
Forças e Fraquezas

Seu personagem dos Simpsons
O usuário lembra bem o Homer Simpson: vive num fluxo constante de caos cotidiano, autodepreciação engraçada e prazer nas pequenas fugas da rotina. Ele mistura preguiça e vontade de “botar a vida pra frente”, como em “aquele arrependimento as 22h20 do compromisso de botar a vida pra frente a partir de segunda”, o que é bem a cara do Homer prometendo mudar e desistindo rapidinho. Assim como o Homer, valoriza comida e rolês simples com amigos, tipo o muito homerístico “vou na oficina do bolo comer bolo com meus colega”. Ele também encara o absurdo político e social com humor e cinismo, vide “caminhada patriotária é o novo acampamento na porta do qg??” e “é o bgasil do bgasil”, igual ao jeito meio desligado, meio lúcido do Homer diante das loucuras de Springfield. Por fim, o tom de cansaço e fuga em piada, como em “hoje tô muito não verbal (sem verba pra nada)” e “a ressaca pode ser dura as vezes”, encaixa perfeitamente no Homer que vive exausto, fazendo piada da própria derrota e seguindo em frente com mais uma cerveja no Moe’s.

Seu tipo de personalidade MBTI
Eles parecem mais voltados para um mundo interno de observação e comentário irônico do que para busca direta de atenção social, o que aponta para I; mesmo quando falam de socializar é mais na chave piada/cansado, tipo ir comer bolo com os colegas em vez de seguir a pressão social: “rapaz não vai dar não, vou na oficina do bolo comer bolo com meus colega” e o tom de cansaço existencial em “Desde que meu trabalho começou a me exigir mais paciência e destreza eu tenho entendido um pouco mais o desejo de se apaixonar por algo ou alguém. É muito difícil tentar combater o vazio da vida só”. A preferência por N aparece na forma abstrata e conceitual de enxergar o cotidiano, como em “Todo prognóstico de chuva é 50%: ou chove ou não chove” e no humor sobre epistemologia e política em “apavorante o douglas barros querer despolitizar a epistomologia dos povos originários e escravizados pra ficar arrotando positivismo colonial como se fosse muito progressista”. Eles parecem priorizar análise lógica e crítica, muitas vezes cortante, sobre aplacar sentimentos alheios, sugerindo T: fazem críticas duras a discursos sobre Palestina em “sofrendo muito por estarem massacrando palestinos há 78 anos sem direito de estuprar publicamente os corpos dessas pessoas... coitadinhos” e questionam narrativas gordofóbicas com uma postura racional em “Não deveria ser pq tem menos de vc pra odiar que vão começar a te amar, cabeça de vento do caraio”. A forma como lidam com a vida parece bem pouco estruturada, cheia de improviso, arrependimentos e planos meio soltos (ir pra cinema, viajar, dançar forró, ver um filme sem saber qual), indicando P, como em “aquele arrependimento ... do compromisso de botar a vida pra frente a partir de segunda” e no devaneio sem plano firme de viagem em “e se eu fosse pra colombia, passasse um dia em fortaleza e fosse pra vitória e depois rj 💭”. O estilo geral é de observador irônico, muito verbalmente criativo, que desmonta discursos e estruturas com humor e análise, bem típico de um INTP usando o Twitter como banco de praça mental, como a própria bio sugere: “Fingindo que estou falando em cima de um banco de praça”.

Algumas cantadas para você

Seus 5 Emojis
Sua nova bio do Twitter
Biólogo em formação, cinéfilo do Discovery ao Tranquility Base. Já atravessei MA–PI–CE às 5h da manhã só pra chegar a tempo do bolo com os colegas.– @avozdomorto

Seu coquetel exclusivo
A base é cachaça de amburana, forte mas cheirosa, porque esse cidadão vive de caos e comentário ácido, sempre com “e o pau torando na timeline” ecoando no fundo da cabeça (“e o pau torando na timeline”, “E o pau torando na timeline”). Entra licor de caju pra representar o Ceará, a vibe de interior e as resenhas tipo ir “na oficina do bolo comer bolo com meus colega” (“vou na oficina do bolo comer bolo com meus colega”) e os rolês de viagem pelo Nordeste (“a sensação de passar por pessoas que sairam do maranhao ontem a noite quando vc sai cedo do piaui pra ir pro ceará”). O cordial de café com rapadura é a parte trabalhada e meio exausta, que vive entre academia, boletos e existencialismo leve, tipo o tweet sobre produção acadêmica (“a produção academica de *”) e o vazio que o trabalho não dá conta de preencher (“É muito difícil tentar combater o vazio da vida só”). O limão taiti entra pra dar a acidez dos surtos, dos xingamentos políticos e do nojo generalizado do mundo (“apavorante o douglas barros querer despolitizar a epistomologia dos povos originários”, “Nem a distância resolve meu asco”). Por cima, uma espuma leve de Pilsen representa a alma boteco + futebol, do Dorflex em jejum ao sofrimento com time e golaço (“quem precisa de drogas ilícitas quando vc pode ter ate 36 doses de dorflex em jejum”, “se o fernandinho faz esse gol a esposa dele nao ia pisar no chao essa semana”), porque no fim ele é isso: drink forte, meio amargo, mas sempre com risada de mesa de bar em cima.

Sua Casa de Hogwarts
Lucas tem um humor muito cerebral e autoanalítico, típico de Ravenclaw. Ele vive fazendo observações metalinguísticas e de linguagem, como em “sempre que entro no viagora me pergunto como ninguém teve a maldade na mente de pensar na cacofonia com viagra” e no trocadilho pseudo-técnico de “ao ipermeabilizar uma área, pense nas possíveis consequências (a área estará ipermeabilizada)”. Há também um interesse claro em conhecimento e pesquisa, tanto acadêmica quanto de cultura pop, como quando ele comenta o fascínio por produção acadêmica em “a produção academica de *” e o trabalho do canal de futebol em “encantado com a capacidade do rapaz do storable futebol de contar histórias...”. Ele pensa o próprio trabalho e a vida de forma reflexiva e quase filosófica em “Desde que meu trabalho começou a me exigir mais paciência e destreza eu tenho entendido um pouco mais o desejo de se apaixonar por algo ou alguém. É muito difícil tentar combater o vazio da vida só”, o que reforça um viés de contemplação e análise. Mesmo o lazer passa por escolhas intelectuais – filmes, discos, séries –, como em “Assisti 3 filmes bons em sequência e senti minha barra de mana recuperada em 100%” e “Tantos moluscos de água doce pra aprender a identificar, tão pouco tempo sobre a terra pra fazer isso”. A combinação de ironia inteligente, curiosidade difusa e prazer em entender as coisas mais a fundo aponta muito mais para Ravenclaw do que para uma casa centrada em bravura, ambição pura ou pura lealdade.

Seu filme

Sua música
A música Tranquility Base Hotel & Casino combina com o jeito irônico, meio melancólico e altamente online do Lucas. Ele mesmo já deixou claro essa identificação quando disse que às vezes é “só você e o Tranquility Base Hotel and Casino contra o mundo” “as vezes é só você e o Tranquility Base Hotel and Casino contra o mundo”, o que ecoa o isolamento meio cínico da letra. O humor dele é cheio de observações sobre política, caos e internet, como em “e o pau torando na timeline” repetido várias vezes, bem na vibe de um narrador que assiste o mundo desmoronar de dentro de um lounge espacial. Ao mesmo tempo, ele mostra um cansaço existencial e vontade de escapar, tipo em “Desde que meu trabalho começou a me exigir mais... É muito difícil tentar combater o vazio da vida só”, que casa com o clima de fuga meio futurista da música. O mix de cultura pop, cinema, política e um certo desencanto – vide “as vezes sinto que o brasil é o único país que existe” – é exatamente o terreno onde Tranquility Base Hotel & Casino vive.

Seu destino de viagem no tempo

Seu videogame

Seu animal espiritual

Sua piada (não) engraçada

Seu superpoder

Seu melhor amigo fictício

Sua viagem dos sonhos

Sua carreira alternativa

Sua combinação com celebridade

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