
Forças e Fraquezas

Seu personagem dos Simpsons
A melhor correspondência é a Lisa Simpson: intelectualmente curiosa, meio nerd e bem engajada com filosofia e ética. Ele é estudante de matemática e estatística, vive falando de filosofia e literatura, como em “Ranqueando matérias da filosofia” e nas leituras de Mishima, Dhammapada e Mário Ferreira dos Santos, o que lembra o lado estudioso e precoce da Lisa. Há também uma preocupação existencial e sensível, como em “acho que a maior máxima que aprendi nessa vida é virar apreciador de pequena coisa alheia” e “Seja sensível”, bem no espírito contemplativo dela. Ao mesmo tempo, ele é autocrítico e irônico com modinhas intelectuais e tecnocracia, vide “A galera do Twitter idolatrando Lattes. A tecnocracia logo se tornará real!”, o que se parece com o jeito como Lisa questiona tanto o sistema quanto os pseudo-intelectuais. Por fim, o engajamento político e social aparece em coisas como “Marcar esse vídeo como fator responsável por me fazer deixar de ser isentão e cravar 13 com força”, algo bem alinhado ao perfil politizado da Lisa.

Seu tipo de personalidade MBTI
Eles parecem claramente mais voltados para o mundo interno do que para socialização aberta, falando muito de estudos, leituras e reflexões pessoais, e descrevendo-se como alguém que observa e aprecia detalhes do cotidiano, como em “acho que a maior máxima que aprendi nessa vida é virar apreciador de pequena coisa alheia”, o que aponta para I. A ênfase constante em filosofia, metafísica e contrastes entre tradições filosóficas – por exemplo em “É um pouco cômico ficar transacionando da filosofia ocidental pra oriental, é uma perspectiva muito diferente até mesmo nos fundamentos” – mostra preferência por conceitos abstratos e padrões gerais, sugerindo N. Na dimensão T/F, ele estrutura argumentos de forma analítica e crítica, como ao redefinir karma em termos não místicos em “Karma não é nenhuma energia mística… O karma é apenas ações que tendem a se repetir, como hábitos, modo de falar, postura etc.”, o que indica T, apesar de ser claramente sensível e afetivo em alguns momentos. Quanto a J/P, ele mostra forte foco em objetivos e estrutura, falando em "milagre acadêmico", memorização sistemática e planejamento de desempenho em provas, como em “Vou ficar olhando para uma parede com todas as fórmulas das variáveis aleatórias contínuas para memoriza las.” e “Vou ter que performar a miracle run, o milagre acadêmico esse semestre.”, o que é típico de J. Além disso, a combinação de reflexão teórica profunda, autoexigência acadêmica e interesse em sistemas de ideias complexos (Mishima, Nietzsche, filosofia oriental e ocidental) é bastante compatível com o perfil INTJ.

Algumas cantadas para você

Seus 5 Emojis
Sua nova bio do Twitter
Estatística na Unicamp, filosofia na mochila e Mishima na cabeceira. Um dia quase perdi a prova de Cálculo revendo Jack Reacher.– @alphdavi

Seu coquetel exclusivo
Uma base de cachaça envelhecida em amburana representa o Brasilzão raiz, o RU, o bandeco e o orgulho de estudar na Unicamp, ecoando o amor pela faculdade em “Fale por ti, eu amo o meu cantinho e estudo de graça nele.”. O licor de laranja com especiarias é a parte esotérica-filosófica, cheia de camadas, inspirada nas reflexões sobre Mishima, Niesztche e budismo em “É um pouco cômico ficar transacionando da filosofia ocidental pra oriental...” e “Karma não é nenhuma energia mística...”. O chá gelado de erva-doce e camomila entra como calmante irônico pro desespero com cálculo, probabilidade e integrais em “Queria estar performando Niesztche mas estou tendo que estudar integrais de superfície.” e “Integrais impróprias, onde vivem? Do que se alimentam?”. O shrub cítrico de laranja e banana é uma homenagem caçoísta ao RU servindo essas frutas todo dia em “Enquanto isso, o RU da Unicamp servindo laranja e banana na sobremesa...”, misturando doçura estudantil com leve acidez da vida acadêmica. Por fim, a espuma leve de gengibre captura a energia borderline histérica de quem grita “EU SOU UM COMPRADOR COMPUSIVO DE LIVROS” e se autodefine como “Eu sou um Border Collie feliz.”, dando um kick final forte, sensível e meio caótico, do jeitinho do Davi.

Sua Casa de Hogwarts
Ele demonstra um gosto muito forte por estudo, teoria e reflexão, típico de Ravenclaw: é estudante de matemática e estatística, vive falando de provas e fórmulas, como em “Vou ficar olhando para uma parede com todas as fórmulas das variáveis aleatórias contínuas para memoriza las.” e “Uma vez um mago disse que todo semestre a gente aprende integral de novo.”. A curiosidade intelectual dele aparece em leituras de filosofia ocidental e oriental, como em “É um pouco cômico ficar transacionando da filosofia ocidental pra oriental, é uma perspectiva muito diferente até mesmo nos fundamentos.” e no entusiasmo com Mishima e Mario Ferreira dos Santos em “Comecei a ler Mario Ferreira dos Santos hoje e já estou gostando muito.”. Ele também gosta de sistematizar e analisar, ranqueando áreas da filosofia em “Ranqueando matérias da filosofia: 1 Metafísica 2 Cosmologia 3 Lógica 4 Linguagem [...]” e reinterpretando conceitos como karma de forma racional em “Karma não é nenhuma energia mística [...] O karma é apenas ações que tendem a se repetir [...]”. Há um traço de autoironia intelectual em “Percebi que sou um poço de conhecimento completamente inútil.”, o que reforça a identidade centrada em conhecimento e reflexão. Embora existam momentos de empolgação e humor, o fio condutor do perfil é amor ao saber, reflexão filosófica e prazer em aprender — o núcleo exato do espírito de Ravenclaw.

Seu filme

Sua música
Uma música que combina muito com o Davi é In the End, do Linkin Park. Ele vive naquela mistura de intensidade emocional, estudo puxado e autoironia, tipo quando fala de fazer o “milagre acadêmico” em “Vou ter que performar a miracle run, o milagre acadêmico esse semestre.” e sofre com “Morram, integrais de superfície.”. A letra sobre esforço, frustração e sentido lembra o desespero de fim de semestre em “Final de semestre, cada notificação no e mail institucional é como um tiro no coração.”. Ao mesmo tempo, ele tem um lado sensível e filosófico, refletindo sobre sofrimento e budismo em “É um pouco cômico ficar transacionando da filosofia ocidental pra oriental...” e Mishima em “Mishima é literalmente um soco na barriga.”, o que dialoga com o tom existencial da música. Até o surto de cantar Linkin Park em “comeeee break me downnnnnnnnnn burry me burry me i ammm finisheddd with youuu” mostra que esse tipo de som já está no coração dele.

Seu destino de viagem no tempo

Seu videogame

Seu animal espiritual

Sua piada (não) engraçada

Seu superpoder

Seu melhor amigo fictício

Sua viagem dos sonhos

Sua carreira alternativa

Sua combinação com celebridade

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alphdavi
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