
Forças e Fraquezas

Seu personagem dos Simpsons
Ela tem forte vibe de Lisa Simpson caótica e pós-irônica: claramente inteligente, mas se recusa a performar seriedade o tempo todo, como quando diz “odeio assumir q sou inteligente prefiro deixar minha pós ironia conflitar na mente dos outros se por ora sou burrinha ou nao”. A bio literária e introspectiva (“i contain multitudes”) também combina com o lado intelectual e autoconsciente da Lisa. Ao mesmo tempo, ela é super opinativa, sensível e ética, tipo quando vende o box de Harry Potter dizendo que é melhor dar o dinheiro para ela do que para “uma veia transfobica” em “alguem compra meu box do harry potter… e vc ainda vai estar dando dinheiro a uma linda bacharelada de comunicaçao em necessidade ao inves de uma veia transfobica !”, o que ecoa o ativismo moral da Lisa. O toque dramático, exagerado e sensível em coisas pequenas – como o love life e a rotina – aparece em tweets como “minha maior prova de amor eh começar a sentir ciumes retroativo se eu nao sinto eu nao te amo” e “fui pra curitiba pra ver se eu aprendia a amar sp de novo e nao funcionou”, que lembram o jeito intenso e sentimental com que Lisa vive tudo. Além disso, ela é muito ligada a cultura pop, cinema, música e pequenos dilemas existenciais, como em “prefiro ver filme do q serie ne dai td vez q penso nisso levo uma bronca do meu subconsciente dizendo Voce estudou radio e >>TV nao cinema!!!!!”, algo que encaixa bem com a nerdice artística e autoquestionadora da Lisa.

Seu tipo de personalidade MBTI
Os tweets sugerem alguém claramente mais voltado para o mundo externo, comentando amigos, festas, crushes e roles o tempo todo, com zero pudor em se expor emocionalmente e fisicamente, o que aponta para Extroversão (E), como em “pessimo dia pra quem me odeiaaaaa” e “bonde dos q se arrumaro pra sair mas nao vao mais”. A forma como ela faz associações rápidas, irônicas e cheias de referências, misturando religião, erotismo, cultura pop e reflexões subjetivas indica foco em significados e possibilidades, típico de Intuição (N), por exemplo em “off erotismo e religiao eh uma das coisas q eu acho mais sexy qndo juntas” e “eh isso ne… tudo eh sobre o q vc quer encontrar em casa qndo voltar no fim do dia”. Ela prioriza sentimentos, lealdade e afetos, como ciúme retroativo e cuidado com amigues, acima de lógica fria, o que é bem Feeling (F), visível em “minha maior prova de amor eh começar a sentir ciumes retroativo” e “amo ser cuidadinha por mis amigues”. Já o estilo de vida é caótico, improvisado, autodepreciativo e zero planejado (anticoncepcional em dobro, se arrumar e não sair, mudar de ideia sobre cabelo), o que combina com Perceiving (P), como em “tomei 2 anticoncepcional hj sem querer estou com um problema (talvez 2)” e “bonde dos q se arrumaro pra sair mas nao vao mais”. O conjunto de humor, autoexposição, criatividade caótica, intensidade afetiva e gosto por experiências novas encaixa melhor em ENFP do que em tipos mais estruturados ou reservados.

Algumas cantadas para você

Seus 5 Emojis
Sua nova bio do Twitter
Fernanda, bacharel em comunicação, faz filme, fuma, chora vendo Sex and the City e segue em busca do bolovo perfeito e do banoffee líquido.– @ashtagferullah

Seu coquetel exclusivo
Um drink intenso, doce e ligeiramente ácido, como alguém que diz “minha vida seria mto mais facil se eu fosse um homem incel” rindo da própria desgraça. A cachaça em amburana representa a brasilidade debochada de quem pergunta “q bolo de cenoura eh esse q os gringo come ?” e encara a vida com um copo na mão. O licor banoffee é homenagem direta à obsessão com doce e afeto líquido de “unheeee quero beber banoffee liquido”. O tutti-frutti cítrico vem da casa que cheira a chiclete em “meu quarto sempre tem um cheiro ???? de chiclete...”, misturando perfumes e caos sensorial. O limão siciliano adiciona o azedinho dramático de quem solta um “vai si fudeeeeeeeeEEEEEEEEEEEEEEEEE...” com poesia. Por cima, a espuma de café é a camada existencial de quem admite que “1 cafe eh pouco mas 2 cafe eh muinto” e precisa de cafeína pra sustentar tantas multitudes na mesma cabeça.

Sua Casa de Hogwarts
A bio que cita Whitman (“i contain multitudes”) já sugere autoconsciência e reflexão, algo bem típico de Ravenclaw. Ela gosta de analisar a própria mente e a forma como é percebida, como em “odeio assumir q sou inteligente prefiro deixar minha pós ironia conflitar na mente dos outros se por ora sou burrinha ou nao”, o que mostra jogo de cintura intelectual e preocupação com nuances. Há curiosidade e interesse genuíno em conhecimento e análise de pessoas, como em “me indicaram um livro q faz uma analise mto precisa sobre quem nasceu em cada dia do ano ai o meu tem esse resumo aqui do lado kkkkkkk omgggg”, e também quando questiona experiências supostamente universais em “ele falando como se fosse uma experiencia universal ? eu ganhei consciencia com uns 3/4 anos tanto q tenho memorias mto vividas dessa epoca por ja ter sido capaz de ASSIMILAR”. O humor dela é rápido, autorreferente e irônico, algo bem ligado à inteligência verbal, por exemplo em “the reason why you are poor is because you think of sex when it rains instead of farming” e em observações linguísticas como “mto bom q o typo de pai esta para pau assim como o de mãe esta para mão”. Ela também reflete sobre mídia, trabalho criativo e formação em comunicação/radio e TV (“qndo eu conto q eu ganhava 800 reais pra literalmente fazer assessoria de imprensa, entrevistar gente famosa e escrever redação depois” e “prefiro ver filme do q serie ne dai td vez q penso nisso levo uma bronca do meu subconsciente dizendo Voce estudou radio e >>TV nao cinema!!!!! (as disciplinas sao as mesmas tho”), o que indica uma mente analítica e ligada a linguagem, narrativa e cultura pop. Embora tenha traços de sarcasmo e autopreservação que poderiam lembrar Slytherin, o núcleo dela é mais intelectual, autoanalítico e criativamente verborrágico, o que encaixa melhor em Ravenclaw.

Seu filme

Sua música
A música thank u, next combina com ela porque fala de aprender com o caos, rir dos próprios erros e seguir em frente, exatamente o tom irônico e autoindulgente que ela mostra. Ela se assume contraditória na bio (“do i contradict myself? very well then, i contradict myself; i am large i contain multitudes.”) e vive de pós-ironia, como quando diz que “odeio assumir q sou inteligente prefiro deixar minha pós ironia conflitar na mente dos outros se por ora sou burrinha ou nao”. O jeito que fala de amor e ciúme, tipo “minha maior prova de amor eh começar a sentir ciumes retroativo se eu nao sinto eu nao te amo”, combina com a narrativa da música de olhar pros relacionamentos com uma mistura de deboche e vulnerabilidade. Ela transforma drama em storytelling engraçado, como quando comenta o roubo da terra pelo parente (“acabei de descobrir q o meio irmao mau caráter da minha mae vendeu um pedaço de terra q meu pai tinha na rondonia e roubou todo o dinheiro p ele”), o que ecoa o tom de "tudo deu errado mas eu vou usar isso pra crescer". E em vários momentos parece estar sempre em transição e reinvenção — visual, emocional, geográfica — como quando fala de ser loira pra sempre (“acho q vou ser loira pra sempre”) ou tenta reaprender a amar SP indo pra Curitiba (“fui pra curitiba pra ver se eu aprendia a amar sp de novo e nao funcionou”), bem na vibe de alguém que tá sempre no próximo capítulo: thank u, next.

Seu destino de viagem no tempo

Seu videogame

Seu animal espiritual

Sua piada (não) engraçada

Seu superpoder

Seu melhor amigo fictício

Sua viagem dos sonhos

Sua carreira alternativa

Sua combinação com celebridade

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ashtagferullah
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