
Forças e Fraquezas

Seu personagem dos Simpsons
Ayan lembra muito a Lisa Simpson: é politizado, indignado com injustiças globais e fala de geopolítica e imperialismo como em “lindo o liberalismo novamente se usando do fascismo, dessa vez de forma definitiva na cara da nossa geração” e no ataque feroz aos EUA em “PORCOS ESTADUNIDENSES, RAÇA DE MALDITOS…”. Assim como Lisa, ele é claramente intelectualizado, obcecado por arte e cinema, analisando direção e estética de forma séria em “olha como a cena começa e a câmera começa a andar…” e em elogios a diretores como Nolan em “galera o nolan fez uma biografia de cientista virar um blockbuster de 3horas…”. Há também uma camada de melancolia e auto-consciência, típica da Lisa adolescente, quando ele diz coisas como “sempre que eu passo por algo de muita alegria, eu ainda mantenho o pensamento que vou ser triste e aquilo é momentâneo, devo estar doente” e “desculpa por ser amargurado talvez eu faça uma terapia ou n sla kk”. Ele mistura idealismo político e frustração com a sociedade e com religião, como em “que todos os religiosos pereçam”, algo que ecoa o ceticismo e a rebeldia ética da Lisa. Além disso, o jeito de se sentir deslocado socialmente, mas ao mesmo tempo se considerar muito engraçado em “esse é o terceiro homem mais engraçado do Brasil hoje. Em 2º vem Davi Britto e, em 1º, Eu”, combina com a mistura de confiança intelectual e insegurança emocional da personagem.

Seu tipo de personalidade MBTI
Eles parecem mais introvertidos (I) do que extrovertidos: falam de se isolar e de sofrimento interno, como em “euu (me isolo logo em seguida e minha expressão fica igual a de um morto)” e em reflexões sobre tristeza e solidão, como “sempre que eu passo por algo de muita alegria, eu ainda mantenho o pensamento que vou ser triste e aquilo é momentâneo, devo estar doente”. O foco constante em política, estrutura social, cinema e análise de narrativa mostra forte intuição (N) e preferência por ideias abstratas, por exemplo em “o capitalismo e sua industria da moda estao de parabens, o sucesso de influência sob as massas e absurdo” e na análise de linguagem cinematográfica em “olha como a cena começa e a câmera começa a andar de forma que nos tornamos parte da sala…”. A forma direta, muitas vezes agressiva, de argumentar indica thinking (T): ele prioriza julgamentos racionais/ideológicos e não suaviza o tom, como em “salve DEPUTADO FEDERAL… mas nao devemos criar mídias criticas e que denunciem a ditadura nao ne, filha da puta” e “honestamente? vai se foder parceiro, voce conseguiu ser mais chato que eu”. A postura crítica, estruturada e orientada a julgamentos firmes, somada à obsessão com controle (dieta, rotina, metas de filmes/livros) aponta para judging (J), como em “odeio ter q descontar caloria no dia seguinte so pq eu tive mais fome que o normal hoje” e “consegui ler 30 paginas, sinto q posso alcançar meu prime”. No conjunto, a combinação de introspecção, visão abstrata de mundo, frieza argumentativa e necessidade de coerência/planejamento se encaixa melhor em INTJ.

Algumas cantadas para você

Seus 5 Emojis

Sua nova bio do Twitter
Crítico de cinema em construção, comunista de carteirinha e sobrevivente de sessões em Bauru. Choro em Twin Peaks e xingo império no intervalo.– @Ayanogod_

Seu coquetel exclusivo
A cachaça envelhecida forte é a base porque o Ayan tem energia de quem acorda às 3 da manhã e passa o dia xingando império: “PORCOS ESTADUNIDENSES, RAÇA DE MALDITOS…” e “Eu espero que o Governo Lula junto do Itamaraty ESTEJA NESSE MOMENTO EM PÉ…”. O licor de café bem amargo representa o lado rancoroso e existencial, tipo “cresci me achando, e ainda acho, que fui moldado como punição as vidas passadas” e “desculpa por ser amargurado talvez eu faça uma terapia ou n sla kk”. O xarope de maracujá azedinho entra pelo drama afetivo e auto‑zoação amorosa, como em “uma mulher nao gosta de mim faz mais de ano” e “psicopata americano + gata fav = lixo nenhum”. A espuma de gengibre com pimenta é a língua afiada, que deseja retroescavadeira em igreja e manda parlamentar pro inferno: “quase todos que frequentam a igreja sao pessoas ruins, lugarzinho podre, deveriam passar a retroescavadeira por cima” e “salve DEPUTADO FEDERAL… mas nao devemos criar mídias criticas… ne, filha da puta”. O twist de casca de laranja flambada homenageia o cinefilho que vê poesia até em movimento de câmera, como em “olha como a cena começa e a câmera começa a andar de forma que nos tornamos parte da sala…” e a paixão por clássicos em “Primeiro do ano: My ★★★★★ review of Hiroshima Mon Amour”. No fim, é um drink forte, um pouco ácido e dramático, mas sofisticado o suficiente pra quem quer buenar, xingar o mundo e ainda analisar cinema no mesmo gole.

Sua Casa de Hogwarts
Ayan demonstra um interesse intenso e quase obsessivo por aprender e analisar, especialmente em cinema e política, o que é muito característico de Ravenclaw. Ele destrincha linguagem de câmera e mise-en-scène em detalhes, como quando comenta a movimentação melancólica da câmera em uma cena de filme em “olha como a cena começa e a câmera começa a andar de forma que nos tornamos parte da sala...” e quando diz que cinema pode mudar completamente o rumo da vida dele em “estou assim com cinema e acho que minha vida pode mudar de rumo completamente devido a isso...”. Ele também celebra obras mais densas e intelectuais, como em “Primeiro do ano: My ★★★★★ review of Hiroshima Mon Amour...” e em “galera o nolan fez uma biografia de cientista virar um blockbuster de 3horas com assunto politico...”, mostrando apreço por narrativas complexas e político-filosóficas. Além disso, ele analisa minúcias do cotidiano com raciocínio lógico e detalhista — desde a melhor disposição de assentos em avião em “o A é perfeito, esse do B tapete vai prender a cadeira...” até comentários analíticos sobre o capitalismo e a indústria da moda em “o capitalismo e sua industria da moda estao de parabens...”. Embora exista muita emoção e impulsividade (traços de outras casas), o fio condutor é a curiosidade intelectual, a vontade de entender profundamente as coisas e a ironia inteligente, o que o coloca com mais força em Ravenclaw.

Seu filme

Sua música
Ayan mistura um senso de revolta política muito explícito com uma amargura existencial bem marcada, o que combina bastante com o tom de protesto e desesperança de Cálice. Ele demonstra ódio a estruturas de poder e ao imperialismo, como em “PORCOS ESTADUNIDENSES, RAÇA DE MALDITOS…” e em críticas diretas aos EUA e à direita em geral, ecoando o caráter de denúncia e censura presente na música. Ao mesmo tempo, carrega um pessimismo pessoal e sensação de sofrimento contínuo, como em “sempre que eu passo por algo de muita alegria, eu ainda mantenho o pensamento que vou ser triste e aquilo é momentâneo” e “maduro ainda ta sequestrado e minha vida um lixo, mas vlw ai melhoras pros dois”, algo muito próximo da ideia de "cálice" como um fardo doloroso. Há também um gosto por figuras revolucionárias e anti-imperialistas, como em “um lider da direita nunca terá esses culhoes, homens como castro fazem falta”, reforçando a identificação com uma canção de resistência histórica. Até o desprezo por instituições religiosas, como em “que todos os religiosos pereçam”, dialoga com a crítica à hipocrisia moral e ao uso da religião como aparato de controle, tema subjacente na música. No conjunto, a combinação de raiva política, sentimento de sufocamento e dor íntima faz Cálice soar como a trilha perfeita para o jeito que ele enxerga o mundo.

Seu destino de viagem no tempo

Seu videogame

Seu animal espiritual

Sua piada (não) engraçada

Seu superpoder

Seu melhor amigo fictício

Sua viagem dos sonhos

Sua carreira alternativa

Sua combinação com celebridade

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Ayanogod_
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