
Forças e Fraquezas

Seu personagem dos Simpsons
A Ton parece mais próxima da Lisa Simpson: autoconsciente, dramática, inteligente e cheia de referências culturais, ao mesmo tempo em que se sente deslocada. Ela se descreve como sua própria maior hater e fala de auto-sabotagem em tom irônico e reflexivo, como em “vcs tem q entender q EU sou minha maior hater EU vou contra tudo q pode me fazer feliz ok?? (eu vou mudar tá gente new year new person”, o que lembra a autoanálise constante da Lisa. O jeito afetado e performático de falar de arte, estética e filmes, tipo “sempre a estética de filme com apartamentos bagunçados ... Gente perdida e bonita, geralmente meio triste” e “filme cult safico dvd pirateado gravado nos confins do interior de minas gerais”, também combina com o lado pseudo-intelectual e sensível da personagem. Ao mesmo tempo, ela é engajada e opinativa, comemorando e ironizando política em “gente bolsonaro foi preso acho que ja eh motivo pra faltar a semana pra comemorar né :P”, algo bem Lisa. Por fim, a mistura de humor ácido, crises existenciais e amor pelos amigos, visível em “solidão urbana e juventude deslocada” e em como fala dos amigos e do irmão, lembra a forma como a Lisa vive entre o cinismo e a esperança, sempre se sentindo um pouco "deslocada demais" para o próprio mundo.

Seu tipo de personalidade MBTI
Eles parecem mais extrovertidos (E) do que introvertidos: falam muito de festas, amigos e performances sociais, como em “me expus muito nessa festa, destruiu minha estética de meninxx misteriosxx... vou ter q me isolar dnv” e na animação ao comentar do grupo de “gays matemáticos” em “meus amgs do grupo de gays matemáticos comemoraram a prisão do bou##### transando e bebendo (eu conheci a inveja”. A forma como escreve é muito associativa, cheia de imagens e referências, sugerindo intuição (N) mais do que foco em fatos concretos, como em “sempre a estética de filme com apartamentos bagunçados... Gente perdida e bonita, geralmente meio triste” e na criação de personagem em “criei uma personagem com um nome ridículo e uma personalidade de filha da puta sem amor familiar que certamente vai morrer e eu amo muito ela”. As reações são claramente emocionais e empáticas, priorizando sentimento e intensidade, o que indica Feeling (F): por exemplo, o auto-ódio e vulnerabilidade em “vcs tem q entender q EU sou minha maior hater EU vou contra tudo q pode me fazer feliz ok?? (eu vou mudar tá gente new year new person” e o carinho pelos amigos em “cuidar do meu irmao (que eu morreria por ele)...”. O estilo é claramente caótico, improvisado e pouco planejado, típico de Perceiving (P): fala de impulsos, decisões de momento e desorganização, como em “vou ficar em abstinência por 20 horas consecutivas dia 26 sem falar sem me comunicar apenas pequenos ruídos de agonia” e “vey brigaram cmg so pq meu quarto eh um cafofo abrigo de ratos... (eh pra ficar fudido igual minha mente”. A mistura de humor autodepreciativo, intensidade emocional e vida social performática combina bem com o arquétipo ENFP: alguém expansivo, criativo, dramático, muito ligado a pessoas e sentimentos, mas que vive em meio ao caos e à espontaneidade, como sintetizado em “por mais q não combine com meu jeito q parece que estou numa desgraça eterna e tragédia incessante eu nunca fui low profile na minha vida”.

Algumas cantadas para você

Seus 5 Emojis
Sua nova bio do Twitter
Artista dramática em recuperação, ex-hater de si mesma. Uma vez quase derrubei um churrasco por ódio ao Cellbit e decidi transformar isso em desenho.– @antosdcard

Seu coquetel exclusivo
A cachaça envelhecida forte representa a tua energia caótica, dramática e levemente autodestrutiva, tipo quando solta um “ja ta podendo se matar rapaziada vamo q vamo” e um “gente sera q eh mt humilhação ah q se foda vou morrer antes dos 25” como se fosse só mais uma terça. O licor de açaí com açúcar queimado é o lado amazônico/BR e doce-amargo, igual a vibe de “eh engraçadao pensar oq a Ton verde amazonense 100% pro chão desce e chora🧑🏽🍼🎶🪨🧑🏽🍼” misturado com o drama de “bipolaridade, demonios gauchos, monanges (mais de um), caipiranha de JESSÉ, momentos reveladores”. O suco de limão bem ácido entra pelo shade e pelo ódio performático, tipo “meu pai eh a pessoa mais inútil que conheço. Em todos os aspectos” e o surto com a menina da Fluttershy em “vagabunda inútil ridícula idiota patética safada”. O xarope de frutas vermelhas é o coraçãozinho safico, dramático e apaixonado pelos filmes e personagens, de “filme cult safico dvd pirateado” até “criei uma personagem com um nome ridículo… e eu amo muito ela”. E o glitter comestível verde por cima é a estética performática, bonita mas em crise, tipo “por mais q não combine com meu jeito q parece que estou numa desgraça eterna… eu nunca fui low profile” e o momento autoafirmação-em-mergulho-existencial de “viado pior eh que eu sou bonita tlgd, mas tipo, não o suficiente pra fazer alguma diferença”.

Sua Casa de Hogwarts
A Ton transpira criatividade e reflexão, o que é muito característico de Ravenclaw. Ela cria personagens complexas e meio trágicas por diversão, como quando fala que “criei uma personagem com um nome ridículo e uma personalidade de filha da puta sem amor familiar que certamente vai morrer e eu amo muito ela”, o que mostra fascínio por construção de narrativa e psicologia. Também descreve de forma bem analítica e estética o tipo de mundo que a atrai, falando de “solidão urbana”, “gente perdida e bonita” e toda uma atmosfera cinematográfica em “sempre a estética de filme com apartamentos bagunçados [...] Gente perdida e bonita, geralmente meio triste”, o que revela olhar observador e conceitual. Ela ainda demonstra consciência introspectiva e autoanálise, como quando diz “vcs tem q entender q EU sou minha maior hater EU vou contra tudo q pode me fazer feliz ok?? (eu vou mudar tá gente new year new person”. Por fim, há um lado performático e irônico muito rápido de raciocínio, visível em tweets como “vou começar e postar sobre os musculosos gostosos em poses gulosas pq eu sou performática” e em suas tiradas sobre filmes, fandoms e estética, algo que combina bem com a sagacidade e excentricidade típicas de Ravenclaw.

Seu filme

Sua música
A melhor música pra Ton é Cachimbo da Paz, porque mistura ironia, caos afetivo e aquele humor autodepreciativo que ela vive tweetando. Ela mesma se assume dramática e sabotadora quando diz que “EU sou minha maior hater EU vou contra tudo q pode me fazer feliz ok?? (eu vou mudar tá gente new year new person”, o que casa muito com a narrativa da música sobre erros, fuga e tentativa de mudança. O clima de juventude cansada e deslocada também aparece nos tweets sobre “solidão urbana e juventude deslocada” e na estética de gente perdida e bonita, bem vibe personagem de clipe. Ao mesmo tempo, ela lida com família, ressentimento e humor negro, como em “meu pai eh a pessoa mais inútil que conheço. Em todos os aspectos” e “gente sera q eh mt humilhação ah q se foda vou morrer antes dos 25”, que lembram o jeito ácido com que o Gabriel narra conflitos e desilusões. E apesar de todo o caos, ainda tem carinho pelos amigos, namorada e momentos especiais — tipo quando fala “mt bom morram de inveja solitários i have a gurlfriend 👻👻” — o mesmo contraste entre dureza e afeto que a música traz no fim.

Seu destino de viagem no tempo

Seu videogame

Seu animal espiritual

Sua piada (não) engraçada

Seu superpoder

Seu melhor amigo fictício

Sua viagem dos sonhos

Sua carreira alternativa

Sua combinação com celebridade

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