
Forças e Fraquezas

Seu personagem dos Simpsons
A Poppy lembra muito a Lisa Simpson: intelectualizada, introspectiva, sensível e constantemente angustiada com o estado da própria vida e do mundo. Ela reflete bastante sobre sentimentos e linguagem, como quando pensa se existe palavra para a frustração de não conseguir aliviar a dor do outro em “Eu penso muito se tem alguma palavra no português que consiga definir a frustração de ser incapaz de acalentar a dor de outra pessoa”, algo bem típico da mente analítica e empática da Lisa. O engajamento emocional com arte e mídia (BTS, animes, fanfics, AO3), além da crítica a moralismo em narrativas, aparece em “Tem algo que me irrita no moralismo de alguns autores” e “Como a pessoa se propõem a escrever uma história de romance e ela desenvolver tudo MENOS A PORRA DO ROMANCE”, ecoando o lado crítica cultural da Lisa. Ao mesmo tempo, a sensação constante de inadequação, medo e exaustão — como em “Eu olho para minha perspectiva de vida e sinto medo, sinto TANTO medo” e “Particularmente hoje, eu queria morrer” — dialoga com a faceta mais melancólica e ansiosa da personagem. E, apesar de tudo isso, ela mantém humor ácido e afeto pelos outros, visível em coisas como “Minha mulher me deu a tarefa de fazer um top com miçangas em três dias, ela é louca e eu sou louca por ela”, que combinam com o jeito carinhoso, irônico e ligeiramente dramático da Lisa.

Seu tipo de personalidade MBTI
Eles parecem mais introvertidos (I) do que extrovertidos: falam muito de ficar em casa, fugir de amigos e não querer sair, como em “Mainha apareceu quando eu tava dizendo que tava fugindo dos meus amigos e que não sentia vontade de sair de casa e agora ela me olha como se eu tivesse depressão (Eu tenho” e “Mainha me obrigando a aceitar o convite das minhas amigas de sair”, além de se refugiar em atividades solitárias (ler fanfic, crochê, Ao3, BBB pelo Twitter). Há forte predominância de Intuição (N): fazem reflexões abstratas e existenciais, como em “Eu penso muito se tem alguma palavra no português que consiga definir a frustração de ser incapaz de acalentar a dor de outra pessoa, ou se existe alguma palavra que transmita a ânsia de possuir a dor de alguém para que essa pessoa não sofra” e em análises de narrativa e moralidade em obras de ficção, como “Tem algo que me irrita no moralismo de alguns autores...”. A preferência por Feeling (F) aparece na forma como priorizam empatia, dor emocional e relações, por exemplo em “Odeio elogio porque como é que eu explico que não tô acreditando porque sofri muito bullying...” e na frustração por não poder tirar a dor dos outros em “Mimi caiu e... a frustração por não conseguir tirar a dor dele”, bem como na sensibilidade com família e pobreza em “Concluir os estudos é sempre mais difícil quando se é pobre...”. Eles parecem mais Perceiving (P) do que Judging: há muita improvisação, caos cotidiano e dificuldade de estrutura (perder agulha, quebrar celulares, apagar histórico, reclamar de prazos e monitoria), como em “Eu apaguei meu histórico sem querer... EU ME ODEIO”, “Faz quase uma semana que eu não pego no crochê e parece que eu nem sei mais segurar a lã e agulha” e o desemprego + 10 mil tweets em “10 mil twittes, o desemprego tá babado”. No conjunto, a mistura de introspecção intensa, imaginação fértil (fanfic, universos alternativos como “Imagine uma vmin au com o taehyung baseado em hades e o Jimin em perséfone”), foco em sentimentos e valores, e vida prática meio desorganizada aponta fortemente para INFP.

Algumas cantadas para você

Seus 5 Emojis
Sua nova bio do Twitter
Fotógrafa de casa brasileira, crocheteira em crise, monotora que corrige relatório nas férias e assombrada por um espírito que corre da lavanderia pro banheiro.– @Ap_807

Seu coquetel exclusivo
A unique blend.

Sua Casa de Hogwarts
A Poppy mostra um traço fortíssimo de análise e reflexão, típico de Ravenclaw. Ela pensa linguagem com cuidado, como quando questiona a existência de uma palavra para a frustração de não poder aliviar a dor de outra pessoa em “Eu penso muito se tem alguma palavra no português que consiga definir a frustração de ser incapaz de acalentar a dor de outra pessoa…”. Também analisa profundamente narrativa, moral e construção de personagem, criticando o moralismo em ficção em “Tem algo que me irrita no moralismo de alguns autores…” e elogiando a direção de arte e coesão de uma série em “Essa série tem uma direção de arte muito bem desenvolvida… os arcos são tratados com uma coesão surpreendente.”. Ela demonstra amor por histórias complexas e meta-análise de fandom, como em “Imagine uma vmin au com o taehyung baseado em hades e o Jimin em perséfone…”, onde cria uma AU inteira com base em mitologia grega. Além disso, há um lado claramente acadêmico e exigente consigo mesma e com os outros, visível em “Tão difícil lidar com estudante que quer agradar… é minha obrigação como pessoa que tá te avaliando…”, o que reforça o perfil de alguém intelectual, crítico e orientado a critérios. Ela tem coragem (Gryffindor) e lealdade aos seus (Hufflepuff), mas o traço dominante é a mente analítica, criativa e auto-reflexiva — o que a coloca de forma mais convincente em Ravenclaw.

Seu filme

Sua música
A canção The Truth Untold combina a vulnerabilidade profunda com um romantismo intenso, o que aparece muito na forma como ela fala de si e do amor. Na bio, ela diz que “~ O medo é meu combustível mais cruel e, enquanto a gentileza não assume, meus resultados são vazios consolos”, ecoando a temática de medo, autodefesa emocional e dificuldade de se enxergar digna de afeto que atravessa a letra. Ela demonstra um amor grande e quase doído, seja pela parceira — como em “Minha mulher me deu a tarefa de fazer um top com miçangas em três dias, ela é louca e eu sou louca por ela” — seja pelos ídolos e personagens de quem fala com devoção e dor, como em “Tô lendo uma história agora que o par romântico do protagonista não traiu só a ele, traiu a mim também, que CONFIEI NELE CEGAMENTE”. Ao mesmo tempo, ela expõe um sofrimento muito cru e desejos autodestrutivos em tweets como “Queria falar algo bem depreciativo, mas vão me repreender no momento em que eu abrir a boca para falar que eu queria cortar meu pescoço com uma faca e em seguida me pendurar com uma corda pelo pescoço” e “Eu olho para minha perspectiva de vida e sinto medo, sinto TANTO medo… medo de continuar presa nessa corrente que cerca meu pé nessa casa desmoronando”, que ressoam com a solidão e autossabotagem presentes na música. O fato de ser army declarada, comentando BTS o tempo todo como em “Foi só o BTS voltar que leis estão sendo implementadas, são os maiorais mesmo”, ainda torna simbólico escolher justamente uma faixa deles, que também fala de se esconder por medo de ser visto e machucar ou ser machucada.

Seu destino de viagem no tempo

Seu videogame

Seu animal espiritual

Sua piada (não) engraçada

Seu superpoder

Seu melhor amigo fictício

Sua viagem dos sonhos

Sua carreira alternativa

Sua combinação com celebridade

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Ap_807
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