
Forças e Fraquezas

Seu personagem dos Simpsons
Ela combina muito com a Lisa Simpson: intelectual, intensa e politizada, mas também emocionalmente sensível. Tem formação em Ciências Sociais e está no mestrado em filosofia (“certo dia vc acorda c o seu diploma de Ciências Sociais em mãos...”, “nesse exato momento da minha vida eu estou: ... fazendo mestrado em filosofia...”), o que ecoa a curiosidade acadêmica e a veia filosófica da Lisa. Ela mistura teoria dura com vida cotidiana e militância, como em “sobre os debates que tem rolado, eu queria fazer um metacomentário entre a posição acadêmica dos intelectuais de esquerda e as autoteorias de povos marginalizados” e “abolir o valor de troca ... das relações e transvalorar seu valor como valor de uso”. Ao mesmo tempo, mostra vulnerabilidade e autoquestionamento em posts como “talvez eu tenha fracassado em tudo o que eu tentei...” e “queria n ser/me sentir tão sensível as vezes”, muito parecido com o drama interno da Lisa tentando encontrar seu lugar no mundo. Por fim, a combinação de ética, radicalidade política e um certo sentimento de deslocamento social (“tenho cada vez mais ódio de quem se relaciona com o conhecimento em filosofia de uma forma elitista”) é bem Lisa: uma mente muito à frente do entorno, tentando conciliar teoria, afeto e prática.

Seu tipo de personalidade MBTI
Eles parecem extrovertidos (E): falam de diversos rolês, bares, praia e encontros, como em “pai amado eu tava vendendo brisadeiro e chegou um cara me rodeando…” e “dei um rolê hj q me lembrou tanto da minha adolescência”, além de expor vulnerabilidades e corpo em público (“desculpa fiquei mto gostosa nessa akie me perdoem”), algo bem voltado pra fora. Predomina claramente a Intuição (N): há muitos comentários conceituais e metateóricos, como “a territorialização fixadora de um 'corpo' é uma forma de captura, o corpo é movimento, afecção…” e “abolir o valor de troca (…) das relações e transvalorar seu valor como valor de uso”, além de reflexões sobre ciclos e revolução em Utena (“a própria repetição da forma reitera o seu conteúdo…”). A preferência por Sentimento (F) aparece na ênfase constante em afeto, cuidado e feridas emocionais, como “quero me sentir estabilizada emocionalmente…”, “eu sinto falta de algo q eu nem sei dar nome” e nas críticas ético-afetivas a dinâmicas de relação (“como vcs entram em relacionamentos firmando acordos q vcs n vão cumprir?”). Por fim, o estilo é claramente Perceiving (P): há procrastinação, improviso e autoironia com prazos (“terminei essa porra no enrolation msm e ainda meti um gráfico pra ter mais página”), vida cheia de atividades simultâneas (“andando de skate aprendendo a tatuar fazendo mestrado em filosofia vendendo br*sadeiro”) e decisões espontâneas, como “hj eu vou quebrar o pacto e acho q vou fazer tiragem pra mim mesma...”. Essa combinação de sociabilidade intensa, discurso altamente abstrato, forte carga afetiva e espontaneidade aponta com bastante força para ENFP.

Algumas cantadas para você

Seus 5 Emojis
Sua nova bio do Twitter
mestranda em filosofia, ciências sociais perdida, vende brisadeiro e faz tattoo de handpoke. já troquei skate de 30 conto por teoria do Deleuze.– @bergsonian_baby

Seu coquetel exclusivo
A cachaça com infusão de cacau é a base forte, anárquica e brasileira, ecoando o “sapatrava e anarco” da bio e essa vida de quem tá sempre fazendo mil coisas ao mesmo tempo (“nesse exato momento da minha vida eu estou: andando de skate aprendendo a tatuar fazendo mestrado em filosofia vendendo br*sadeiro”). O licor de hibisco com pimenta rosa é doce e ardido, como quem admite com humor a própria gostosura (“desculpa fiquei mto gostosa nessa akie me perdoem”) e ao mesmo tempo dispara opiniões afiadas (“gnt vcs n são alternativos por comprar roupa 'gótica' de fast fashion sinto lhes informar...”). O suco de maracujá fresco traz o drama da busca por estabilidade emocional (“quero me sentir estabilizada emocionalmente e sei q tô no caminho mas porra as vezes a gnt só quer chegar n caminhar...”), misturado com uma acidez tropical que combina com o amor pelo sotaque pernambucano (“desde q eu fui pra lá sou apaixonada pelo sotaque pernambucano mds q coisa linda”). O shrub de vinho tinto e frutas vermelhas é a memória afetiva meio caótica, tipo derrubar a taça de vinho roubada num vernissage (“acabo de derrubar a taça de vinho q eu roubei num vernissage c uma ex ficante as memórias se vão e n há recordação mesmo...”) e toda essa vibe de intensidade sentimental (“eu sinto falta de algo q eu nem sei dar nome”). Por fim, a ginger beer artesanal dá o gás punk, skateiro e DIY (“vdd gnt e eu q peguei no apagão q teve aqui pra me tatuar de handpoke kkkkk fiz duas tatuagens em mim mesma!”), fechando um drink forte, levemente doce, bem ácido, experimental e filosófico – perfeito pra quem decide que “ano passado foi samsara, esse ano é moksha” (“ano passado foi samsara, esse ano é moksha”).

Sua Casa de Hogwarts
Ela transpira mente de filósofa nerd: está fazendo mestrado em filosofia, pede referências teóricas e formula problemas conceituais com naturalidade, como em “sobre os debates que tem rolado, eu queria fazer um metacomentário entre a posição acadêmica dos intelectuais de esquerda e as autoteorias de povos marginalizados” e quando pergunta por “algum texto que fale sobre escrita como criação de efeitos de pensamento/afecções numa chave meio pragmatista?” em outro tweet. A bio já entrega a chave teórica, juntando Bergson, anarquismo e transição: “sapatrava e anarco, transcrevendo o inexprimível”, o que combina com a ênfase corvinal em pensamento abstrato e linguagem. Ela celebra leituras difíceis, faz piada com Hegel em “vão oferecer uma matéria chamada 'Hegel para não iniciados' fizeram essa pra mim 🤓☝️” e fala animada sobre livros como A individuação à luz das noções de forma e informação em “vai ter: A individuação... Empirismo e Subjetividade...”. Ao mesmo tempo, demonstra espírito crítico contra usos elitistas da filosofia em “tenho cada vez mais ódio de quem se relaciona com o conhecimento em filosofia de uma forma elitista”, o que é bem Corvinal: valorizar o saber em si, não o status. A mistura de curiosidade teórica, autocrítica intelectual e gosto por conceitos complexos pesa muito mais do que traços de coragem ou ambição, então Corvinal é a casa que melhor sintetiza o jeito dela.

Seu filme

Sua música
Uma música que combina muito com @bergsonian_baby é bad reputation, da Joan Jett, pela mistura de rebeldia, autonomia e desdém por expectativas normativas. Ela se descreve como “sapatrava e anarco” na bio e vive num modo de vida múltiplo e indisciplinado, como quando diz que está “andando de skate aprendendo a tatuar fazendo mestrado em filosofia vendendo br*sadeiro”. A atitude de não se dobrar às expectativas dos outros aparece em tuítes como “faria um bem danado pra alguns de vcs se vcs saíssem um pouco da internet” e na forma dura e irônica como fala de certas pessoas, por exemplo “tem gnt q eu honestamente torço pelo suicídio”. Ao mesmo tempo, ela revela vulnerabilidade e excesso de sensibilidade em posts como “queria n ser/me sentir tão sensível as vezes”, o que casa com a energia de alguém que escolhe ser radicalmente ela mesma apesar da dor. Essa combinação de intensidade afetiva, postura punk, transgressão de gênero e rejeição às normas sociais faz bad reputation encaixar perfeitamente como trilha sonora dela.

Seu destino de viagem no tempo

Seu videogame

Seu animal espiritual

Sua piada (não) engraçada

Seu superpoder

Seu melhor amigo fictício

Sua viagem dos sonhos

Sua carreira alternativa

Sua combinação com celebridade

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bergsonian_baby
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