
Forças e Fraquezas

Seu personagem dos Simpsons
O perfil da Anne lembra muito a Lisa Simpson: super intelectualizada, autocrítica e meio deslocada. Ela vive estudando e problematizando tudo, como quando fala de psicanálise e filosofia em tweets como “incrível que depois que passei a estudar psicanálise essa porra comeu meu juízo e consigo enxergar coisas que antes não conseguia…” e “quando descobri a relação entre Bernays e Freud, aos 17 anos, apenas uma pergunta ficava na minha cabeça: a percepção é melhor que o ser?”. Assim como a Lisa, ela sente um certo fardo de enxergar demais e pensar demais, o que aparece em coisas como “sinto que tá todo mundo querendo ficar burro e se orgulhando disso” e “nunca foi tão fácil aprender e nunca foi tão fácil se distrair. a diferença está na recusa ao tédio…”. Há também uma vulnerabilidade emocional muito exposta, com flertes com ideação suicida e sensação de não-pertencimento em tweets como “aprendi a lidar com o flerte suicida, ou então eu não vivo” e “queria desaparecer”, bem no espírito da Lisa existencialista e triste por ser levada a sério de menos. Ao mesmo tempo, ela é nerd, apaixonada por estudo e extremamente crítica com o próprio desempenho, como em “depois de fazer uma lista de exercícios, constatei que sou boa em matemática, português, filosofia... deus, se você existe, me dê um defeito.” e na alegria com terapia em “MINHA TERAPIA VAI VOLTAAAARRRRRRR tô tão FELIZZZZZZZ”, o que completa muito bem esse paralelo com a Lisa.

Seu tipo de personalidade MBTI
Eles parecem ser mais introvertidos (I) do que extrovertidos: falam de estudar sozinha, de cansaço social, desejo de sumir e abandonar redes (“queria desaparecer”, “vontade de abandonar todas as minhas redes sociais de novo”), e valorizam muito interações profundas, como com o Nathan (“melhor coisa do mundo é desabafar e chorar com o nathan...”). A preferência por intuição (N) é forte: inúmeros tweets são abstratos, conceituais e metateóricos, discutindo psicanálise, filosofia e epistemologia, como em “a percepção é melhor que o ser?” e “toda premissa tem um componente subjetivo, até na ciência”, além de reflexões sobre escolhas e sofrimento (“não existe vida sem restos”). O eixo Thinking (T) aparece na ênfase em análise crítica, lógica e desconstrução, mesmo em temas emocionais: ela critica falácias de autoridade e "profecias tecnológicas" (“desintermediação intelectual é uma coisa, profecias tecnológicas são narrativas construídas”), e usa formulações racionais para falar de sofrimento e suicídio (“aprendi a lidar com o flerte suicida, ou então eu não vivo”). Em relação a J/P, há forte traço de judging (J): gosta de estruturar estudos, fazer threads, planejar metas e currículos (“foco para 2026 tirar CAE, diploma, produzir mais vídeos...”; “dia de rebranding no notion e eu vou separar umas três horinhas só pra isso”). Mesmo reclamando da faculdade, mostra organização e compromisso com projetos longos, como artigo que virou “monografia” (“jurei q meu artigo iria dar umas 20 páginas e eu já tô indo p 44...”). O conjunto aponta para alguém introspectiva, analítica, teórica, crítica e planejadora: um perfil típico de INTJ.

Algumas cantadas para você

Seus 5 Emojis
Sua nova bio do Twitter
ux engineer, vestibulanda de psico, café como religião. uma vez fui comprar remédio e só acreditaram que sou adulta depois do RG.– @angoista

Seu coquetel exclusivo
Um drink forte porque você é literalmente movida a café e estudo, tipo quando diz que se acabou o café acaba a Anne: “se acabou o café automaticamente também acaba a anne logo não estarei mais estudando”. A cachaça envelhecida representa sua raiz brasileira e um certo caos controlado, que aparece tanto nos surtos com a USP quanto no amor pela psicanálise: “🫵🏽 vc vai se ver comigo usp maldita filha da puta” e “incrível que depois que passei a estudar psicanálise essa porra comeu meu juízo”. O xarope de café espresso simboliza as madrugadas nerds, artigos gigantes e threads de estudo: “jurei q meu artigo iria dar umas 20 páginas e eu já tô indo p 44...” e “thread de estudos 6/1: tive aula de inglês, tomei algumas notas de filosofia da mente...”. O limão-siciliano traz a acidez dos teus textões sobre burrice orgulhosa e tédio necessário pra aprender: “sinto que tá todo mundo querendo ficar burro e se orgulhando disso” e “nunca foi tão fácil aprender e nunca foi tão fácil se distrair... o tédio expõe que somos responsáveis pelo que fazemos do tempo”. Já o licor de laranja com pimenta é o lado irônico, inteligente e meio agressivo-afetuoso, que manda matar Newton e Leibniz e ao mesmo tempo quer fazer guia de matemática pros outros: “quero voltar ao passado e matar leibniz e isaac newton” e “queria muito fazer um guia basico de matematica zero até calculo pra quem sofre na faculdade”. A espuma de flor de laranjeira é o verniz sensível por cima de tudo isso: a menina que quer denguinho, cheirinho e some nas próprias crises existenciais: “queria um denguinho um cheiro 😞”, “papo de sumir” e “eu dizendo para a minha psi, abertamente, que não faz sentido nem é justo viver apenas porque as pessoas querem me ver vivendo se eu estou sofrendo”. E o nome Metal Slug & Pulsão Sour vem da mistura de jogar Metal Slug na pausa do caos: “vou dar uma pausa e assistir hora do vt enquanto jogo metal slug” com a teoria da pulsão de morte que você mesmo cita: “considero que a ansiedade surge da operação da pulsão de morte dentro do organismo”.

Sua Casa de Hogwarts
A @angoista demonstra uma relação quase obsessiva com estudo, teoria e pensamento crítico, típica de Corvinal. Ela fala de fazer thread de estudos e assistir debate de filosofia da mente em inglês, ligando isso a saudade de literatura e tradução, o que mostra prazer genuíno em pensar e aprender: “thread de estudos 6/1: tive aula de inglês, tomei algumas notas de filosofia da mente e assisti um pouco do debate de searle vs eccles.”. Também reflete sobre epistemologia e ciência de forma bem articulada, valorizando interpretação e premissas, como em: “toda premissa tem um componente subjetivo, até na ciência. a ciência só existe porque antes já estamos no mundo, interpretando…”. Ela consome conteúdo difícil por prazer, como entrevistas do Foucault em francês sem legenda: “estava assistindo uma entrevista do foucault em francês sem legenda alguma”, e brinca intelectualmente misturando autores em um “ratatouille” filosófico: “ratatouille com legumes de sartre, heidegger e foucault… regados com molho de wittgenstein e finalizados com um fio deleuze”. Até nas queixas, o foco volta para estudo e conhecimento, como querer fazer um guia de matemática do zero ao cálculo: “queria muito fazer um guia basico de matematica zero até calculo pra quem sofre na faculdade”, e listar metas de diplomas, CAE, idiomas e livros de psicologia: “foco para 2026 tirar CAE diploma produzir mais vídeos ler mais livros de psico francês: avançar ou me matar espanhol né”. Essa combinação de curiosidade intensa, amor por teoria, meta-estudo e orgulho da própria mente encaixa muito mais na Corvinal do que em qualquer outra casa.

Seu filme

Sua música
A música Bury a Friend combina bem com o jeito intenso, autoanalítico e sombrio-irônico da anne. Ela fala abertamente sobre sofrimento psíquico e flerte suicida, como em “eu dizendo para a minha psi [...] aprendi a lidar com o flerte suicida, ou então eu não vivo. [...] não quero medicação para parar de sofrer.” e em “thread de estudos [...] agora me deu vontade de me matar pq me deu saudades de literatura”, o que dialoga com o clima inquietante e confessional da música. Ao mesmo tempo, ela é intelectual, irônica e meio dark-humor, como se vê em “incrível que depois que passei a estudar psicanálise essa porra comeu meu juízo” e “quero voltar ao passado e matar leibniz e isaac newton”, algo muito presente no tom ácido da Billie. A sensação de estar deslocada, esquisita e exausta aparece em “tem algo rolando comigo q tenho certeza q só autista sente” e “só noticia ruim acontece na minha vida pqp”, espelhando o tema de estranheza consigo mesma na letra. E mesmo assim, ela continua estudando, analisando e racionalizando tudo, como em “depois de fazer uma lista de exercícios, constatei que sou boa em matemática, português, filosofia...” e “nunca foi tão fácil aprender e nunca foi tão fácil se distrair”, o que combina com a tensão da música entre lucidez e caos interno.

Seu destino de viagem no tempo

Seu videogame

Seu animal espiritual

Sua piada (não) engraçada

Seu superpoder

Seu melhor amigo fictício

Sua viagem dos sonhos

Sua carreira alternativa

Sua combinação com celebridade

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angoista
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