
Forças e Fraquezas

Seu personagem dos Simpsons
A conta lembra mais a Lisa Simpson, mas uma versão extremamente online, cínica e meio caótica. Ela é inteligente, lê filosofia e literatura pesada, tipo quando comenta sobre As dores do mundo em “tava relendo minhas anotações de as dores do mundo e a eu de 14 anos também achava piadas de fetiche em pés muito engraçado” e fala de Mishima em “tenho uma relação de amor e odio com confissões de uma máscara do mishima”, o que combina com o lado nerd/letrado da Lisa. Ao mesmo tempo, tem uma indignação política e social bem ácida, como em “brasileiro é burro, brasileiro não aprende. reelegeram o vargas mesmo depois do governo ruim dele igual fizeram com o lula…” e “rever sobre a história do brasil me deixa braba affff como pode uma nação ser composta por pelo menos 70% de gente burra…”, ecoando o jeito da Lisa de se frustrar com a burrice coletiva. Também existe um forte senso de inadequação e diferença, como em “eu devo ser a pessoa com menos competência social do mundo” e “a primeira mulher incel do mundo”, que lembra a solidão da Lisa por ser "a estranha" da turma. Mesmo com humor negro e comentários extremos, o misto de autoconsciência, sensibilidade, politização e sensação de não-pertencimento encaixa melhor nela do que em qualquer outro personagem principal.

Seu tipo de personalidade MBTI
Eles parecem bem mais voltados para o próprio mundo interno do que para sociabilidade: falam de se sentir incompetentes socialmente (“eu devo ser a pessoa com menos competência social do mundo”), de isolamento afetivo (“quem eu quero num mi quer quem me quer num vo quere”) e de viver em constante surto/pensamentos sombrios (“estou em constante surto psicótico”, “vou morrer cedo e ta tudo bem”), o que combina fortemente com I. A forma como se expressam é muito simbólica, abstrata e cheia de referências culturais e ficcionais (Radiohead, Serial Experiments Lain, Mishima, filmes como 2001 e Interestelar), o que aponta para preferência por N, como em “tenho uma relação de amor e odio com confissões de uma máscara do mishima” e “ngm ngm ninguem ama mais a lain e sel que eu aqui nessa cidade nesse estado neste país lain te amo”. Apesar de usarem linguagem agressiva e humor negro, a base é claramente emocional, com hipersensibilidade, insegurança e dramas afetivos (“que vida miserável”, “tenho ciúmes”), indicando forte F – os julgamentos são mais morais/pessoais do que lógicos, como em “eu acho que detesto liberal mais do que desgosto de comunista”. Quanto a J/P, há muita impulsividade, humor caótico, autodepreciação e planos pouco estruturados (“disse que nunca iria fazer isso mas vou assistir salò fodasse”, “vou assistir 2001 e interestelar um seguido do outro fodasse”), o que sugere P em vez de J. No conjunto, a combinação de introspecção, imaginação forte, emocionalidade intensa e vida caótica/impulsiva encaixa melhor em INFP do que em outros tipos próximos.

Algumas cantadas para você

Seus 5 Emojis
Sua nova bio do Twitter
Cinéfila viciada em Sudoku, Radiohead e Lain. Já passei vergonha com @ de pônei hentai, agora só passo vergonha com opinião forte e meia de gatinho.– @astriloqhua

Seu coquetel exclusivo
Twink Femboy Radiohead Sour mistura drama existencial, incel vibes e fofura performática em um gole só, bem no espírito de “a primeira mulher incel do mundo” e “twink femboy”. A cachaça envelhecida forte representa o peso existencial, o autoódio e as ameaças de autodestruição tipo “vou morrer cedo e ta tudo bem” e “eu vou me jogar de um predio cair de cara no chão”. O licor de maçã verde, docinho e ácido, é a parte adolescente-irônica, meio cringe, que se assume esquisita em posts como “eu amo breaking bad (...), hello kitty, roblox!!!! kkkk essas coisas mais de nerd estranha”. O xarope de hibisco traz a cor dramática e intensa pra combinar com o amor por Radiohead, tipo “jigsaw falling into place depois de mais de 15 anos 💔💔💔💔💔💔💔💔” e o ódio apaixonado em “nunca achei que diria isso mas estou começando a odiar let down”. O suco de limão siciliano entra como a acidez política e social, destilando frases como “eu acho que detesto liberal mais do que desgosto de comunista” e “brasileiro é burro, brasileiro não aprende”. Por cima, a espuma de clara com glitter comestível é a persona online fofinha, performática e teatral, aquela que posta “eles não sabem que debaixo da minha roupa preta eu estou usando meia de gatinho e calcinha rosa” enquanto diz “o perfil é meu! e eu posto o que eu! quiser!”, deixando o drink tão bonito quanto instável emocionalmente.

Sua Casa de Hogwarts
Os traços mais marcantes dela são ambição pessoal, autopreservação e um cinismo agressivo com o mundo, tudo muito característico de Sonserina. Ela se descreve como alguém em constante conflito e surto, mas com orgulho da própria “esquisitice” e nicho, como em “o perfil é meu! e eu posto o que eu! quiser!” e “a primeira mulher incel do mundo”, o que mostra um ego forte, identidade bem marcada e certo prazer em ser contrária. Há um desprezo bem explícito pelos outros e uma visão hierárquica de pessoas e política, por exemplo em “brasileiro é burro, brasileiro não aprende” e “rever sobre a história do brasil me deixa braba [...] 70% de gente burra”, o que remete ao elitismo típico de Sonserina. Ela também demonstra fascínio por figuras sombrias e violentas, como em “descobri que hoje é o aniversário do lázaro barbosa. meu herói que não usa capa...” e nas piadas recorrentes com morte e violência (“vou me jogar de um predio cair de cara no chão”), indicando uma atração por temas de poder, transgressão e limite. Embora seja inteligente e irônica (o que poderia sugerir Corvinal), o que predomina é uma postura calculadamente ácida, competitiva e auto-centrada, mais alinhada à lógica de sobrevivência e autopreservação de Sonserina do que à curiosidade desinteressada de Corvinal ou ao altruísmo de Lufa-Lufa.

Seu filme

Sua música
Acho que a música que mais combina com @astriloqhua é Paranoid Android, do Radiohead. Eles são claramente obcecados pela banda, como mostram posts como “radiohead the bends”, “jigsaw falling into place depois de mais de 15 anos 💔💔💔💔💔💔💔💔” e o sofrimento por não conseguir ver a live do show em “wu QUERO ver a live do show do radioHEAD MAS NAO FONWIGO eu vou me matar”. A letra de Paranoid Android fala de alienação, colapso mental e um certo niilismo irônico, o que combina muito com tweets como “estou em constante surto psicótico”, “que vida miserável” e os vários posts sobre querer morrer, como “vou me matar”. A mistura de humor ácido, autodepreciação e drama existencial aparece em coisas como “a primeira mulher incel do mundo” e “eu devo ser a pessoa com menos competência social do mundo”, o que casa com o tom caótico e fragmentado da música. Além disso, o gosto por temas sombrios e meio desconfortáveis — como assistir Salò em “disse que nunca iria fazer isso mas vou assistir salò fodasse” e navegar em coisas bizarras da internet — combina com a atmosfera estranha e perturbada de Paranoid Android. É uma faixa intensa, dramática e cheia de colapsos emocionais, exatamente como o feed deles.

Seu destino de viagem no tempo

Seu videogame

Seu animal espiritual

Sua piada (não) engraçada

Seu superpoder

Seu melhor amigo fictício

Sua viagem dos sonhos

Sua carreira alternativa

Sua combinação com celebridade

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astriloqhua
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