
Forças e Fraquezas

Seu personagem dos Simpsons
O perfil lembra muito o Homer Simpson: rabugento, exagerado, vive reclamando de tudo, mas com um humor involuntariamente engraçado. Assim como o Homer vive xingando o time dele e tomando decisões impulsivas, esse usuário despeja frustração no Vasco e em jogadores específicos, como em “TIREM FERNANDO DINIZ DO MEU TIME DE FUTEBOL” e “coutinho é o jogador mais superestimado da história do vasco. HORROROSO”. A visão de mundo meio niilista e ranzinza também combina com o Homer adulto desiludido, refletida no “Bio: nothing matters.” e em tiradas como “esse país tem que acabar mesmo”. Ele alterna entre ódio absoluto e viradas de opinião, como em “gostaria de fazer uma retratação pública ao doutor fernando diniz”, bem no estilo Homer que muda de lado em segundos. Além disso, o exagero dramático em coisas banais – tipo futebol, transmissão esportiva e cultura pop – é totalmente homeriano, como em “eu amaldiçoo o campeonato brasileiro no prime video… transmissão SATÂNICA”.

Seu tipo de personalidade MBTI
Eles parecem mais introvertidos (I) do que extrovertidos: não falam de grandes grupos de amigos, festas ou vida social, e o foco é quase sempre em esportes, mídia e opiniões ácidas, com um certo distanciamento existencial do tipo “nada importa”, refletido na bio "nothing matters." e em posts como “esse país tem que acabar mesmo”. Na dimensão S/N, o discurso mistura observações concretas de jogos e jogadores com generalizações e hipérboles bem abstratas, como “a música como arte acabou.” e comparações absurdas tipo “o cara que cuida do tracker dos troféus dos jogos do xbox e o neto do mussolini”, o que sugere leve preferência por Intuição (N). O tom é claramente Thinking (T): direto, agressivo, crítico e pouco preocupado em ser gentil, chamando pessoas de “lixo humano” em “coutinho teve um lapso domingo mas já voltou a ser o lixo humano deplorável que conhecemos” e falando de jogadores como “um absoluto lixo humano. ser desprezível”, priorizando julgamento lógico/competitivo em vez de empatia. Na dimensão J/P, ele aparenta ser reativo, irônico e pouco estruturado, mudando radicalmente de opinião com naturalidade, como quando faz retratação irônica em “gostaria de fazer uma retratação pública ao doutor fernando diniz…” depois de inúmeros tweets #ForaDiniz, o que é típico de alguém mais flexível e improvisador (P) do que planejado (J). O somatório – introspecção sarcástica, humor lógico e corrosivo, abstrações hiperbólicas e postura desorganizada/reativa – encaixa melhor em INTP: crítico, cético, analítico e com humor ácido aplicado a futebol, política e cultura pop, como se vê em “the color violet do **** ***** é um ótimo som” e “sou negacionista de opinião ruim sobre mass effect, inclusive se for do andromeda. se voce nao curtiu algum dos jogos você é nazista”.

Algumas cantadas para você

Seus 5 Emojis
Sua nova bio do Twitter
Vascaíno, laker e hater profissional de transmissão ruim. Já quis acabar com o clube, mas não consigo desligar a TV em jogo do Vasco.– @amarofelipe16

Seu coquetel exclusivo
A base de cachaça envelhecida forte representa o vascaíno intenso que fala de futebol o tempo inteiro, de “TIREM FERNANDO DINIZ DO MEU TIME DE FUTEBOL” a “rebaixa os 2 times @CBF_Futebol”. O amaro italiano bem amargo é o pessimismo militante de quem crava que “esse país tem que acabar mesmo” e jura que “a música como arte acabou.”. O xarope de maracujá azedo-doce traduz o humor caótico e debochado de posts como “red dead redemption 2 é uma bosta. vocês devem falar que gostam de sacanagem” e os surtos contra jogadores tipo “coutinho é o jogador mais superestimado da história do vasco. HORROROSO”. O limão siciliano entra pra dar acidez crítica, a mesma de quando ele opina que “setorista de futebol é uma das profissões mais nojentas que existe.” ou chama um goleiro de “sacanagem”. Fechando, a espuma de cerveja escura por cima é o verniz irônico que encobre tudo, porque no fundo, por mais que ele esperneie com “na boa? tem que falir. acaba o clube e libera os torcedores”, o cara segue vendo jogo na chuva e provando que, pra ele, nada importa… mas o Vasco importa demais.

Sua Casa de Hogwarts
Felipe demonstra uma visão de mundo cínica, focada em resultados e pouca crença em valores idealistas, o que combina bastante com Slytherin. Ele é extremamente implacável ao julgar pessoas e instituições, como quando fala de jogadores e dirigentes com termos como “coutinho teve um lapso domingo mas já voltou a ser o lixo humano deplorável que conhecemos” e “acaba com a instituição pelo amor de deus, não há mais motivo pra sua existência”. Há também um humor negro e um certo flerte com a ideia de usar ‘meios escusos’ para atingir fins, por exemplo em “borré acabei de envolver teu nome em negócio de bruxaria pode ter certeza que tem coisa legal chegando na sua vida” e “não tem um jagunço nesse país pra fazer um servicinho maneiro né”. Ele mostra forte instinto de autopreservação emocional na forma como despreza o que não gosta, como em “red dead redemption 2 é uma bosta. vocês devem falar que gostam de sacanagem” e na bio “nothing matters.”, criando uma casca de indiferença típica de Slytherins desiludidos. Apesar de ter momentos de lealdade clubística e paixões fortes (Vasco, Lakers, música), o tom predominante é de ironia agressiva, pragmatismo e um certo orgulho em ser contra tudo e todos, o que encaixa melhor em Slytherin do que em Gryffindor ou Hufflepuff.

Seu filme

Sua música
A No Role Modelz combina bem com o jeito azedo-irônico e desencantado do felipe, que vive criticando tudo e todos, de jogadores a políticos, como em “setorista de futebol é uma das profissões mais nojentas que existe” e “absolutamente nenhuma decisão tomada pelo mochila de criança [...] teve impacto positivo para o brazil”. A música fala de falta de referências e de um certo niilismo afetivo, o que combina com a bio dele, "nothing matters", e com tiradas como “esse país tem que acabar mesmo”. O tom de desprezo geral do som ecoa o modo como ele trata ídolos e clubes, chamando jogadores de lixo e superestimados, como em “coutinho é o jogador mais superestimado da história do vasco. HORROROSO” e “shohei ohtani é o james harden japonês. pipoqueiro nato”. Ao mesmo tempo, ainda existe paixão e envolvimento por trás do cinismo — ele sofre com Vasco, Lakers e baseball, vide “impressionante como nada na minha vida faz sentido sem o los angeles lakers” — o que lembra o conflito interno do eu lírico da música, dividido entre desapego e apego. Essa mistura de desilusão com o mundo e apego quase doentio às poucas coisas que gosta encaixa diretamente no espírito da faixa.

Seu destino de viagem no tempo

Seu videogame

Seu animal espiritual

Sua piada (não) engraçada

Seu superpoder

Seu melhor amigo fictício

Sua viagem dos sonhos

Sua carreira alternativa

Sua combinação com celebridade

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amarofelipe16
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