
Forças e Fraquezas

Seu personagem dos Simpsons
A @avenenblomma parece mais com a Lisa Simpson: muito emocional, curiosa, culta e cheia de opiniões fortes. Ela é intensamente fã de coisas específicas e meio "de nicho", como ABBA e velhos ídolos, algo bem típico da obsessividade nerd da Lisa, vide “fã de velhos, fantasmas, mentirosas e defuntos” na bio e comentários como “Minha filha, o abba não te tanta música assim. Vai querer cantar o q? Kristina från Duvemåla?”. Ao mesmo tempo, é super afetiva com a família, como em “Eu amo meus pais 😭” e nos surtos felizes de fã, tipo “MINHA MÃE SARAH SNOOK PERFEI 😭”. Ela tem posicionamentos fortes e raiva bem direcionada a injustiças e instituições, como em “Meu sonho de princesa é destruir o mormonismo e a cientologia” e nas interações com política e xenofobia em holandês, o que lembra o lado ativista da Lisa. Também existe o lado meio dramático e autoconsciente, como “Ser fã de velho é foda pq eu acabei de soltar um: ‘nossa coitada ela faleceu só com 71 anos’”, que combina com o humor agridoce e existencial da personagem.

Seu tipo de personalidade MBTI
Eles soam claramente mais reservados que exibidos, comentando suas experiências de forma íntima e autocômica, como em “Eu tô ruim da garganta, mas será q eu vou em um parque aquático só pra comemorar a morte da Brigitte Bardot?”, o que sugere mais I do que E: vida interior rica, humor próprio, pouco foco em autopromoção social. O modo como falam de cultura pop, memória afetiva e velhos ídolos mostra forte foco em associações, significados e nostalgia, típico de N, por exemplo em “As vezes eu fico ouvindo as músicas q eu ouvia com 14 anos e penso q eu tinha um baita de um bom gosto” e “The history book in the shelf is always repeating itself 💔”. A ênfase em sentimentos, empatia e valores morais indica F: eles choram, comemoram, se indignam e falam de justiça moral e religiosa em tom afetivo, como em “Meu sonho de princesa é destruir o mormonismo e a cientologia” e “Meu Deus que horror, que eles possam descansar em paz”. No eixo J/P, há muita espontaneidade, improviso e autoironia desorganizada, como em “2 anos usando iPhone e eu acabei de soltar um Ok Google” e “Na minha cabeça eu vou conseguir”, sugerindo P mais do que uma abordagem metódica. Somando tudo – introversão emotiva, foco em significado, valores fortes e jeito caótico‑bem‑humorado – o tipo que melhor encaixa é INFP.

Algumas cantadas para você

Seus 5 Emojis
Sua nova bio do Twitter
Cinefilha que odeia ‘Being the Ricardos’, fã de ABBA, Ghost e velhos carismáticos. Uma vez comemorei morte da Bardot pensando em ir a parque aquático.– @avenenblomma

Seu coquetel exclusivo
Este drink é forte mas ainda leve na boca, como quem solta um “Meu sonho de princesa é destruir o mormonismo e a cientologia” enquanto ri da própria desgraça (“Meu sonho de princesa é destruir o mormonismo e a cientologia”). A vodka com chá preto representa a cinefila dramática que queria ter visto clássicos no cinema (“Eu queria ser uma pessoa em 1939 pra ver essa cena no cinema pela primeira vez”) e a fã de velhos e defuntos da bio. O licor de flor de sabugueiro é pelo amor aos suecos, ABBA e afins, ecoando o jurídico Benny Andersson e momentos tipo (“E pensar q ele está falando de The Visitors”). O xarope de frutas vermelhas traz o drama doce das irmãs, dos filmes natalinos e dos surtos de fã (“Não devia ter assistido esse filme enquanto estou brigada com a minha irmã”, “A primeira vez a eu vi esse não gostei, mas a segunda….ainda bem q eu dei uma segunda chance pra ele pq virou um dos meus filmes de natal favorito”). O espumante seco dá a energia de comemorar vitória de banda, prêmio ou anúncio do nada, como em (“GANHAMOS!!!!!!”) e (“AAAA FINALMENTE A VIDA É BOA AAAAAA”). O twist de limão com glitter comestível é o toque de humor ácido, meio BR, meio europeia, que consegue ao mesmo tempo odiar “Being the Ricardos” (“Eu odeio tanto o Being the Ricardos”) e desejar morar nos clipes da Enya (“Eu queria morar nos clipes da Enya”).

Sua Casa de Hogwarts
A personalidade da @avenenblomma transborda curiosidade e interesse intelectual, típico de Corvinal. Ela mostra um gosto muito específico e culto por cinema e TV, como quando comenta rever filmes e mudar de opinião, por exemplo em “A primeira vez a eu vi esse não gostei, mas a segunda….ainda bem q eu dei uma segunda chance pra ele pq virou um dos meus filmes de natal favorito”, o que indica reflexão e revisão crítica. O humor dela é cheio de referências culturais e rápidas associações, como em “Minha filha, o abba não te tanta música assim. Vai querer cantar o q? Kristina från Duvemåla?” e “Eu queria ser uma pessoa em 1939 pra ver essa cena no cinema pela primeira vez”, mostrando conhecimento e imaginação. Ela também demonstra interesse em línguas e jogo com palavras, misturando português, sueco, inglês e holandês, como em “sjuhundrasjuttiosju” e nos replies em holandês, o que reforça a curiosidade intelectual. Embora tenha momentos passionais e sarcásticos, o traço dominante é um olhar analítico e culturalmente informado sobre tudo o que gosta (ABBA, Ghost, cinema clássico, séries), o que encaixa muito mais em Corvinal do que em outra casa.

Seu filme

Sua música
A música que mais combina com ela é The Winner Takes It All, do ABBA, porque junta perfeitamente drama, nostalgia e idolatria por suecos idosos que aparecem o tempo todo na timeline. Ela se define como “fã de velhos, fantasmas, mentirosas e defuntos” e ainda se diz “atual presidente do jurídico Benny Andersson” na bio, mostrando um apego quase jurídico-emocional à obra do ABBA. Em vários momentos ela demonstra fanatismo pelo grupo, como quando comenta sobre o musical sueco de Benny em “E pensar q ele está falando de The Visitors” e brinca com o catálogo da banda em “Minha filha, o abba não te tanta música assim. Vai querer cantar o q? Kristina från Duvemåla?”. O tom melodramático e meio tragicômico da música combina com o jeito que ela vive tudo intensamente: de comemorar vitória com caps lock em “GANHAMOS!!!!!!” a sofrer com filmes e família em “Não devia ter assistido esse filme enquanto estou brigada com a minha irmã”. Além disso, ela tem forte veia nostálgica e cinéfila, como em “Eu queria ser uma pessoa em 1939 pra ver essa cena no cinema pela primeira vez”, o que ecoa bem o clima de lembrança dolorida e bonita que a música carrega. Tudo isso faz de The Winner Takes It All uma espécie de trilha sonora ideal para o mix de drama, humor ácido e devoção sueca que define o perfil dela.

Seu destino de viagem no tempo

Seu videogame

Seu animal espiritual

Sua piada (não) engraçada

Seu superpoder

Seu melhor amigo fictício

Sua viagem dos sonhos

Sua carreira alternativa

Sua combinação com celebridade

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avenenblomma
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