempre carregada de rancor bem-humorado.

Seu destino de viagem no tempo

Seu videogame

Seu animal espiritual

Sua piada (não) engraçada

Seu superpoder

Seu melhor amigo fictício

Sua viagem dos sonhos

Sua carreira alternativa

Sua combinação com celebridade

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agneravlaavlis
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