
Forças e Fraquezas

Seu personagem dos Simpsons
O perfil do Vinil lembra muito o Homer Simpson: um adulto responsável (engenheiro, pai, pagando financiamento) que vive fazendo piada de tudo e tentando sobreviver à vida adulta. Ele fala abertamente de trabalho e responsabilidade, como em “Quando se tem mais 33 anos de financiamento para pagar, domingo 22h é uma hora para começar a trabalhar como qualquer outra”, mas sempre com humor autodepreciativo típico do Homer. Ao mesmo tempo, é extremamente apaixonado por coisas “de moleque”, como videogame e cultura pop: “Dark Souls II é bom demais, pqp” e o top 10 de jogos em “Meu top 10 de todos os tempos” mostram esse lado. A mistura de pai de família cansado, trabalhador reclamando de conta e empresa, e eterno adolescente gamer que ri de meme ruim e nostalgia de infância, como em “Eu jogava demais esse jogo aqui quando era criança” e “Pelo menos pudemos presenciar o ápice da humanidade, que comprovadamente ocorreu entre 1994 e 2007”, é exatamente a vibe do Homer modernão. Além disso, o jeito de reclamar de coisas do dia a dia – trabalho presencial, chuva, treinamento obrigatório, preço de tudo – em posts como “Trabalho presencial é foda. Ter que andar na rua nessa enxurrada e ficar descalço pra secar a meia é lamentável” é puro humor à la Homer: reclamão, mas carismático.

Seu tipo de personalidade MBTI
A presença forte de atividades solitárias (games single-player, trabalho, estudos) e o humor meio rabugento com interação social sugerem introversão: ele celebra videogame e vida caseira em posts como “Minha biblioteca da Steam” e reclama de demandas de trabalho/socialização em “Quando alguém me pede alguma coisa faltando só 8 horas e 12 minutos pra ir embora”. O foco é muito em coisas concretas e experiências reais – contas, financiamento, energia, preço de jogos, vida de escritório – apontando para Sensing, por exemplo em “Quando se tem mais 33 anos de financiamento para pagar, domingo 22h é uma hora para começar a trabalhar como qualquer outra” e “Pisar na rua está caro demais”. Porém, o jeito como ele faz generalizações sobre gerações, profissão e cultura gamer mostra também abstração e padrão de visão de sistema, como em “Começou a pipocar um monte de posts de devs jr... achando que estão em posição de dar aula sobre a profissão” e “Pelo menos pudemos presenciar o ápice da humanidade, que comprovadamente ocorreu entre 1994 e 2007”, o que puxa fortemente para N. Ele é claramente mais Thinking do que Feeling: analisa carreira e estudo de forma lógica em “Em momento nenhum deixei de me divertir, jogar videogame e etc.”, critica arrogância técnica com um viés racional em “Esse tipo de arrogância pode até te fazer sentir bem no curto prazo…” e usa ironia cortante, como “A pessoa que deixou uma dívida de 300 reais chegar a 20 mil está disponibilizando sua planilha de organização financeira”. A preferência por estrutura, planejamento e responsabilidade é marcante, característica de Judging: ele fala de contas, financiamento, dever cumprido e rotina de trabalho em “Bora trabalhar, porque as contas não vão se pagar sozinhas”, “Saio com a sensação de dever cumprido” e da disciplina de estudo e carreira em “Comecei a estudar na engenharia elétrica. Continuei estudando, hoje ganho bem, tenho casa, família.”. Combinando introversão, foco em padrões e sistemas, pensamento analítico e atitude estruturada frente à vida, o perfil que melhor encaixa é INTJ.

Algumas cantadas para você

Seus 5 Emojis
Sua nova bio do Twitter
Engenheiro elétrico, pai, atleticano e acumulador de jogos na Steam. Voltei pro X pra reclamar de boletos, impressoras e defender Dark Souls II.– @bardovinil

Seu coquetel exclusivo
Uma dose generosa de cachaça envelhecida representa o brasilzão raiz, o salário suado e o financiamento de 33 anos que faz ele trabalhar até domingo às 22h, como em “Quando se tem mais 33 anos de financiamento para pagar, domingo 22h é uma hora para começar a trabalhar como qualquer outra”. O licor de café é a energia do engenheiro que programou em disquete e continua estudando e focando na carreira, como em “Estou na casa dos 30... Continuei estudando, hoje ganho bem, tenho casa, família” e “Aprendi programação aqui 🥲”. O xarope de rapadura com toque salgado de pão de queijo é a mistura doce e mineiramente irônica de quem valoriza pequenos prazeres, tipo “O pão de queijo da Cidade do Galo é diferenciado” e as lembranças aleatórias como “Versão Portuguesa, Pim Pam Pum Produções”. O limão siciliano traz a acidez da sinceridade e das reclamações bem-humoradas sobre Twitter, trabalho e fanboys, como em “Fanboys de Linux tentando convencer seus amigos a mudar pra Linux” e “Briga entre fã de empresa que faz o console X...”. A espuma de tônica por cima é a camada leve e memeira que ele bota em tudo, inclusive na paixão por jogos como “Dark Souls II é bom demais, pqp” e no top 10 gamer em “Meu top 10 de todos os tempos”, deixando o drink forte, ligeiramente amargo, mas extremamente viciante – igual zerar Soulslike depois do expediente.

Sua Casa de Hogwarts
Vinil demonstra um forte apreço por aprendizado e desenvolvimento intelectual, típico de Ravenclaw. Ele fala com orgulho da própria trajetória de estudos em engenharia e de como isso moldou sua vida, ao mesmo tempo em que desmistifica a narrativa fatalista sobre estudo e sucesso em “Estou na casa dos 30. Não estudei na época de escola [...] Continuei estudando, hoje ganho bem, tenho casa, família.”. Também oferece um conselho longo e estruturado para novatos na área de engenharia e software em “pra quem quiser ouvir um toque de quem tem quase 20 anos de engenharia elétrica/eletrônica/de software”, o que mostra pensamento analítico e gosto em transmitir conhecimento. Ele zomba de "Nostradamus da tecnologia" e previsões furadas em “Esses Nostradamus da tecnologia erram 100% das vezes”, indicando ceticismo racional. Além disso, o humor dele é frequentemente baseado em observações sagazes do cotidiano, como em “Enquanto vocês reclamam de sempre colocar o USB do lado errado [...], eu já tô na idade de reclamar de sempre abrir a caixa de remédio com a bula assim.”, revelando um tipo de inteligência bem-humorada que é a cara de Ravenclaw.

Seu filme

Sua música
A música In the End combina bem com o jeito meio cínico, meio bem-humorado com que ele encara trabalho, responsabilidade e frustração. Ele vive falando de contas e boletos, como em “A conta do semestre não está fechando” e “Quando se tem mais 33 anos de financiamento para pagar, domingo 22h é uma hora para começar a trabalhar como qualquer outra”, o que remete à sensação de esforço constante da música. Ao mesmo tempo, mantém uma postura irônica e resignada, como em “Bora trabalhar, porque as contas não vão se pagar sozinhas” e na reclamação sobre o calor e o ar-condicionado em “Oi, se está um calor do cão lá fora... eu te odeio.”. Ele também reflete sobre carreira, estudo e maturidade em “Começou a pipocar um monte de posts de devs jr...” e “Estou na casa dos 30... continuei estudando, hoje ganho bem...”, bem no espírito de olhar pra trás e ver que o caminho foi cansativo. Tudo isso, somado ao tom meio autoirônico de posts como “Quem diria que eu iria chegar a um milhão de seguidores postando memes de baixa qualidade”, casa com o clima de esforço, frustração e aceitação irônica de In the End.

Seu destino de viagem no tempo

Seu videogame

Seu animal espiritual

Sua piada (não) engraçada

Seu superpoder

Seu melhor amigo fictício

Sua viagem dos sonhos

Sua carreira alternativa

Sua combinação com celebridade

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bardovinil
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