
Forças e Fraquezas

Seu personagem dos Simpsons
Ela parece mais com a Lisa Simpson: sensível, crítica e meio caótica emocionalmente, mas muito amorosa com bichos, família e estudos. Assim como a Lisa, ela é reflexiva, fala de saúde mental e cansaço com o mundo, como quando diz "eu a dois passos de virar sxe" e "Eu não aguento mais me frustrar". Ela tem uma veia meio militante/opinativa, reclamando de gente defendendo trabalho exaustivo em "odeio quem defende trabalho exaustivo" e criticando banda usando IA em material gráfico em "Não aguento banda underground socando IA em material de divulgação", bem Lisa questionando o sistema. Ao mesmo tempo, é muito afetuosa e nerd de bichos, gatos e cultura pop, como em "Muito engraçado que eu tenho um gato que todos os meus amigos são fãs dele" e "o twice demorou mas me ganhou, estou extremamente apaixonada por elas". Ela também mostra orgulho de estudar e dividir as notas com a mãe, em "eu sempre mostro as notas que eu tiro pra minha mãe, mesmo na faculdade", o que é muito a cara da Lisa CDF que quer validação da família. No geral, é uma Lisa mais bagunceira e brasileira, com humor ácido e dramático, mas com o mesmo coração enorme e senso crítico.

Seu tipo de personalidade MBTI
Eles parecem claramente mais voltados para o mundo externo do que reservados, sempre interagindo com gente, cena, família e motoristas de Uber, e se colocando no centro de histórias engraçadas, como em “eu sou muito boca de confusão eu e o uber conversando…” e “Final do rock todo mundo vendo o Vasco bater pênalti”, o que aponta para Extroversão (E). A forma como fantasiam cenários e possibilidades, tipo “vcs vão me amar quando eu entrar em psicose religiosa e me enfiar na india ou no xingu por 8 meses?” e planejam futuros absurdos como “meu casamento vai ter um pula pula e vai todo mundo entrar mt bebado…”, mostra foco em ideias, significados e ‘e se’, bem típico de Intuição (N). A prioridade evidente é sentimento, lealdade e valores pessoais – se irritam com ex dando like em alternativa gostosona (“O sentimento de merda que eu senti…”), defendem estética/ética na cena contra IA (“Não aguento banda underground socando IA em material de divulgação…”) e se apegam muito a bichos e amigos, o que sugere Feeling (F) acima de análise fria. A vida delas soa caótica, improvisada e cheia de histórias de última hora – desde a "cruzada anual" de jogar The Sims e largar de repente (“Terei que dar início a minha cruzada anual de jogar The Sims por uma semana inteira…”) até viajar com uma mochila e voltar cheia de ecobags, mudas e um melão (“Vim pra São João com uma mochila e um violão Tô saindo com isso e mais duas ecobags cheias…”) – forte sinal de Perceiving (P). Esse combo de expansiva, criativa, emotiva, meio caótica e cheia de histórias intensas casa muito bem com o perfil ENFP.

Algumas cantadas para você

Seus 5 Emojis
Sua nova bio do Twitter
Designer, vascaína e mãe de felinos destruidoras. Já quase internei de tanto trabalhar e ainda ensaio samba com o Mario tirando Fresno no violão.– @berserkinha

Seu coquetel exclusivo
Esse drink é forte, mas confortante, tipo tia da cozinha que aguenta o tranco e ainda faz banquete, inspirado em quando ela diz que qualquer comida ela desenrola e faz, é habilidade nata “Qualquer comida eu desenrolo e faço, é minha habilidade”. A cachaça envelhecida representa o Vasco-da-Gama-energia, raiz, sofrida, mas cheia de história e fé no próximo jogo “VASCO DA GAMA”. O licor de café e o clima de café da tarde vem da obsessão declarada pelo lanchinho perfeito “Se eu pudesse todas as minhas refeições seriam café da tarde”. O xarope de romã é homenagem indignada à romã de 15 reais, transformando a indignação em luxo doce e ácido “15 reais uma romã Estou perplexa”. O maracujá traz o drama da vida adulta cansada, faculdade, trampo e frustração, esse azedinho ansioso que ela vive narrando “Eu não aguento mais me frustrar”. Por cima, uma espuma de água de coco é o lado espiritual, praia, umbanda e a vontade de sumir numa viagem meio mística pro Xingu ou Índia “vcs vão me amar quando eu entrar em psicose religiosa e me enfiar na india ou no xingu por 8 meses?”.

Sua Casa de Hogwarts
A Clara transparece muito mais como Hufflepuff do que qualquer outra casa, principalmente pela forma afetiva e pé no chão com que fala da vida. Ela demonstra um carinho quase maternal com os bichos e com a família, como em “A gatinha engordou muito com a ração que a gente comprou, a bichinha chega tá sem pescoço 😭😭😭”, em “Muito engraçado que eu tenho um gato que todos os meus amigos são fãs dele Wandinho você sempre vai ser famoso!” e em “muito lindo meus sobrinhos adolescentes roquistas, meus orgulhos”. O orgulho do próprio esforço e da rotina de trabalho aparece em coisas como “Incrível que os meus genes de tia da cozinha com esses braços enormes que eu tenho não são atoa Qualquer comida eu desenrolo e faço, é minha habilidade” e no desabafo contra exploração em “odeio quem defende trabalho exaustivo [...] sinceramente, que se foda o trabalho quero dinheiro sem ter que fazer nada mesmo”, que mostra senso de justiça e cuidado consigo e com os outros. Ela também é muito leal aos seus e às coisas que ama – Vasco, BTS, Twice, amigos, gatos – como se vê em “Maior saudade do BTS” e “o twice demorou mas me ganhou, estou extremamente apaixonada por elas”. A impulsividade engraçada e boca solta, tipo em “eu sou muito boca de confusão [...] comecei a falar em como motorista de onibus é abusado ai o cara fala assim 'eu tb sou motorista de onibus'”, poderia sugerir um pouco de Grifinória, mas o núcleo dela é afeto, trabalho honesto, cuidado com os outros e uma vibe muito “pessoa do rolê que acolhe todo mundo”, que é essencialmente Hufflepuff.

Seu filme

Sua música
A música thank u, next combina com a forma como ela transforma desgraça amorosa em narrativa irônica e crescimento pessoal, como quando fala do ex dando like em alternativa gostosona no Instagram (“o like do meu ex tava lá”) e do ex que manda imagem gerada em IA e bloqueia de novo (“me enviando uma imagem minha e dele gerada com IA, e bloqueando de novo”). A letra fala de aprender com amores antigos e seguir em frente com autoestima, o que ecoa quando ela diz que até o pior ano da vida não mexeu tanto com o ego quanto o último (“não mexeu e moldou o meu ego igual esse ano”). Ela tem uma autoimagem forte e divertida, tipo quando fala dos “genes de tia da cozinha” e que desenrola qualquer comida (“Qualquer comida eu desenrolo e faço, é minha habilidade”), o que combina com o tom de autoconfiança da música. Ao mesmo tempo, vive entre o drama e a comédia, como ao cogitar psicose religiosa na Índia ou Xingu (“vcs vão me amar quando eu entrar em psicose religiosa e me enfiar na india ou no xingu”), o que casa com o jeito meio caótico, meio zen de quem já sofreu, mas escolhe rir, aprender e seguir para o próximo capítulo.

Seu destino de viagem no tempo

Seu videogame

Seu animal espiritual

Sua piada (não) engraçada

Seu superpoder

Seu melhor amigo fictício

Sua viagem dos sonhos

Sua carreira alternativa

Sua combinação com celebridade

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berserkinha
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