
Forças e Fraquezas

Seu personagem dos Simpsons
O perfil combina mais com a Lisa Simpson: alguém muito preocupado com política, justiça social e teoria, mas também cheio de crises existenciais e autoconsciência. Ele se define como marxista-leninista e estudante de História na UFSJ, o que lembra o lado intelectual e politizado da Lisa, reforçado por coisas como “bizarro como eu estudo marxismo por volta de 5 anos e sei porra nenhuma ainda” e críticas a mídia e aquecimento global, como em “mais uma vez a imprensa associando temperaturas que podem ser prejudiciais aos humanos com imagens de lazer ao invés de vincular aos verdadeiros culpados”. Ao mesmo tempo, ele é dramático e autodepreciativo, com humor bem ácido sobre si mesmo, tipo “pai poso me mata” e “1 like e eu me mato”, o que lembra as crises internas da Lisa, que oscila entre militância e desânimo. Apegos a cultura pop e jogos, como “expedition 33 é o jogo com a melhor trilha sonora de todos os tempos o jogo eh simplesmente uma obra de arte” e comentários sobre séries e dublagem, remetem à faceta nerd/culta dela. Por fim, ele demonstra sensibilidade com família e futuro, como em “é hoje que eu aposento meus pais” e em desabafos sobre a casa dos pais e energia pesada, o que ecoa a forma como a Lisa sente tudo de maneira intensa e reflexiva.

Seu tipo de personalidade MBTI
Eles parecem mais introvertidos (I) do que extrovertidos: falam muito de estados internos, cansaço social e vida interior, como em “casa dos meus pais tem um ar de depressão e uma energia pesada” e “as vezes eu paro pra pensar que eu só criei consciência de que eu existo...”, além de criar um perfil privado pra coisas "extremamente pessoais" em “tenho vergonha de tweetar algumas coisas... por isso criei um pvd”. A preferência por intuição (N) aparece nos comentários existenciais, políticos e climáticos mais abstratos, como “o mundo vai acabar nos próximos 25 anos” e a crítica de mídia em “é como se tivesse vindo um meteoro e os jornais estivessem felizes...”, além de viajar em gnose e demiurgo em “furar o véu do mundo material, buscando a gnose verdadeira...”. Apesar do humor ácido, o foco constante em sentimentos, relações e mágoas indica feeling (F): ele se vê como “arrasado” em “estou arrasado”, sofre com casa dos pais em “sério n sei como aguentei morar aqui por tanto tempo...” e se percebe como "cupido involuntário" em “me relacionei com duas pessoas e as duas apareceram namorando...”. A tendência parece mais perceiving (P) do que julgadora: fala de hiperfoco caótico em jogos em “hiperfoco em expedition 33”, reclama de dinheiro e improviso em “qual q é a pira de responder tweet com gif?” e “e qualquer compra básica q eu faço da quase 50 conto”, além de autoimagem bem desorganizada e impulsiva em piadas como “1 like e eu me mato”. Somando introversão emocional, foco em significados e ideais, sensibilidade afetiva e vida meio caótica, o tipo que melhor encaixa é INFP.

Algumas cantadas para você

Seus 5 Emojis
Sua nova bio do Twitter
História na UFSJ, marxista-leninista em formação. Sobreviveu a rodízio de pizza, afta e PIBID atrasado — ainda achando tempo pra falar de games.– @BFreire_R

Seu coquetel exclusivo
Cachaça mineira envelhecida representa o mineiro que estuda História na UFSJ e vive dizendo coisas como “bizarro como minas gerais é foda”, com aquele pé firme na realidade material. O licor de café entra pelo hábito de virar a madrugada filosofando e sofrendo, tipo quando ele escreve “eu tô exatamente agora no quarto tentando furar o véu do mundo material”. O xarope de amarena dá o lado agridoce, misturando humor e tristeza de tweets como “pai poso me mata” e “estou arrasado”. O limão siciliano traz a acidez necessária pra quem fala sem medo como em “vão se foderem” e vive revoltado com o mundo em “o mundo vai acabar nos próximos 25 anos”. Por cima, a espuma de gengibre é o toque experimental e caótico, lembrando surtos como a sequência de tweets nonsense “bombobinizi guzini” e afins, dando um final picante, engraçado e surpreendentemente carinhoso pra um drink forte, irônico e militante.

Sua Casa de Hogwarts
O Bruno mostra um apego forte a estudo, teoria e reflexão, típico de Corvinal. Ele fala explicitamente do esforço intelectual em torno de teoria política ao dizer que estuda marxismo há anos: “bizarro como eu estudo marxismo por volta de 5 anos e sei porra nenhuma ainda”. Também comemora com orgulho ter passado em História na UFSJ, reforçando esse foco acadêmico: “passei em história na UFSJ!!!”. Além disso, há uma autoanálise bem filosófica sobre consciência de si, algo bem típico de quem pensa demais sobre a realidade: “as vezes eu paro pra pensar que eu só criei consciência de que eu existo e de que eu sou uma pessoa de verdade em 2014, antes disso eu literalmente não reparava q eu existia”. Ele também hiperfoca em obras culturais e analisa jogos como arte, o que mostra curiosidade e profundidade intelectual, por exemplo em: “expedition 33 é o jogo com a melhor trilha sonora de todos os tempos o jogo eh simplesmente uma obra de arte” e “hiperfoco em expedition 33 e em sua soundtrack”. Tudo isso indica alguém mais guiado por interesse intelectual, reflexão e curiosidade do que por ambição pura (Sonserina), bravura impulsiva (Grifinória) ou foco em trabalho e comunidade (Lufa-Lufa).

Seu filme

Sua música
A música “Cálice” combina bem com o jeito irônico, politizado e meio desesperançoso do Bruno. Ele se define como “Marxista Leninista” na bio e vive comentando o fim do mundo e política, como em “o mundo vai acabar nos próximos 25 anos” e na crítica à mídia em “mais uma vez a imprensa associando temperaturas... aos verdadeiros culpados”, o que ecoa o espírito de contestação de Cálice. Ao mesmo tempo, ele demonstra cansaço e um certo sofrimento pessoal, em tweets como “casa dos meus pais tem um ar de depressão e uma energia pesada” e “estou arrasado”, que lembram o tom de sufocamento da música. O humor autodepreciativo e a oscilação entre piada e angústia aparecem em coisas como “pai poso me mata” e “1 like e eu me mato”, o que combina com a tensão entre silêncio imposto e grito contido que a canção carrega. No fundo, ele é alguém que reclama, ironiza e sofre, mas continua falando, exatamente como o eu lírico de Cálice tentando romper o “cale-se”.

Seu destino de viagem no tempo

Seu videogame

Seu animal espiritual

Sua piada (não) engraçada

Seu superpoder

Seu melhor amigo fictício

Sua viagem dos sonhos

Sua carreira alternativa

Sua combinação com celebridade

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BFreire_R
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