
Forças e Fraquezas

Seu personagem dos Simpsons
A mistura de caos, humor autodepreciativo e surto existencial lembra muito o Homer Simpson. Ele oscila entre o "vou desistir" e o "vida é massa", como em “eu devia desistir e morrer mas viver é tao massa”, o que lembra o jeito do Homer de reclamar da vida mas ainda assim se divertir com as coisas simples. O lado impulsivo e meio autossabotador aparece em posts como “eu tenho que me retirar de ambientes que meu celular esteja quando for beber deixar trancado msm sei la” e “vou escutar pearl jam e me matar”, sempre com um tom de exagero cômico. Ao mesmo tempo, ele demonstra carinho e afeto pelos outros, como em “eu amo meus amigos” e “acho legal ser fã de pessoas não famosas”, assim como o Homer, que é desastrado mas profundamente afetivo. A vibe de palhaço confesso e caótico se encaixa bem com um Homer mais jovem e online, como reforçado em “tenho dna de palhaço, mas não como uma queixa, simplesmente não consigo ser mais sério”.

Seu tipo de personalidade MBTI
Eles parecem claramente mais voltados para o mundo interno do que para a socialização aberta, falando muito de ressaca sozinho, de beber trancado no quarto (“amo as sextas, eu posso beber pinga trancado no meu quarto sem ser julgado”), de sentir vergonha do que postam (“eu preciso parar de postar aqui, nunca penso no que pode acabar parecendo”) e de reduzir exposição (“quando estou satisfeito acabo por postar menos”), o que sugere I. A forma como pensa é altamente simbólica, metafórica e abstrata, com frases como “a origem do instinto se encontra atras do cenho, pressione levemente para enxergar atraves”, “algum dia quero vestir uma coroa de estrelas” e “queria receber uma carta dizendo que a tempestade já passou”, o que aponta para N mais do que para foco em fatos concretos. As decisões e os conflitos são descritos em termos emocionais e de valor pessoal (culpa, autoimagem, relações, fé), como em “queria ser alguém que eu possa me orgulhar”, “eu sou atraído por pessoas radiantes [...] devo sentir falta disso” e “viver é perceber que nunca haverá algo suficiente nessa vida, exceto para aqueles com fé”, o que é típico de F. Ele demonstra baixa estrutura externa, vive improvisando, entrando em encrencas com bebida (“eu tenho que me retirar de ambientes que meu celular esteja quando for beber”), assumindo compromissos impulsivos (“eu entrei em um compromisso sinistro com o bazaar”) e reclamando da dificuldade de planejar bem até histórias (“dificil lidar com furos de historia sem ser um verdadeiro escritor”), o que se alinha com P. A combinação de introspecção intensa, idealismo melancólico e humor autoirônico, presente em tweets como “eu tenho minhoca no lugar dos miolos” e “eu devia desistir e morrer mas viver é tao massa”, é muito característica de INFP.

Algumas cantadas para você

Seus 5 Emojis
Sua nova bio do Twitter
Torcedor da INTZ, mestre de RPG e aspirante a ilustrador. Já dirigi em 4D, bebo café como se fosse buff e acredito que a lua merece elogios diários.– @bardobardin

Seu coquetel exclusivo
Um drink forte e meio caótico, porque quem declara "amo as sextas, eu posso beber pinga trancado no meu quarto sem ser julgado" não veio pra pedir Aperol. A base de cachaça envelhecida é o lado brasileiro raiz e ligeiramente autodestrutivo de quem fala "eu devia desistir e morrer mas viver é tao massa". O licor de café entra como o litro de cafe + energético em forma líquida chique, ecoando o "1 litro de cafe, dois energeticos e um sonho". O xarope de rapadura adoça com ironia nordestina, em homenagem ao "rapadura é doce mas n é mole n" e à vida difícil porém debochada. O limão-siciliano traz a acidez das paranoias e dramas existenciais tipo "eu tenho minhoca no lugar dos miolos", enquanto a espuma de água tônica com glitter é o toque de magia cyberpunk de um "potion brewer, ferreiro presidencial, dizimador de egrégoras negativas e encantador de peixes" que ainda quer "algum dia vestir uma coroa de estrelas".

Sua Casa de Hogwarts
Essa conta transborda curiosidade intelectual e criatividade melancólica, muito característica da Corvinal. Há um interesse consistente por literatura densa, especialmente Dostoiévski, em posts como “eu nao entendo como memorias do subsolo normalmente fica acima de o eterno marido nos rankings de livros”, “kirillov de os demonios” e “o interrogatorio de dimitri karamazov é top 1 pedaços de livros”, o que indica alguém que gosta de pensar profundamente e comparar obras. A mesma vibe aparece no consumo de mídia mais "cabeça" e cyberpunk, como em “lain é uma das melhores obras cyberpunk que eu ja consumi, tao de parabens”, além de planejamento criativo complexo em “estou cozinhando a melhor campanha do mundo” e reflexão sobre construção de trama em “dificil lidar com furos de historia sem ser um verdadeiro escritor, tipo como caralhos eu justifico x coisa sem mudar o plot completamente?”. Também há uma autopercepção analítica e quase filosófica em posts como “viver é perceber que nunca haverá algo suficiente nessa vida, exceto para aqueles com fé” e “a origem do instinto se encontra atras do cenho, pressione levemente para enxergar atraves”, que revelam alguém que gosta de ruminar ideias abstratas. Apesar de existir impulsividade e humor autodepreciativo em tweets como “eu tenho que me retirar de ambientes que meu celular esteja quando for beber deixar trancado msm sei la”, a tônica do perfil é a de um sujeito observador, imaginativo e constantemente pensando demais — exatamente o tipo de pessoa que o Chapéu Seletor colocaria na Corvinal.

Seu filme

Sua música
A faixa Coringa combina muito com o jeito meio autodepreciativo, meio brincalhão e dramático do @bardobardin. Ele vive falando que tem “dna de palhaço”, como em “tenho dna de palhaço, mas não como uma queixa, simplesmente não consigo ser mais sério, fazer graça e arrancar risadas é top 1 coisas do mundo”, o que ecoa a metáfora do palhaço que sofre mas faz piada na música. Ao mesmo tempo, os posts oscilam entre humor caótico e um certo desespero existencial, como em “eu devia desistir e morrer mas viver é tao massa” e “queria ser alguém que eu possa me orgulhar”, que lembram o contraste entre vulnerabilidade e deboche da letra. A forma como ele dramatiza a própria vida e assume o papel de “bobo da corte” online, por exemplo em “eu tenho que fazer menos graça, passou da época já”, casa bem com o eu lírico de Coringa, que usa ironia e exagero para lidar com dor e confusão. No geral, é uma música sobre rir do próprio caos, exatamente como ele faz ao twittar coisas como “eu sou gato e a curiosidade ja me tirou umas 4 vidas”.

Seu destino de viagem no tempo

Seu videogame

Seu animal espiritual

Sua piada (não) engraçada

Seu superpoder

Seu melhor amigo fictício

Sua viagem dos sonhos

Sua carreira alternativa

Sua combinação com celebridade

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bardobardin
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