
Forças e Fraquezas

Seu personagem dos Simpsons
A conta lembra muito a Lisa Simpson: politizada, nerd, emocionalmente intensa e sempre comprando briga por justiça social. Assim como a Lisa, elu é obcecado por causas políticas e direitos humanos, falando de Palestina o tempo todo, como em “NÃO PAREM DE FALAR SOBRE A PALESTINA!! TO THE RIVER TO THE SEA PALESTINE WILL BE FREE” e “DONT STOP TALKING ABOUT PALESTINE. 🇵🇸”. Também demonstra consciência de identidade e minorias, sendo judeu antissionista em “Tem judeus, como eu, que queremos que o Estado ilegítimo de Israel exploda” e criticando racismo e colorismo em “é triste como essa obsessão por ser claro tá enraizado na nossa sociedade”. A vulnerabilidade e os problemas de saúde mental aparecem em posts como “ta sendo muito dificil ser eu acho que me matar e a unica saida” e no relato sobre bullying e autoimagem em “O bullying fode com a cabeça das pessoas né?”, o que também combina com o lado sensível da Lisa. Por fim, o gosto por coisas nerd/geek e forte opinião sobre cultura pop, como em “Eu queria MUITO acompanhar Percy Jackson, mas o meu autismo e hiperfoco em mitologia grega não me deixa gostar”, reforça essa vibe de adolescente inteligente, engajado e um pouco incompreendido, bem no espírito da Lisa Simpson.

Seu tipo de personalidade MBTI
Eles mesmos se identificam como INFJ em um tweet de apresentação: “nome : Victor sexualidade : Gay mbti : INFJ...”, o que já é um indício forte. O padrão de engajamento mostra traços de introversão: não falam muito de sair, festas ou grandes grupos, e valorizam mais conexões específicas, como quando pedem amigos estrangeiros com certa timidez e filtro: “Oi, gente! Responda este tweet se você for gringo ou hermano... tô meio cansado de só falar português” e “i wish i have foreign friends...”. A preferência por intuição (N) aparece no foco em causas, ideologias e símbolos, como discussões sobre genocídio, colonialismo e política internacional, por exemplo em “Victor considera Israel um estado ilegítimo, genocida e nazista.” e nos inúmeros posts sobre Palestina, bem mais abstratos do que práticos. O eixo F (Feeling) fica evidente pela defesa intensa de minorias e reação emocional a injustiças, como em “Acho que todos os homens cis deveriam ser mortos porque alguns são estupradores” (hipérbole afetiva) e na frustração com transfobia e homofobia em vários quotes, além da abertura sobre bullying e autoestima: “O bullying fode com a cabeça das pessoas né? Eu sofri bullying minha infância toda...”. A parte J (Judging) aparece no senso forte de certo/errado, cobranças normativas e posicionamentos categóricos, como em “SILÊNCIO É VIOLÊNCIA 🇵🇸...” e no tom de “tem que” em tweets criticando quem não segue leis ou quem se omite em causas políticas. Somando autodeclaração, foco em valores e justiça social, intensidade emocional e postura convicta, o perfil bate fortemente com INFJ.

Algumas cantadas para você

Seus 5 Emojis
Sua nova bio do Twitter
Victor, 17, INFJ, gay e judeu. Entre threads sobre Palestina, TEA e cultura pop. Uma vez quase derreti o celular só discutindo política.– @berrycellbo

Seu coquetel exclusivo
Uma mistura forte de cachaça jovem representa a intensidade política e o sangue nos olhos de quem solta um “Vai tomar no seu cu” com a mesma facilidade que defende pautas sérias. O licor de melancia vem da bandeira da Palestina no nome e nos emojis, ecoando os gritos de “NÃO PAREM DE FALAR SOBRE A PALESTINA!! TO THE RIVER TO THE SEA PALESTINE WILL BE FREE”. O suco de limão siciliano dá o azedinho dramático de quem admite “ta sendo muito dificil ser eu acho que me matar e a unica saida” enquanto transforma dor em meme e militância em thread. O xarope de pimenta e gengibre é a picância das respostas afiadas contra transfobia, sionismo e extrema-direita, como em “Victor considera Israel um estado ilegítimo, genocida e nazista.”. Finaliza com espuma de água de coco com glitter verde, porque por baixo da acidez ainda tem um lado sonhador, nerd e autista que ama slimecicle, QSMP e quer amigos gringos, como em “i wish i have foreign friends. whats the sense to be on an international community… if everyone i talk is brazilian?”. É um drink experimental, barulhento e politizado: metade bar de esquerda, metade fandom gamer surtado.

Sua Casa de Hogwarts
Victor demonstra um padrão muito forte de coragem moral, impulsividade e gosto por confronto direto – marcas clássicas da Grifinória. Ele se posiciona sem medo em temas pesados como genocídio, nazismo e Palestina, por exemplo em “NÃO PAREM DE FALAR SOBRE A PALESTINA!! TO THE RIVER TO THE SEA PALESTINE WILL BE FREE” e “SILÊNCIO É VIOLÊNCIA 🇵🇸”, o que mostra disposição de peitar o que considera injusto mesmo que isso traga hate. A forma como xinga e confronta diretamente pessoas e grupos – como em “Vai tomar no seu cu”, “Sua puta, não é briga de fandom, é sobre um GENOCÍDIO” e “Acho que todos os homens cis deveriam ser mortos porque alguns são estupradores” – indica impulsividade e um temperamento combativo típico de grifinório, mais do que a frieza calculista de Sonserina. Ao mesmo tempo, ele se identifica explicitamente como judeu antissionista em “Tem judeus, como eu, que queremos que o Estado ilegítimo de Israel exploda” e reafirma sua posição em “Victor considera Israel um estado ilegítimo, genocida e nazista.”, mostrando que não hesita em se expor pessoalmente por um princípio. Mesmo quando fala de vulnerabilidades e sofrimento, como em “ta sendo muito dificil ser eu acho que me matar e a unica saida” ou sobre bullying e autoimagem em “O bullying fode com a cabeça das pessoas né? Eu sofri bullying minha infância toda”, ele faz isso em público, o que também exige coragem emocional. Considerando o conjunto – ativismo barulhento, moral forte, explosões de raiva e enfrentamento aberto – a Grifinória descreve melhor sua personalidade do que Lufa-Lufa, Corvinal ou Sonserina.

Seu filme

Sua música
A música Born This Way combina bem com a forma como Victor fala de identidade, orgulho e luta política. Ele se apresenta de forma bem aberta e múltipla no bio ("him/her/them", "sexualidade : Gay" em “amigariam ou cairiam na porrada cmg ?”), o que ecoa a mensagem da música de abraçar quem você é sem pedir desculpas. Ao mesmo tempo, ele é extremamente engajado em causas, especialmente Palestina, com tweets como “NÃO PAREM DE FALAR SOBRE A PALESTINA!! TO THE RIVER TO THE SEA PALESTINE WILL BE FREE” e “SILÊNCIO É VIOLÊNCIA 🇵🇸”, o que se alinha ao tom combativo e de resistência da música. Ele também enfrenta transfobia e imposições de gênero, por exemplo em “ATENÇÃO: OS VIADOS E SAPATÃO CIS ESTÃO AGORA DITANDO NOVAS REGRAS. É OBRIGATÓRIO FAZER HOMONIZAÇÃO.” e “Muito engraçado como a comunidade LGBT luta contra a normas de gênero pra vir uns tonhão que nem trans é cobrar da gente binaridade.”, reforçando a temática de autoaceitação radical. Mesmo com vulnerabilidades e momentos difíceis, como em “ta sendo muito dificil ser eu acho que me matar e a unica saida”, ele continua se posicionando e existindo de forma intensa – exatamente o tipo de força e afirmação que a música celebra.

Seu destino de viagem no tempo

Seu videogame

Seu animal espiritual

Sua piada (não) engraçada

Seu superpoder

Seu melhor amigo fictício

Sua viagem dos sonhos

Sua carreira alternativa

Sua combinação com celebridade

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berrycellbo
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