
Forças e Fraquezas

Seu personagem dos Simpsons
Ariadne lembra muito a Lisa Simpson: intelectual, crítica e meio desencantada com o mundo, mas ainda muito afetiva. Ela fala de mestrado, PPG e trabalho acadêmico com ironia, como em “trabalhar pra ppg é tipo: segunda tomar café e fazer ficha de rpg terça MATE DEUS E EVITE O ARREBATAMENTO”, o que combina com a veia estudiosa e cínica da Lisa. Ao mesmo tempo, demonstra consciência social e de minorias, por exemplo em “às vezes me dá um pouco de raiva como certas coisas são só mil vezes mais fáceis se vc não for de um grupo minoritário” e “Muito comumente pessoas cis respeitam sua identidade somente se gostam de ti”, algo que ecoa o jeito engajado da personagem. O tom melancólico e ansioso em tweets como “me dá desânimo de existir ver minha esposa doente” e “acho que em parte o que me afastou de manter amizades ou criar novas é que essa vontade de ir embora está cada vez mais forte” lembra a solidão e a sensação de inadequação que a Lisa sente. Mesmo assim, ela mantém um lado nerd e apaixonado por cultura pop, jogos e quadrinhos, como em “Terminei Chi no Wadachi Baita quadrinho sobre trauma geracional” e “Fazendo as outras rotas de Tsukihime depois de um tempinho”, o que também combina bastante com a curiosidade e o gosto por arte e mídia da Lisa.

Seu tipo de personalidade MBTI
Eles parecem claramente mais introspectivos do que expansivos, falando de cansaço social e irritação com muita gente em volta, como em “Acho que chegou um ponto em que só não consigo ficar em um ambiente com muitas pessoas que fico muito irritada” e “Cacete será que eu ainda tenho amigos”, o que aponta para I ao invés de E. A timeline mistura muita reclamação concreta (aluguel, dor física, cidade, trabalho), mas sempre com reflexões mais abstratas sobre vida, tempo e minorias, como em “uma coisa engraçada que sinto conforme envelheço é que certas idades já não parecem tão velhas [...] a vida parece mais curta” e “às vezes me dá um pouco de raiva como certas coisas são só mil vezes mais fáceis se vc não for de um grupo minoritário”, o que encaixa melhor em N do que em S. A forma como se posiciona é muito baseada em valores pessoais e empatia, com indignação moral e foco em respeito a identidades, por exemplo em “Muito comumente pessoas cis respeitam sua identidade somente se gostam de ti” e na crítica à censura de autores racistas em “a quem interessa colocar tudo debaixo do tapete?”, o que sugere F mais que T. Em relação a estrutura e organização, ela aparenta viver num fluxo meio caótico, reclamando da vida acadêmica, saúde e grana, falando de decisões mais no impulso, como em “Não dá mais pra morar nessa casa”, “Não tem condições, eu vou alterar meu nome civil no início do ano que vem” e nas dificuldades de manter amizades por uma vontade de “ir embora” em “acho que em parte o que me afastou de manter amizades ou criar novas é que essa vontade de ir embora está cada vez mais forte”, o que se alinha a P mais que J. Somando introversão, reflexão abstrata, forte carga emocional/valorativa e um estilo mais espontâneo e desorganizado, o tipo que melhor encaixa com o perfil dela é INFP.

Algumas cantadas para você

Seus 5 Emojis
Sua nova bio do Twitter
Lésbica, mestranda em humanas, dona da Caju e da Layla. Entre TWD, Azumanga Daioh e aluguel absurdo, sigo sobrevivendo a Goiânia.– @ariadnesquick

Seu coquetel exclusivo
Um drink forte, meio amargo e meio doce, porque viver pagando “essa merda de aluguel irreal” e odiando “essa cidade” pede cachaça de responsa. O licor de caju é pela Caju, presença constante e afetiva em meio ao caos, de “Eu e Caju” ao “eu quero a caju :(”](https://x.com/ariadnesquick/status/2010520295967264779). O limão ácido e o gengibre representam a acidez afiada de quem solta pérolas como “Eu sou o anjo do inferno que chegou pra lhe buscar” e “Dê me paciência pra não matar uma véia essa semana”](https://x.com/ariadnesquick/status/1998450325355901179). A espuma de cerveja de trigo é homenagem ao espírito filosófico-boêmio da “CERVEJA DELEUZIANA” e ao mestrado, que faz ela comer “slop” enquanto pensa ontologia. No final, é um coquetel experimental, intenso como ouvir um dsbm em loop (“ouvindo um dsbm”), mas com um fundinho doce de quem mostra Azumanga Daioh pra Layla e chora no final (“mostrei azumanga daioh pra layla e chorei dnv no final”).

Sua Casa de Hogwarts
Ariadne mostra um envolvimento constante com reflexão, mídia e teoria, o que é bem típico de Ravenclaw. Ela comenta leitura de quadrinhos mais densos, como em “li minha experiência lésbica com a solidão ontem é um quadrinho interessante, clica um pouco com boa parte das pessoas que tenham sexualidades dissidentes” e “Terminei Chi no Wadachi Baita quadrinho sobre trauma geracional e relações problemáticas com mães”, mostrando interesse em análise de temas complexos. Também analisa narrativa de HQs e animes com um olhar comparativo e quase acadêmico, como em “Achei o final de TWD bom, a hq terminou onde precisava terminar [...]” e “Tenho pensado que algumas coisas do que no futuro veio a deixar Shingeki no Kyojin popular, o Kirkman já tinha escrito em TWD Acho que uma diferença maior de narrativa estaria em um tempero meio novelesco que TWD tem, algo meio X Men”. Ela está em pós-graduação em filosofia (PPG), faz piada interna com academia em “trabalhar pra ppg é tipo: [...] MATE DEUS E EVITE O ARREBATAMENTO” e “Alterar o regimento interno do PPGFODASE pra que ser um twitteiro pedante possa contar como crédito nas atividades complementares do mestrado”, reforçando um perfil de quem vive imersa em estudo e discussão conceitual. Até o humor dela é metalinguístico e teórico, como em “o desejo em repudiar todas e quaisquer produções de arte que trabalhem com temáticas sensíveis me dão a mesma sensação das versões dos livros do monteiro lobato e do lovecraft que censuram o racismo de seus autores a quem interessa colocar tudo debaixo do tapete?”, mostrando análise crítica de arte e recepção. Há traços de frustração e cansaço com o mundo, mas o fio condutor é a curiosidade, o olhar analítico e a vontade de pensar as coisas a fundo — características centrais de Ravenclaw.

Seu filme

Sua música
Ariadne tem um humor sombrio e cansado da vida, mas ainda muito sensível ao tempo e às relações, o que combina bastante com Tempo Perdido. Ela fala de forma bem direta sobre o peso da existência, como em “me dá desânimo de existir ver minha esposa doente” e “não aguento mais”, ecoando o clima melancólico da música. Ao mesmo tempo, há uma consciência forte da passagem do tempo e da finitude, como em “conforme envelheço é que certas idades já não parecem tão velhas [...] a vida parece mais curta”, que conversa diretamente com versos como “somos tão jovens”. Ela também vive uma rotina puxada de trabalho, mestrado e cidade infernal — “trabalhar pra ppg é tipo: [...] MATE DEUS E EVITE O ARREBATAMENTO” e “Eu não comendo igual gente por causa do trabalho e da uf 🔥” — o que reforça a sensação de tempo escorrendo pelos dedos. Mesmo com todo esse caos, ainda há amor, afeto e cultura (games, quadrinhos, música), o que se alinha bem com a ambiguidade da música entre tristeza e uma espécie de resistência afetiva ao desespero.

Seu destino de viagem no tempo

Seu videogame

Seu animal espiritual

Sua piada (não) engraçada

Seu superpoder

Seu melhor amigo fictício

Sua viagem dos sonhos

Sua carreira alternativa

Sua combinação com celebridade

Você gostou do seu Horóscopo?
Seu horóscopo tem 16 dias! Gere um melhor a partir dos seus tweets mais recentes, desbloqueie mais insights e use uma IA profissional mais inteligente!
ariadnesquick
verde: confiante, amarelo: palpite, vermelho: incerto
Seguidores inativos? Verifique os seus!
Seguidores falsos/bots? Verifique os seus!
patrocinado por Circleboom