
Forças e Fraquezas

Seu personagem dos Simpsons
A @baessexual lembra muito a Lisa Simpson porque é intensa, autoanalítica e vive sentindo demais o mundo à volta. Ela mistura humor com existencialismo e tristeza, como quando desabafa sobre ser romântica demais e sofrer com isso em “ai sou a pessoa mais triste do mundo eu real vou morrer sem nunca mais namorar ngm na minha vida” e também quando pede um mundo mais gentil em “queria que as pessoas fossem mais calmas... nao aguento mais viver nesse mundo de tristeza e amargura”. A forma como fala da própria identidade de gênero e de ser trans, assumindo-se em “ana luiza is non binary” e celebrando o Dia da Visibilidade em “feliz dia da visibilidade trans... meus mutuals lindos”, ecoa a veia questionadora, politizada e consciente da Lisa. Ao mesmo tempo, ela é mega fangirl e nerd de cultura pop, seja com k-pop, WJSN e NMIXX como em “eu amo muito o nmixx tanto que me da raiva” ou com Madonna em “te amo madonna te amo...”, o que combina com o lado obcecado e apaixonado da Lisa por tudo que ama. E, como a Lisa, ela se sente deslocada, niche, ‘microcelebridade incompreendida’, como mostra em “minha familia nao entende minha personalidade niche micro celebrity”, reforçando o paralelo com a garota super consciente, meio deprimida, mas brilhante de The Simpsons.

Seu tipo de personalidade MBTI
Eles parecem claramente mais extrovertidos (E) do que introvertidos: expõem a vida pessoal o tempo todo, se colocam como microcelebridade e attention seeker em vários momentos, como em “quando vc na ta competição de quem é mais attention seeker mas ai eu to la” e “NENHUM STORY FICARÁ SEM RESPOSTA HOJE”, mostrando necessidade de interação constante. A preferência por intuição (N) aparece no jeito fantasioso e abstrato de pensar, como em “queria que bebes fossem gerados pela metade… juntava as peças do corpo como se fosse um quebra cabeça” ou ao filosofar emocionalmente sobre gênero em “no joke rn nunca me senti em uma linha tao tênue entre os dois generos”, além de criar cenários e ideias improváveis o tempo todo. A dominância de sentimento (F) é forte: ela prioriza afeto, apego e dor emocional acima de lógica, como em “ai sou a pessoa mais triste do mundo… é horrivel ser romantica demais apaixonada demais apegada dms” e na sensibilidade com pessoas gritando em “nunca dou motivo pra ngm gritar cmg queria q tivessem mais paciência sabe queria que todo mundo fosse educado”. Já o lado perceptivo (P) aparece na impulsividade, falta de estrutura e postura caótica, como em “quero produzir toda a discografia delas daq pra frente....... é uma necessidade” e em decisões espontâneas de furar piercing sozinha em “furo qualquer piercing em mim mesma e se infeccionar minha mamae cuida”, mostrando mais improviso do que planejamento rígido. No conjunto, o estilo hiperexpressivo, dramático, cheio de paixão, humor caótico e idealizações sobre amor, gênero e ídolos corresponde muito bem a um perfil ENFP.

Algumas cantadas para você

Seus 5 Emojis

Sua nova bio do Twitter
Ana Luiza, 20% flor, 80% drama club. Costura, k‑pop, WJSN, NMIXX e reclamações profissionais sobre futebol e homens desde 200X.– @baessexual

Seu coquetel exclusivo
Este drink é forte e dramático como a forma que você xinga time e torcida, com a vodka cítrica representando surtos tipo “vtmnc corinthiano raça do demonio desperdício de oxigênio” e “timinho de bosta sao paulo wannabe”. O licor de flor de sabugueiro é o lado delicado, a menina-flor do bio “deus me transforme em uma flor” e do jeitinho romântico que chora por um futuro filho em “chorando pq eu amo muito meu futuro filho que ainda nao nasceu mas vai nascer”. O xarope de morango apimentado traz o desejo caótico e safado de tweets como “comer todas as xerecas do mundo” e “se eu nao engravidar AGORA dela vou implodir”. O suco de maracujá entra como a ansiedade cansada de quem vive entre gêneros e crises, tipo “no joke rn nunca me senti em uma linha tao tênue entre os dois generos” e “chega a um ponto q vc começa a se sentir um bicho meu deus do ceu odeio ter nascido com uma vagina”. Por cima, a espuma de água de coco é a camada fofa, de praia e nostalgia, a menina de Praia Grande em “forgot that inside an icon theres still a young girl from PRAIA GRANDE SP” que ama idols, NMIXX e Jisung com intensidade de “ESTOU OFICIALMENTE APAIXONADO PELO JISUNG”. É um coquetel experimental, doce-azedo, caótico e apaixonado: perfeito pra quem toma “complementos homossexuais do cerebro” em “tomo isso todo dia eh minha renovação diária dos complementos homossexuais do meu cerebro” e vive em modo atenção-seeker em “quando vc na ta competição de quem é mais attention seeker mas ai eu to la”.

Sua Casa de Hogwarts
Apesar do humor caótico, o traço mais constante da @baessexual é a lealdade intensa e o carinho com as pessoas que ama, típico de Hufflepuff. Ela vive declarando amor e cuidado, como em “te amo mto lum...” e “sera q a alice sabe q eu amo ela mais que tudo nesse mundo e q eu comecei uma conta do 0 por ela...”, mostrando que seus vínculos afetivos são o centro da vida dela. No Dia da Visibilidade Trans, ela celebra os amigos com orgulho em “feliz dia da visibilidade trans math tui dante gab meus mutuals lindos”, o que reforça a ideia de comunidade e apoio mútuo. Ela também demonstra empatia e desejo de um mundo menos agressivo, como em “queria que as pessoas fossem mais calmas... queria que todo mundo fosse educado n aguento mais viver nesse mundo de tristeza e amargura”, algo muito alinhado ao senso de justiça e gentileza de Hufflepuff. Mesmo nas crises e autodepreciações, como em “ai sou a pessoa mais triste do mundo... é horrivel ser romantica demais apaixonada demais apegada dms”, o foco dela volta sempre para amor, apego e afeto, o que a coloca bem mais perto de uma Hufflepuff dramática do que de qualquer outra casa.

Seu filme

Sua música
A melhor música para representar a @baessexual é girl of the year da yeule, porque junta intensidade emocional, ironia triste e identidade queer caótica, tudo que aparece na timeline dela. Ela mesma mostra que yeule faz parte do ritual diário quando diz que toma algo como sua “renovação diária dos complementos homossexuais do meu cerebro” “tomo isso todo dia eh minha renovação diária dos complementos homossexuais do meu cerebro” e posta “semana com algumas fls e a yeule😒” “semana com algumas fls e a yeule😒”, o que já entrega o mood. A letra de girl of the year fala de se sentir deslocada, exausta e ainda assim performando uma persona, o que casa com coisas como ela se chamar “niche micro celebrity” e reclamar de viver observada no Twitter “twitter é um lugar satanico mesmo né a todo tempo estou sendo observada tem olhos em todos lugares nao tenho paz um unico segundo da minha vida queria renascer...”. O jeito como ela mistura humor pesado com dor real em frases como “ai sou a pessoa mais triste do mundo eu real vou morrer sem nunca mais namorar ngm na minha vida” e “chega a um ponto q vc começa a se sentir um bicho meu deus do ceu odeio ter nascido com uma vagina sacrificaria tantas virgens pra nao ter peitos” lembra o clima melancólico e auto-destrutivo da música. Além disso, a forma como ela fala de gênero – se chamando mulher, mas também se dizendo não binária “ana luiza is non binary” – combina com o universo hiper-sensível, queer e mutante que a yeule cria em girl of the year. No fim, é uma faixa que parece feita para alguém que vive entre colapso emocional, fandom de k-pop, obsessões amorosas e uma sensibilidade trans/nb muito à flor da pele, exatamente como ela expõe na conta.

Seu destino de viagem no tempo

Seu videogame

Seu animal espiritual

Sua piada (não) engraçada

Seu superpoder

Seu melhor amigo fictício

Sua viagem dos sonhos

Sua carreira alternativa

Sua combinação com celebridade

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baessexual
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