
Forças e Fraquezas

Seu personagem dos Simpsons
A combinação de neurose estudantil, consciência social e sensibilidade faz esse perfil lembrar muito a Lisa Simpson. Ele reclama de infraestrutura, urbanismo e energia, mostrando olhar crítico e politizado, como em “Que moralismo tosco pra defender a péssima arquitetura e urbanização brasileira” e “enquanto isso o pobre de verdade mora numa cidade tiradentes da vida e é violentado todos os dias pela péssima infraestrutura daquele lugar”. A vida acadêmica pesada, misturada com frustração e autoironia, ecoa o jeitinho Lisa de sofrer com estudos e excelência, vide “nss que bosta odeio matemática pura” e “ele me inspira se ele pode ficar 7 anos no curso mais coxa da usp eu posso tambem ficar 10 anos no imeusp”. Ao mesmo tempo, há um lado sensível e observador, apreciando pequenos detalhes urbanos, como em “amo pegar transporte público de sexta e ver as pessoas arrumadinhas pros rolês delas”. Por fim, o misto de indignação moral com humor ácido, como em “odeio gente punitivista” e “vtnc respeitem o falecimento de uma pessoa”, é muito a cara da Lisa quando ela se revolta com as injustiças do mundo.

Seu tipo de personalidade MBTI
1. E vs I – Extroversão: Ele demonstra alto envolvimento social, fala de festas, rolês e eventos: “parasitasanguessuga festa do ano pqp”, “queria tanto ir no dance o clipe e ninguem ta afim... er”, “amo pegar transporte público de sexta e ver as pessoas arrumadinhas pros rolês delas”. Ele se expõe bastante, comenta micos na rua e na Paulista (“passei um mico agora na paulista”), e fala de interações com estranhos (“kkkk o menino veio aqui abriu o microondas e pegou um pedaço de pizza”), o que sugere conforto com o mundo externo e pouca reserva. 2. S vs N – Intuição: Apesar de notar detalhes concretos do cotidiano (ônibus, energia, arquitetura), ele frequentemente extrapola para comentários gerais, políticos ou conceituais, como em “Que moralismo tosco pra defender a péssima arquitetura e urbanização brasileira” e “usufruindo do meu direito a cidade (usando carregador usb no onibus)”. Também fantasia vidas alternativas e cenários idealizados: “queria viver uma vida hiperrealista nos cafundos da alemanha” e “queria ir pro japão ohayo”, o que indica foco em possibilidades e imaginação – mais N do que puro apego a fatos sensoriais. 3. T vs F – Sentimento: Ele reage fortemente a injustiças sociais e urbanas com linguagem carregada de emoção: “enquanto isso o pobre de verdade mora numa cidade tiradentes da vida e é violentado todos os dias pela péssima infraestrutura daquele lugar” e “odeio gente punitivista”. As opiniões são guiadas por valores e empatia, não por argumentação fria; até quando critica empresas, o faz em tom emocional: “eu quero a cabeca do ceo da enel rolando em praca publica”. Isso aponta fortemente para F. 4. J vs P – Percepção: Ele mostra pouca rigidez e muita espontaneidade: fala de “guerra espiritual (dormir ou estudar)” sem parecer seguir um plano fixo (“chegar em casa e enfrentar a guerra espiritual (dormir ou estudar)”) e aceita horários caóticos entre dois campi (“tendo aula no mesmo dia em dois campus distantes um do outro”). Também vive de improviso em transporte, energia caindo e vida universitária bagunçada, rindo da própria desorganização: “essa semana vou me passar”. Isso é típico de um perfil P, mais flexível e adaptável que estruturado. Conclusão – ENFP: A combinação de sociabilidade expressiva (E), imaginação e foco em possibilidades (N), postura guiada por valores e empatia (F) e estilo de vida solto e improvisado (P) encaixa melhor em ENFP. Ele é engajado em pautas sociais e urbanas de forma apaixonada (“Que moralismo tosco pra defender a péssima arquitetura e urbanização brasileira”), ao mesmo tempo que mantém humor, autoironia e energia social para festas e rolês (“como vou ser triste sabendo que sexta vai ter parasita?”). A timeline mistura crítica social, fantasia de outros lugares e situações, e desabafos afetivos, um retrato clássico de um ENFP bem urbano e ativista.

Algumas cantadas para você

Seus 5 Emojis
Sua nova bio do Twitter
calouro eterno do IME-USP, crítico de ônibus e metrô, fã de Japão e pimentão. já almocei quentão e sobrevivi pra reclamar da Enel.– @bandecobizarro

Seu coquetel exclusivo
Este drink é forte e meio caótico, como pegar ônibus e trem o dia inteiro e ainda ter energia pra festa, inspirado em coisas como “situações imeusp que me dão a clareza espiritual de buda ficar das 08:00 até as 18:00 fazendo nada mexendo no computador ir na fau perseguir meu namorado” e “so quem tava igual o pou fudido no b45 hj vai entender”. A cachaça envelhecida representa o “quentão” raiz e o rolê sofrido porém extraordinário de “almoçando quentão pq quem se arrisca merece viver o extraordinario”. O licor cítrico japonês traz o sonho de viagem e a fixação por Japão/Ásia, direto de “queria ir pro japão ohayo” e “instituto confúcio EU”. O xarope de pimentão caramelizado é a parte agridoce da personalidade, juntando o drama afetivo com o fato de que “pov vc se casa comigo e é obrigado a comer pimentão e suas mil variações todos os dias até o final das nossas vidas”. A espuma de refrigerante de guaraná simboliza o humor leve e meio infantil, combinando com o “pobre premium” do busão com ar quebrado em “hoje tive a primeira experiencia de pobre premium que eh estar dentro do onibus com ar condicionado e ele nao funcionar”, enquanto o bitter de café dá a nota amarga das reclamações urbanas tipo “cidade desgraçada” e o ódio à infraestrutura em “enquanto isso o pobre de verdade mora numa cidade tiradentes da vida e é violentado todos os dias pela péssima infraestrutura daquele lugar”.

Sua Casa de Hogwarts
Ele deixa bem claro que está em um curso pesado intelectual e faz piada com isso, o que mostra uma identidade muito ligada à vida acadêmica e ao pensar, por exemplo em “ele me inspira se ele pode ficar 7 anos no curso mais coxa da usp eu posso tambem ficar 10 anos no imeusp” e em “ola eu sou de Israel e este e meu evento (amostra de estatistica)”. Há curiosidade e gosto por análise quando ele faz uma resenha detalhada de mangá de terror, como em “avaliação dos contos da coletânea do junji ito – coleção 'O Beco' [...] Avaliação Geral: 9/10”, o que é bem típico de Ravenclaw. Ele também reflete sobre temas mais abstratos, como em “sera que tudo precisa ser estudado mesmo?”, mostrando inclinação a questionar e filosofar. Ao mesmo tempo, ele observa o mundo com um olhar atento e meio irônico – por exemplo, na crítica à infraestrutura urbana em “enquanto isso o pobre de verdade mora numa cidade tiradentes da vida e é violentado todos os dias pela péssima infraestrutura daquele lugar” – o que sugere alguém analítico e crítico, mais cabeça do que impulsivo. Apesar de ter momentos de revolta e sarcasmo, o traço dominante é de alguém que pensa, observa e comenta o mundo com sagacidade, encaixando melhor em Ravenclaw do que em uma casa movida sobretudo por bravura, lealdade ou ambição.

Seu filme

Sua música
A música Beleza Americana combina ironia, vida urbana caótica e autoafirmação, o que casa muito com o jeito do @bandecobizarro twittar. Ele vive comentando transporte público, cidade e infraestrutura, tipo em “usufruindo do meu direito a cidade (usando carregador usb no onibus)” e “enquanto isso o pobre de verdade mora numa cidade tiradentes da vida e é violentado todos os dias pela péssima infraestrutura daquele lugar”, o que combina com o olhar crítico e de periferia presente na música. Ao mesmo tempo, ele tem momentos de autoimagem confusa e debochada, como em “eu me visto muito mal meu deus 😕” e depois “eu sou lindo e fofo”, o que lembra a tensão entre vulnerabilidade e confiança da letra. O tom de desabafo engraçado, reclamando de tudo e rindo ao mesmo tempo, aparece em tweets como “hoje tive a primeira experiencia de pobre premium que eh estar dentro do onibus com ar condicionado e ele nao funcionar” e “previsao pra reestabelecimento de energia em 2 (DOIS) dias vtnc eu quero a cabeca do ceo da enel rolando em praca publica”, muito na vibe crítica e irônica da faixa. No geral, é uma música que fala de sobreviver e performar beleza e presença num Brasil todo errado — exatamente o que ele parece fazer entre IME, FAU, busão lotado e caos urbano.

Seu destino de viagem no tempo

Seu videogame

Seu animal espiritual

Sua piada (não) engraçada

Seu superpoder

Seu melhor amigo fictício

Sua viagem dos sonhos

Sua carreira alternativa

Sua combinação com celebridade

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bandecobizarro
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