
Forças e Fraquezas

Seu personagem dos Simpsons
Ela lembra muito a Lisa Simpson: sensível, intensa, cheia de expectativas acadêmicas e ao mesmo tempo sobrecarregada emocionalmente. Assim como a Lisa com os estudos e os concursos, ela vive o vestibular com ansiedade e esperança, falando de notas de corte e escolhas do SISU, como em “aumentou o corte da ufv 💔” e “acho que finalmente decidi minhas opções do sisu e agora tô apaixonada por elas 😭”. Há uma melancolia reflexiva muito lisa-like em coisas como “acho que real tô passando por um dos momentos mais difíceis da minha vida” e “pouco se fala sobre o sentimento de não ter dinheiro para pagar uma particular...”, mostrando consciência social e frustração com as injustiças. Ela também sente deslocamento e solidão, mas ainda valoriza as poucas pessoas próximas, como em “me sinto sozinha em boa parte do tempo, mas me sinto feliz por ter algumas pessoas ao meu lado”, o que combina com a Lisa se sentindo diferente, porém muito ligada a quem ama. E, por fim, a bio “Eu sou poeta e não aprendi a amar” reflete esse lado artístico, sensível e dramático que a Lisa tem quando escreve, toca saxofone e questiona o mundo.

Seu tipo de personalidade MBTI
Eles aparentam ser mais voltados para dentro, refletindo bastante sobre sentimentos difíceis, solidão e pertencimento, como em “me sinto extremamente sozinha” e “queria sentir que pertenço a algum lugar”, o que sugere I (introvertida), apesar de gostarem de rolês e palco. A forma como ligam tudo a significados internos, sinais e esperança, por exemplo em “acordei com um sinal bizarro... eu penso que eu só me confundi e nunca foi comigo” e “que seja feita a vontade dEle em todos os momentos!”, indica foco em possibilidades e interpretações, típico de N (intuição). Quase todos os desabafos são guiados por emoções, injustiça pessoal e relações, como em “eu só não acho justo isso estar acontecendo comigo” e “a frustração te faz ter pensamentos horríveis”, o que se alinha claramente ao F (sentimento). Apesar de terem momentos de planejamento intenso com vestibular e SISU, há muita oscilação emocional, impulsividade e fala de ‘aproveitar a vida universitária’, como em “grande dilema entre querer namorar 🤝 aproveitar a vida universitária” e “quero ir em todos os rolês possíveis em fevereiro”, sugerindo um estilo mais flexível e reativo, próximo de P (perceptiva). Somando introspecção emocional intensa, idealismo, foco em sentido pessoal e sofrimento por não pertencer, o conjunto se encaixa melhor em INFP.

Algumas cantadas para você

Seus 5 Emojis
Sua nova bio do Twitter
Vestibulanda em modo sobrevivência, atriz de palco municipal e ex-estagiária de cartório em reabilitação. Fé, rolês de fevereiro e um pouco de caos.– @araujo_giih_

Seu coquetel exclusivo
O vodka de frutas vermelhas bem forte representa a intensidade dela entre o desespero do vestibular e a vontade de namorar, tipo o mix de vibes em “grande dilema entre querer namorar 🤝 aproveitar a vida universitária” e “não aguento mais esperar os resultadossssssss”. O licor de café com toque amargo é a insônia estudando e o ranço acumulado de prova e nota de corte, inspirado em “odeio a unicamp por sempre me deixar na dúvida entre duas alternativas” e “aumentou o corte da ufv 💔”. O xarope de maracujá azedinho-doce é o drama romântico e os amores platônicos que nunca viram realidade, como em “todos os meus amores platônicos começaram a namorar, acabou a diversão” e na bio “Eu sou poeta e não aprendi a amar”. A espuma leve de água de coco é o lado leve, de palco, amigos e momentos simples que ainda deixam o coração quentinho, refletindo “não me arrependo de ter entrado nisso, foi definitivamente a melhor decisão do ano” e “o famoso “feliz no simples””. O glitter comestível dourado por cima é a fé e a esperança brilhando mesmo nos piores dias, como em “tenho tanta fé e esperança, que se der tudo errado, eu mudo de nome e deleto as redes sociais” e no desabafo de “acho que real tô passando por um dos momentos mais difíceis da minha vida”, porque a Gi é caos, dor, rolê e recomeço no mesmo copo.

Sua Casa de Hogwarts
A gi transborda características de Hufflepuff: ela valoriza muito as pessoas que tem por perto e a sensação de pertencimento, mesmo sentindo solidão com frequência. Ela diz que queria "sentir que pertenço a algum lugar" e que "me sinto sozinha em boa parte do tempo, mas me sinto feliz por ter algumas pessoas ao meu lado" em “queria sentir que pertenço a algum lugar” e “me sinto sozinha em boa parte do tempo, mas me sinto feliz por ter algumas pessoas ao meu lado”, mostrando um valor enorme dado a relações e acolhimento, bem típico de Hufflepuff. A lealdade é um tema forte: ela afirma que "tudo pode mudar na minha vida, menos minha amizade com o Rafael" em “tudo pode mudar na minha vida, menos minha amizade com o Rafael” e também declara "eu tenho as melhores pessoas do meu lado!" em “eu tenho as melhores pessoas do meu lado!”, mostrando gratidão e constância com quem ama. Além disso, ela é extremamente trabalhadora e resiliente com os estudos: falta na escola para estudar e encara vestibulares difíceis, como em “eu faltando na escola pra ficar estudando em casa (se pudesse, faltava no trabalho também)” e no desabafo sobre esperar resultados de públicas sem poder pagar particular em “pouco se fala sobre o sentimento de não ter dinheiro para pagar uma particular e ter que ficar esperando os resultados das públicas…”, o que revela disciplina, humildade e esforço – valores centrais de Hufflepuff. Mesmo quando fala de frustração e dor, ela continua tentando fazer o certo e se manter justa consigo mesma, como em “eu só não acho justo isso estar acontecendo comigo”, reforçando um senso de justiça e merecimento baseado em esforço, não em privilégio. Há um toque de coragem e ambição (Gryffindor/Sonserina) na dedicação ao vestibular e na fé em um futuro melhor, mas o núcleo da personalidade dela gira em torno de lealdade, trabalho duro, sensibilidade com os outros e desejo de pertencimento – o coração de uma Hufflepuff.

Seu filme

Sua música
Uma música que combina muito com a @araujo_giih_ é Caderninho, do João Gomes, porque fala de guardar sentimentos, frustrações e sonhos em segredo, como se fosse um diário – exatamente como ela faz no Twitter. Ela vive um misto de amor, desilusão e recomeço, falando de amores platônicos e relacionamentos que não acontecem, como em “todos os meus amores platônicos começaram a namorar, acabou a diversão” e “prefiro te esquecer do que me apaixonar”. Ao mesmo tempo, carrega uma tristeza profunda com esperança, refletida na frustração com a faculdade e o vestibular em “muito triste pensar que eu não passei na minha faculdade dos sonhos” e “pouco se fala sobre o sentimento de não ter dinheiro para pagar uma particular…”. O tom da música, meio sofrido, meio sonhador, conversa com o jeito dela de se sentir deslocada e sozinha, mas ainda assim cercada de alguns afetos, como em “me sinto extremamente sozinha” e “me sinto sozinha em boa parte do tempo, mas me sinto feliz por ter algumas pessoas ao meu lado”. Além disso, a bio dela – “Eu sou poeta e não aprendi a amar” – combina muito com a ideia do Caderninho: alguém que sente demais, escreve demais, mas ainda está aprendendo como amar e ser amada no meio de tanta bagunça emocional.

Seu destino de viagem no tempo

Seu videogame

Seu animal espiritual

Sua piada (não) engraçada

Seu superpoder

Seu melhor amigo fictício

Sua viagem dos sonhos

Sua carreira alternativa

Sua combinação com celebridade

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araujo_giih_
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