
Forças e Fraquezas

Seu personagem dos Simpsons
O perfil combina mais com a Lisa Simpson: intelectual, politizado, crítico e meio deslocado do ambiente em volta. Ele está sempre engajado politicamente, com forte viés libertário/anarquista, como em “Alguém aí quer fazer uma pagina anti clerical anarquista? (Sim, é sério)” e “Impossível alguém ser satanista (ou larpar de) e fascista ao mesmo tempo. O fascismo sempre foi e sempre será a putinha do clero.”, o que lembra o idealismo militante da Lisa. Ele também mostra preocupação com questões sociais e de gênero, criticando estruturas patriarcais em “É triste ver mulheres postando esse tipo de coisa... valorização da estrutura que acorrenta a mulher.”, algo muito alinhado ao senso de justiça social da personagem. Ao mesmo tempo, vive cansado, ansioso e frustrado com trabalho e estudo, como em “Minha reação depois de ter um dia de bosta, mais cansativo que uma maratona, e não faltar na faculdade” e “Ir dormir sabendo que o próximo dia vai ser uma merda é muito bom né”, ecoando a sensação constante da Lisa de estar sobrecarregada e incompreendida. O gosto forte por arte, música mais obscura e filmes, mostrado em vários posts sobre metal, cinema e livros, reforça ainda mais essa proximidade com a faceta nerd, sensível e artisticamente engajada da Lisa.

Seu tipo de personalidade MBTI
Eles aparentam ser claramente mais voltados para dentro do que para fora: falam de ficar respondendo reels sozinho (“Vou ficar 2 horas hoje respondendo reels no Instagram”), de andar sozinho por prazer (“Me sinto um jovem do século XIX toda vez que eu saio de casa pra andar só pq é agradável”) e de se sentir drenado pelo contato social no trabalho (“caralho eu nunca recebi tanta mensagem no zap ao mesmo tempo, pqp estou ficando tonto”), o que combina com I. Também revelam forte foco em teoria, ideologia e conceitos abstratos (anarquismo, fascismo, patriarcado, incels, debates marxistas), como em “Os caras ficam putos que anarquismo não é o que ELES acham/querem que seja” e “Esse papo de 'homem tem que ter atitude' só serve pra reforçar o patriarcado”, o que sugere N sobre S. A forma como argumenta é dura, analítica e pouco preocupada em suavizar o impacto emocional — por exemplo, nas críticas a bandas e posers (“Banda ruim de poser retardado posta mais uma capa pra tentar atrair mais uma leva de poser retardado”) e na análise política fria e impiedosa (“Impossível alguém ser satanista (ou larpar de) e fascista ao mesmo tempo. O fascismo sempre foi e sempre será a putinha do clero”) — apontando para T. Em relação a J/P, eles parecem caóticos, procrastinadores e mais reativos que planejados: reclamam de perder despertador (“Eu olhando pro meu celular, percebendo que eu perdi o despertador e vou chegar atrasado no trabalho”), de saúde ferrada por decisões impulsivas (“Quem diria que jantar uma bala Halls e um pedaço de bolo me faria mal”) e de rotina desorganizada com trabalho/faculdade, o que sugere P. Somando introversão, foco conceitual, pensamento crítico/lógico duro e estilo de vida mais espontâneo e desorganizado, o tipo que melhor encaixa é INTP.

Algumas cantadas para você

Seus 5 Emojis
Sua nova bio do Twitter
Historiador em formação, metalhead e anarquista anticlerical. Jogador de Victoria 3 que compra o original e faz o jogo parar de abrir.– @Azrael_Iscariot

Seu coquetel exclusivo
Um drink forte e levemente caótico, porque alguém que solta pérolas como “pau no cu do capital” e “O estado não liga.” não combina com coisa fraca. O gin seco representa o lado direto, agressivo e sem firula do metal e do anarquismo, o sujeito que fala que banda poser é “A MAIOR BOSTA já gravada”. O amaro de ervas é o amargor político, o cara que vê fascismo, igreja e patriarcado e manda que o fascismo é “a putinha do clero” e critica a estrutura que “prende a mulher a pia, a máquina de lavar e a cama”. O licor de café ou cold brew é a vibe madrugada gamer/estudante exausto, de quem joga 6 horas de Victoria 3 até o cérebro derreter e depois ainda vai pra faculdade (“Estou simplesmente morrendo”). O xarope queimado traz uma doçura levemente carbonizada, igual aquele humor meio auto-destrutivo de quem acorda pensando que vai ter que trabalhar sábado e domingo (“Não vou aguentar olhar na cara da chefe”) mas ainda arruma tempo pra se emocionar com Silent Hill e Jacob’s Ladder (“que filme maravilhoso”). A casca de laranja flambada é a faísca estética: o metal melancólico, a capa azul nostálgica (“me lembra todas a horas que eu passei jogando jogos de fantasia quando eu era criança”) e aquela vontade permanente de ver o sol da anarquia nascer nos escombros.

Sua Casa de Hogwarts
Azrael mostra uma curiosidade intelectual muito forte e um gosto claro por estudo e teoria, mais do que por liderança ou busca de status. Ele fala sobre ver palestras na faculdade, mesmo criticando-as, como em “Vendo uma palestra sobre incel na faculdade As tias não fazem ideia do que estão falando...”, e menciona professores e debates teóricos, como em “Minha professora: 'ah que nós como historiadores não podemos estudar o plano dos mortos...'”, o que indica envolvimento com pensamento abstrato e acadêmico. A timeline mostra alguém que lê bastante teoria política e filosófica, citando Kropotkin e Maria Lacerda de Moura em “'Aí está a diferença...' Kropotkin” e “'Sou contra o antissemitismo, mas...' Maria Lacerda de Moura”, o que é bem típico de Ravenclaw: prazer em ideias complexas e debate conceitual. Ele também é detalhista e analítico com cultura pop, jogos e música, dissecando álbuns de metal e listas de artistas em tweets como “15 artists to get to know me Death Megadeth...” e explicando nuances de jogos como Victoria 3 em “Joguei umas 6 horas seguidas de Victoria 3 e meu cérebro derreteu totalmente”. Embora seja corajoso e combativo politicamente, como em “Impossível alguém ser satanista (ou larpar de) e fascista ao mesmo tempo...”, o traço dominante não é o heroísmo impulsivo da Grifinória, mas sim o prazer em argumentar, ler, analisar e ironizar o mundo — um perfil classicamente Corvinal.

Seu filme

Sua música
A música Refuse/Resist combina com o espírito anarquista, anticlerical e antifascista que aparece várias vezes no perfil. Eles se definem como anarquista na bio (“Anarquista, Metaleiro e esquisito”) e convidam para uma página específica: “Alguém aí quer fazer uma pagina anti clerical anarquista? (Sim, é sério)”, o que casa com a recusa a qualquer autoridade que a música exala. A postura contra fascismo e integralismo também aparece em posts como “Impossível alguém ser satanista (ou larpar de) e fascista ao mesmo tempo. O fascismo sempre foi e sempre será a putinha do clero.” e o panfleto antifascista que ele compartilha: “Pois, então, guerra ao integralismo com todas as tuas energias.”. Além disso, é fã declarado de metal extremo e nacional, citando Sarcófago como incontornável para o black metal: “Não tem jeito, sarcófago é incontornável pro black metal.”, o que torna um clássico agressivo e politizado do Sepultura totalmente coerente com o gosto musical. A energia de revolta cotidiana contra chefe, trabalho e capital em posts como “pau no cu do capital” também ecoa o refrão de recusa e resistência da música.

Seu destino de viagem no tempo

Seu videogame

Seu animal espiritual

Sua piada (não) engraçada

Seu superpoder

Seu melhor amigo fictício

Sua viagem dos sonhos

Sua carreira alternativa

Sua combinação com celebridade

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Azrael_Iscariot
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