
Forças e Fraquezas

Seu personagem dos Simpsons
A combinação de politização forte, senso crítico e sensibilidade emocional lembra muito a Lisa Simpson. Ela é explicitamente de esquerda e antifascista, como em “oi gente, espanquem nazis na rua” e “caralho, como eu odeio nazista, irmão [...] é completamente INTANKAVEL existir nazista, especialmente no brasil”, o que ecoa o engajamento político e moral da Lisa. Também reflete sobre raça e identidade de forma profunda, como em “é difícil crescer ouvindo a minha mãe criticar pessoas negras [...] abraçar a minha negritude [...] é desrespeitoso com o meu próprio processo de cura”, algo que se alinha com o jeito introspectivo e crítico da Lisa em relação à família e à sociedade. A espiritualidade e mediunidade em tweets como “ser médium esta me matando” e “hail hekate” combinam com o lado místico/espiritual que Lisa às vezes mostra. A diferença é que, ao contrário da postura mais contida da Lisa, ela expressa tudo com muito mais palavrão e ironia, mas o núcleo é o mesmo: uma nerd politizada, sensível, autoconsciente e cansada da burrice alheia.

Seu tipo de personalidade MBTI
Eles aparentam ser mais extrovertidos (E) do que introvertidos: exibem vida social intensa, falam de festas e besties (“mais tarde estarei soltando fotos no insta com meus besties”, “saudades absurdas do meus besties @joazzzzzzz e @Mirage_Olympus”) e gostam de se posicionar publicamente, inclusive politicamente (“oi gente, espanquem nazis na rua”). O foco em significados, espiritualidade e reflexão sobre herança familiar indica Intuição (N): eles falam de mediunidade e deipnon (“ser médium esta me matando”, “mto satisfatório perceber que a espiritualidade tem me puxado menos desde o deipnon”) e de “enterrar a herança maldita da família” (“nasci pra enterrar a herança maldita dessa família [...] nasci pra honrar meus ancestrais”), o que é bem abstrato e simbólico. A dominância de valores, empatia com grupos oprimidos e revolta moral contra injustiças demonstra Feeling (F), ainda que expresso de forma rude: a dor em relação à negritude e à família (“é difícil crescer ouvindo a minha mãe criticar pessoas negras [...] é desrespeitoso com o meu próprio processo de cura”) e o apoio a venezuelanos e ódio a nazistas (“e que venham os venezuelanos também, todo apoio eh pouco”, “caralho, como eu odeio nazista, irmão”) mostram que decisões giram em torno de valores e afeto, não de frieza lógica. Já entre P vs J, eles parecem mais Perceiving (P): são caóticos, reativos e espontâneos, com linguagem de fluxo de consciência (“meu deus meu deus meu deus [...]”), lista de sinônimos de forma brincalhona e improvisada (“ranking de sinonimos [...] amanha faço o de orgao genital fem”) e uma vibe de viver o momento (curtir sol e funk, rir de besteira, mudar de assunto rápido). O conjunto de sociabilidade intensa, forte senso de valores, espiritualidade, paixão política e espontaneidade bate muito com o perfil ENFP: expansivos, idealistas, emotivos e caóticos, mas com profundidade em temas de identidade, opressão e propósito pessoal.

Algumas cantadas para você

Seus 5 Emojis
Sua nova bio do Twitter
Sulista, bixa médium e corinthiana. Entre Hécate, funk no último volume e anti-fascismo, sigo estudando, xingando e tentando virar gente grande.– @alzisburnin

Seu coquetel exclusivo
Cachaça envelhecida forte é a base, porque essa pessoa é brasileira até a medula e fala com a firmeza de quem manda um “oi gente, espanquem nazis na rua” (“oi gente, espanquem nazis na rua”) sem piscar. O licor de café simboliza as madrugadas de reflexão, meio sombrias, como quando fala que ser médium está acabando com ela (“ser médium esta me matando”). O xarope de pimenta e gengibre representa a boca afiada e o jeito terrivelmente rude, presente nos surtos carinhosos de ódio tipo “enfia no caralho do teu cu, porra” (“enfia no caralho do teu cu, porra”). O suco de maracujá azedo-doce entra pela mistura de doçura com raiva política e autodefesa, como quando fala da própria negritude e do processo de cura (“é difícil crescer ouvindo a minha mãe criticar pessoas negras...”). Por cima, uma espuma de cerveja clara é a oferenda bem-humorada à espiritualidade, lembrando a Hécate pedindo cerveja (“sensação estranha de que hécate tá pedindo cerveja pra beber...”), porque até o drink precisa respeitar as entidades antes de descer queimando igual rant no Twitter.

Sua Casa de Hogwarts
A personalidade de @alzisburnin mostra muita coragem, combatividade e impulso para se posicionar, que são marcas claras de Grifinória. Ela assume abertamente ódio a nazistas e incentiva o enfrentamento direto, como em “oi gente, espanquem nazis na rua” e “caralho, como eu odeio nazista, irmão [...] é completamente INTANKAVEL existir nazista, especialmente no brasil”, o que indica bravura e disposição para conflito em nome de valores. Essa mesma energia aparece na forma como confronta gente próxima, como em “thiago veio falar sobre eu descredibilizar minha mae tomou logo uma invertida vai se foder, meu querido” e em explosões de indignação tipo “vtnc então, porra se fode”, reforçando seu jeito impulsivo e combativo. Ao mesmo tempo, há um senso forte de missão pessoal e de romper ciclos familiares, em “eu nasci pra enterrar a herança maldita dessa família [...] nasci pra honrar meus ancestrais por nunca esquecer de onde eu vim”, que combina muito com o heroísmo dramático típico de grifinórios. Embora exista lealdade aos amigos e interesse em espiritualidade, o traço dominante é a coragem agressiva e o impulso de enfrentamento, fazendo Grifinória ser a casa mais adequada.

Seu filme

Sua música
A música bad guy combina com o jeito provocador, irônico e agressivo com que @alzisburnin se apresenta, tanto na bio “sulista, esquerdista e terrivelmente rude” quanto em tweets como “enfia no caralho do teu cu, porra” e “vtnc então, porra se fode”. A persona de anti-heroína debochada e sem papas na língua da música encaixa com coisas como “oi gente, espanquem nazis na rua” e “girl, i don't start the party i end it, bitch”, onde ela se coloca como alguém que chega pra virar a situação. Ao mesmo tempo, há vulnerabilidade e conflito interno em tweets como “eu devo ser mto idiota de me sentir mal mesmk” e “ser médium esta me matando”, ecoando a dualidade da música entre autoconfiança e fragilidade por trás da fachada. A postura politizada e combativa em “caralho, como eu odeio nazista, irmão é completamente INTANKAVEL existir nazista, especialmente no brasil” reforça essa imagem de alguém que abraça ser o “bad guy” para o sistema e para quem ela despreza. No geral, a mistura de sarcasmo, agressividade, sensualidade explícita e crises existenciais lembra muito o tom ácido e contraditório de bad guy.

Seu destino de viagem no tempo

Seu videogame

Seu animal espiritual

Sua piada (não) engraçada

Seu superpoder

Seu melhor amigo fictício

Sua viagem dos sonhos

Sua carreira alternativa

Sua combinação com celebridade

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alzisburnin
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