
Forças e Fraquezas

Seu personagem dos Simpsons
O usuário parece mais próximo da Lisa Simpson: extremamente apaixonado por arte e cultura, sempre tentando aprofundar o debate em vez de ficar na superfície. Ele compartilha materiais para estudo e preservação, como quando disponibiliza a Revista de Cinema para download em “deixo aqui uma coletânea de todas as edições da mineira Revista de Cinema” e o filme do Rossellini em “custei achar esse filme, então decidi subir ele no transfer pra quem quiser”, o que lembra o lado nerd-engajado da Lisa que quer que todo mundo tenha acesso ao conhecimento. Ele também problematiza crítica rasa e defende uma reflexão séria sobre arte, em “O problema é quando se diz crítica de cinema mas fala 'eu não gosto desse filme e vc tbm não deveria'” e “Acho q a galera devia começar a pensar um pouco sobre como qualquer arte é datada”, algo bem típico do caráter questionador e intelectual da Lisa. Além disso, sua postura política é forte e assumida, como em “O que nunca existiu foi israel” e na citação do Godard sobre Palestina em “Em 1948, os israelitas entram na água rumo à Terra Prometida...”, refletindo o engajamento social e a consciência política da personagem. Mesmo com um tom ácido e irônico em vários tweets, ele mantém uma coerência de princípios, defendendo acesso, preservação e pensamento crítico — tudo muito Lisa Simpson adulta e brasileira.

Seu tipo de personalidade MBTI
A timeline é centrada em atividades solitárias e de imersão intelectual, principalmente ver filmes, fazer listas, procurar rips/restaurações e legendar trechos obscuros, o que sugere forte preferência por introversão (I), por exemplo quando comenta “Gasto mt tempo com filmes pqp” e pede links/torrrents como em “Alguém tem algum drive ou torrent do Histoire(s) du cinéma do Godard?”. Ele demonstra clara intuição (N) ao se interessar por movimentos, história e teoria do cinema, indo além do concreto: citações de Godard em “Campo e contracampo. O povo judeu se torna ficção. O povo palestino, documentário.” e discussões sobre "arte datada" em “qualquer arte é datada... Esse papo vem de gente q não quer se abrir pra outras possibilidades” mostram foco em conceitos e estruturas. A preferência por pensamento (T) aparece na forma analítica e muitas vezes dura como ele argumenta, priorizando coerência acima de agradar: “O problema é quando se diz crítica de cinema mas fala 'eu não gosto desse filme e vc tbm não deveria'... Isso tá em oposição à crítica e a qualquer pensamento sobre arte.” e “Não se pensa limitando as possibilidades de interpretação e perspectivas”; também nas críticas secas como “Infelizmente é uma bosta. My ★½ review of Anora”. Quanto a J vs P, ele mostra flexibilidade, curiosidade e pouca ênfase em estrutura rígida, sempre descobrindo coisas novas, mudando de foco e abraçando a pirataria como meio pragmático de acesso — “não existe pirataria boa ou ruim, ética ou não, mas é uma prática necessária” e o jeito casual de lidar com lançamentos em “Vou é esperar sair no torrent” sugerem percepção (P). A combinação de forte interesse teórico, crítica racional e estilo mais caótico/espontâneo de consumo e organização de filmes (listas, rankings, drives, rips) é bem típica de INTP.

Algumas cantadas para você

Seus 5 Emojis

Sua nova bio do Twitter
Cinéfilo de BH, caçador de raridades, legenda filme perdido por diversão e arruma briga em festival por causa de mise-en-scène.– @arthur_bcampos

Seu coquetel exclusivo
Um coquetel forte e ligeiramente amargo, porque alguém que solta coisas como "Celine Song conseguiu filmar o pior plano do ano, parabéns" e "As personagens femininas desse filme só existem, ou pra ajudar o personagem do Wagner Moura..." não tá aqui pra drink docinho de praia. O gin seco clássico representa o amor por westerns e velharias brabas como "Rio Bravo (1959)... To Have and Have Not (1944)", além do respeito aos mestres tipo Anthony Mann e Eastwood. O licor de café entra pela vibe cinéfilo-notívaga que "gasta muito tempo com filmes" em listas como "Filmes, livros e álbuns de 2025" e vive caçando cópias raras de coisas como "Beaubourg, centre d’art et de culture". O vermute seco com casca de laranja puxa pro lado político e agridoce de quem twitta "O que nunca existiu foi israel" ao compartilhar Godard e Palestina ("O que nunca existiu foi israel."), e defende pirataria como acesso democrático ao cinema ("A pirataria, muitas vezes, é a única maneira de acesso..."). O bitter de cacau é a ironia meio azeda contra gringo-washing do cinema brasileiro e o festival porn ("pros poucos que ainda acham que Cannes é melhor q o Oscar aí, tudo a mesma merda burguesa"), mas também o amor enorme por movimentos como a L.A. Rebellion ("Um dos movimentos mais interessantes do cinema norte americano. Verdadeiro cinema político dos EUA"). Por fim, o twist de limão queimado é a acidez dos tweets sobre gamers, Marvel e crítica rasa ("Fã de marvel não saiu dos 10 anos mesmo ne"), caramelizada pelo carinho com que ele compartilha revistas de cinema, drives obscuros e listas pra geral ver filme fora do mainstream ("Já que reclamaram... aqui vai uma lista com 20 filmes brasileiros fora do mainstream...").

Sua Casa de Hogwarts
Arthur demonstra um interesse intenso e sistemático em aprender e compartilhar conhecimento sobre cinema, o que é muito característico da Corvinal. Ele cria e divulga arquivos e materiais raros, como quando disponibiliza todas as edições da Revista de Cinema mineira, incentivando estudo e redescoberta: “Aos interessados, deixo aqui uma coletânea de todas as edições da mineira Revista de Cinema… Baixem e compartilhem estes textos q precisam ser (re)descobertos.”. Também traduz e legenda trecho de filme silencioso pouco acessível, por conta própria e por curiosidade intelectual: “Decidi fazer uma legenda, no pouco tempo q tive, deste trecho que ainda resta do longa.”. Sua preocupação com conceitos e teoria, como a discussão sobre crítica de cinema e liberdade interpretativa, mostra pensamento analítico: “O problema é quando se diz crítica de cinema mas fala 'eu não gosto desse filme e vc tbm não deveria'… Não se pensa limitando as possibilidades de interpretação e perspectivas”. Ele também comenta questões formais como razão de aspecto e mise-en-scène com vocabulário técnico: “Se você se perguntar algum dia 'o que é mise en scene?' assista esse filme” e “Sempre que vejo isso fico na dúvida em qual razão de aspecto o cineasta pensou o filme”, reforçando um perfil de alguém que gosta de estudar e pensar o cinema em profundidade, típico de um corvino.

Seu filme

Sua música
A música do Dylan combina com o jeito crítico, desencantado e ainda apaixonado por arte que aparece nos tweets do Arthur. Ele vive cutucando o cinemão industrial, como quando diz sobre um filme brasileiro indicado ao Oscar que as pessoas “não ligam pra cinema brasileiro, não gostam do filme pelo q ele é. Só estão aí pelo fenômeno excepcional da premiação americana” “Vocês não ligam pra cinema brasileiro, não gostam do filme pelo q ele é. Só estão aí pelo fenômeno excepcional da premiação americana.”, o que ecoa o tom de desilusão de Like a Rolling Stone. Ao mesmo tempo, ele tem um amor muito sério por cinema clássico e político, chamando certos títulos de “Um dos filmes mais lindos do mundo” “Um dos filmes mais lindos do mundo” e compartilhando revistas e rips raros para que outros vejam “Aos interessados, deixo aqui uma coletânea de todas as edições da mineira Revista de Cinema.”. Esse misto de inconformismo, ironia e vontade de derrubar ídolos fáceis aparece quando ele fala de festivais e premiações como “tudo a mesma merda burguesa” “pros poucos que ainda acham que Cannes é melhor q o Oscar aí, tudo a mesma merda burguesa”. Assim como na canção, ele parece falar de um mundo de máscaras caindo, questionando status, bom gosto e autoridade, seja atacando o hype de Anora “Infelizmente é uma bosta. My ★½ review of Anora (2024)” ou defendendo a pirataria como forma de acesso “A pirataria, muitas vezes, é a única maneira de acesso para pessoas que vivem em regiões distantes dos grandes centros comerciais.”. Tudo isso faz de Like a Rolling Stone um retrato bem próximo do espírito crítico, meio cínico e profundamente engajado do perfil dele.

Seu destino de viagem no tempo

Seu videogame

Seu animal espiritual

Sua piada (não) engraçada

Seu superpoder

Seu melhor amigo fictício

Sua viagem dos sonhos

Sua carreira alternativa

Sua combinação com celebridade

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arthur_bcampos
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