
Forças e Fraquezas

Seu personagem dos Simpsons
O perfil do André lembra muito a Lisa Simpson: intelectual, irônico, obcecado por precisão e cheio de opiniões fortes sobre política, cultura e mídia. Ele corrige detalhes factuais e interpretações, como quando desmonta uma leitura equivocada de Cartola em “É só mentira isso aqui. Na gravação de 1976 o s é bem evidente...” ou aponta erro de dados no filme da Petra em “incrível como o filme novo da Petra já tem um erro no trailer (!), falando que tem mais de 30% de evangélicos no país”, algo muito Lisa corrigindo professores e adultos. Ele demonstra apreço por debate sério e por gente tecnicamente boa – como em “Cara, bizarro como já tem quase 40 anos que o Paul Freston é disparado o maior especialista no fenômeno dos evangélicos no Brasil” – e vive cobrando rigor de jornalistas e economistas, como em “os ex colegas me perdoem, mas a falta de ensino de lógica nas faculdades de jornalismo compromete demais a escrita”. Ao mesmo tempo, mantém humor meio nerd e referências culturais variadas, passando de tênis a Oscar, como em “Anora é o segundo melhor filme a vencer o Oscar de melhor filme desde 2008” e “Pode até perder pra um cara que sai top 10 desse torneio. Mas que nível de tênis absurdo... do João Fonseca”. Essa combinação de ativismo intelectual, perfeccionismo e ironia razoavelmente afetuosa é bem mais Lisa do que Bart, Homer ou Marge.

Seu tipo de personalidade MBTI
O perfil parece claramente extrovertido: ele comenta o tempo todo sobre política, futebol, cinema e jornalismo como se estivesse em uma mesa de bar pública, com humor e interação constante, por exemplo quando brinca com o sotaque mineiro em “Mesmo sendo mineiro, chegar em Confins é sempre um choque. De avião é achar que vai bater num prédio em Congonhas [...] e pá: oi, cê tá boa?”. A preferência por intuição (N) aparece na forma como ele usa fatos concretos como ponto de partida para análises mais amplas, sempre conectando contexto, história e teoria, como em “Texto fundamental do @iavelar para quem gosta de futebol. O Brasil não é o maior vencedor no futebol meramente por acidente histórico ou intervenção divina [...]” ou quando discute tendências religiosas e expectativas em “‘No caso do crescimento evangélico no Brasil, o discurso de inevitabilidade nasceu exatamente de uma expectativa adaptativa mal calibrada.’ Boa coluna da @DeborahBizarria [...]”. Ele se alinha fortemente a Thinking (T): critica lógica ruim, exige dados e faz correções técnicas, como em “eu perco tudo toda vez que ele fala cabeleleira” em tom irônico, e de forma mais explícita em “os ex colegas me perdoem, mas a falta de ensino de lógica nas faculdades de jornalismo [...] compromete demais a escrita” e “Eu só elogio o @pfnery, então acho que não faz mal dizer quando ele afirma coisas sem nenhuma base em dados [...]”. O lado Perceiving (P) surge no estilo debatidor, aberto e pouco formal: ele não parece preocupado em fechar conclusões ou manter uma linha editorial rígida, mas em explorar argumentos, provocar e ajustar opiniões conforme novas informações, como quando diz “Parabéns aos economistas que ontem resolveram apressadamente sair falando [...] e hoje perceberam que estavam falando contra desregulação da atividade econômica”. Além disso, a combinação de ironia, gosto por disputa intelectual e por destrinchar erros conceituais em várias áreas (economia, religião, cinema, política) é muito típica de um ENTP, visível em tweets como “Eu sou bem crítico a igualar humanas a ciências duras [...] mas economista que acha que não existe forma de produção de conhecimento além de inferência causal não devia passar em HPE.” e na longa implicância metódica com Apocalipse nos Trópicos em “Vou mencionar alguns erros do filme Apocalipse nos Trópicos [...] embora Petra Costa já tenha demonstrado [...] que acha um recurso proveitoso alterar fatos para”.

Algumas cantadas para você

Seus 5 Emojis
Sua nova bio do Twitter
Jornalismo, política, cinema e esporte. Mineiro em SP, ainda surpreso com Confins. Já publiquei texto no Carnaval e li coluna em plena sexta à noite.– @andreeler

Seu coquetel exclusivo
Cachaça mineira envelhecida entra como base porque ele é o mineiro que chega em Confins ouvindo “oi, cê tá boa?” e transformando aeroporto em crônica sociológica, como em “Mesmo sendo mineiro, chegar em Confins é sempre um choque.”. O vermute seco representa o azedume inteligente com que fala de economia, jornalismo e política, como quando diz que “economista que acha que não existe forma de produção de conhecimento além de inferência causal não devia passar em HPE.”. O licor de laranja é o toque pop/irônico pra quem cruza Amy Adams, Timothée Chalamet e JD Vance sem perder a piada, tipo em “De vez em quando vocês lembram que a Amy Adams é mãe do JD Vance?”. O espumante brut simboliza o entusiasmo quase adolescente com tênis e futebol, como em “Pode até perder... Mas que nível de tênis absurdo, que categoria, que vibração tem o João Fonseca.”, borbulhando por cima de toda a acidez. E o zest de limão siciliano é aquele arremate cortante e perfumado, tipo quando ele resume o Brasil com humor e política em coisas como “se a wikipédia brasileira não tivesse editores fascistas, a gente teria o artigo Lista de pessoas agraciadas com a medalha dos 3 I's (Imorrível, Imbrochável e Incomivel)” e a própria autodefinição linguística de “Minha pátria é a língua portuguesa (derrogatory)”.

Sua Casa de Hogwarts
O traço mais constante do André é a valorização de análise cuidadosa, método e correção lógica, algo bem típico da Corvinal. Ele se irrita explicitamente com falhas de raciocínio e lógica em áreas diversas, como quando critica a formação em jornalismo e explica passo a passo porque um argumento é ruim em “os ex colegas me perdoem, mas a falta de ensino de lógica nas faculdades de jornalismo [...] compromete demais a escrita” ou quando desmonta um cálculo econômico em “aparentemente foi isso aqui mesmo. Ele considerou como tarifa o déficit comercial dividido por importações dos Estados Unidos. [...] Absolutamente brilhante.”. Há também um apreço claro por estudo e especialização: ele elogia gente que domina profundamente seus temas e se baseia em dados, como em “Cara, bizarro como já tem quase 40 anos que o Paul Freston é disparado o maior especialista no fenômeno dos evangélicos no Brasil. Sempre consistente, técnico, razoável, com domínio absoluto do tema” e em “Eu só elogio o @pfnery, então acho que não faz mal dizer quando ele afirma coisas sem nenhuma base em dados, o que é bem incomum até nos tweets dele.”. Ele demonstra prazer intelectual em debates metodológicos, como ao comentar pesquisas e inferência em “Tá corretíssimo, aliás: não confiem demais nas linhas dos detalhamentos de pesquisas pra grupos pequenos” e ao criticar economistas que reduzem conhecimento a causalidade em “economista que acha que não existe forma de produção de conhecimento além de inferência causal não devia passar em HPE.”. Além disso, seu humor é frequentemente baseado em referências culturais e análises detalhadas — de cinema, política, economia e esporte — como em “Vou mencionar alguns erros do filme Apocalipse nos Trópicos, vários que eu não acho que deveriam ser aceitáveis em documentários pretensamente jornalísticos”, o que reforça o perfil de alguém que gosta de dissecar ideias e obras. Somando a obsessão por rigor, a crítica à desinformação e o gosto por discussões conceituais e técnicas, a casa que melhor o descreve é claramente a Corvinal.

Seu filme

Sua música
A música Eu Sou o Samba combina com ele porque é uma declaração orgulhosa de identidade, assim como o jeito muito marcado com que ele se coloca: crítico, bem-humorado e cheio de referências brasileiras, como quando escreve simplesmente “Eu sou o Samba”. O samba da canção nasce do povo, das esquinas e da política do cotidiano, espelhando o olhar dele para o Brasil em comentários sobre economia, imprensa e governo, como em “Eu sou bem crítico a igualar humanas a ciências duras, e sou até bem entusiasta da colonização das outras áreas pela economia…”. A ironia afetuosa que ele usa com futebol, Minas, São Paulo e cultura pop, como em “já pararam pra pensar como Minas inteira [...] é tão grande quanto um bairro de São Paulo?”, lembra a malandragem inteligente do samba clássico. Ao mesmo tempo, ele é apaixonado por cultura brasileira – Cartola, futebol, política, imprensa – o que combina com o verso implícito da música: quem se vê no samba se vê na própria história do país. Assim como o eu lírico da canção se apresenta como a própria voz do samba, ele parece falar da posição de quem vive e comenta intensamente o Brasil em todas as suas contradições.

Seu destino de viagem no tempo

Seu videogame

Seu animal espiritual

Sua piada (não) engraçada

Seu superpoder

Seu melhor amigo fictício

Sua viagem dos sonhos

Sua carreira alternativa

Sua combinação com celebridade

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andreeler
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