
Forças e Fraquezas

Seu personagem dos Simpsons
A Liz lembra muito a Lisa Simpson: jovem, opinativa e meio existencialista, com um pezinho forte no socialismo/anticapitalismo, como mostra a bio “eu e o lino fechados a favor do fim do capitalismo”. Ela é emocional, vive pensando demais e se autoquestionando, tipo Lisa overthinking tudo, como em “nunca sei se acabei de perceber algo ou se só tô sendo ansiosa”. Ao mesmo tempo, é super carinhosa com os animais, tratando as gatas como filhas, em tweets como “acho lindo que to tentando almoçar e as duas bonitas das minhas gatas tão com a cara quase enfiada no meu prato” e “sim filha eu entendi o que ce falou miau miau para você também viu”, bem vibe Lisa com o Bola de Neve. Ela também é muito ligada em cultura pop e fandom, como em “pensando aqui se leio uma au minsung...” e “a dor de chegar not de photocard por preço bom mas tu tá sem 1 real na conta”, lembrando a Lisa fã de bandas alternativas e coisas de nicho. Por fim, a combinação de militância, sensibilidade, humor autodepreciativo e ansiedade sobre futuro/emprego, como em “não vou nem pensar no que faço se não conseguir esse emprego”, fecha muito com a energia de uma Lisa adolescente brasileira.

Seu tipo de personalidade MBTI
Eles parecem mais introvertidos (I) do que extrovertidos: falam muito de ficar deitada, lendo fanfic e vendo fixado, como em “toda vez que entro na rant eu assisto meu fixado como se fosse a primeira vez” e mostram certo estranhamento com atenção repentina em “meu deus que tanto de gente é essa que do nada pediu para seguir minha rant 😭”, o que indica conforto com um círculo menor. A preferência por intuição (N) aparece na forma como transformam coisas simples em devaneios e possibilidades, como em “pensando aqui se leio uma au minsung ... ou se leio uma hyunsung ou hyunho que me faça chorar e rir ao mesmo tempo tal qual uma louca biruta” e em reflexões ansiosas tipo “nunca sei se acabei de perceber algo ou se só tô sendo ansiosa”, indo além do fato concreto. O lado feeling (F) é bem forte: há muita ênfase em emoções, empatia e indignação moral, como em “oxe porra como assim tu finge amar alguém e acha que tá no direito de olhar com nojo” e na bio politizada “eu e o lino fechados a favor do fim do capitalismo”. Quanto a perceiving (P), o estilo é claramente espontâneo e pouco planejado: piadas impulsivas, decisões de última hora e descobertas aleatórias como “talvez eu tenha comido acarajé demais e agora esteja passando mal mas valeu a pena” e “acabei de descobrir que existe strogonoff de carne e não sei o que fazer com essa info” mostram alguém que vive no fluxo do momento. A combinação de introspecção emocional, idealismo político, humor caótico e vida pouco estruturada combina bastante com o perfil INFP.

Algumas cantadas para você

Seus 5 Emojis
Sua nova bio do Twitter
19y, baiana, psicologia em vista, mãe de gatas e stan de Stray Kids. Já comi acarajé até passar mal e ainda faria de novo.– @biquinhodolino

Seu coquetel exclusivo
O Baianinho Anti-Capitalista da Rant é forte e doce, igual a alguém que come acarajé demais e depois diz que mesmo passando mal “valeu a pena” “talvez eu tenha comido acarajé demais e agora esteja passando mal mas valeu a pena”. A cachaça baiana representa o baianinho gostoso que surge do nada e some no silêncio, como naquele momento de caos auditivo e vazio depois “começou a tocar do nada meu deus do céu que baianinho gostoso (?????) e depois ficou tudo no mais completo silêncio”. O licor de chocolate entra em homenagem ao drama da vizinhança carente de convite pro chocolate quente “quem é o sem coração que tá fazendo chocolate quente a essa hora e não chamou a vizinha querida ???”, trazendo um lado doce e carente. O xarope apimentado com vibe de acarajé é o toque debochado de quem tá fechada com o fim do capitalismo e não aceita gente fingindo amar e olhando com nojo “oxe porra como assim tu finge amar alguém e acha que tá no direito de olhar com nojo”. A espuma de yakult cítrico homenageia o misticismo de fandom e a dúvida existencial da madrugada “as vezes na calada da noite eu me pergunto se o yakult ainda tá no fandom”, deixando o drink levinho e nerd de fanfic. E o gelo de café doce segura a energia ansiosa de quem nunca sabe se tá percebendo algo ou só sendo ansiosa, mas segue rindo, surtando e lendo AU de ship até chorar de rir e de desidratar “nunca sei se acabei de perceber algo ou se só tô sendo ansiosa” e “pensando aqui se leio uma au minsung que vai me fazer chorar desidratar e ficar em posição fetal ou se leio uma hyunsung ou hyunho que me faça chorar e rir ao mesmo tempo tal qual uma louca biruta”.

Sua Casa de Hogwarts
Liz mostra um lado muito carinhoso e atencioso com os outros e com os animais, o que é bem característico de Hufflepuff. Ela fala das gatas com um cuidado bobo e afetivo, tipo em “acho lindo que to tentando almoçar e as duas bonitas das minhas gatas tão com a cara quase enfiada no meu prato” e em “sim filha eu entendi o que ce falou miau miau para você também viu”, mostrando muita doçura e paciência. Também valoriza amizades e conexões, como quando fala da amiga de outra bolha em “eu amo fazer piadas daqui do tt com a minha amiga pq nós duas somos de bolhas distintas então para ela eu devo ser um gênio do humor” e quando sente falta da conta da amiga em “a sdds da conta que tu esqueceu o email e agora não consegue logar @hanartts 💔”. O jeito dela é mais de acolher e torcer pelos outros do que de competir ou se exibir, como em “tô sentindo que vai ter stay na ufba em psicologia 🙏🏻 nossa eu ia ser tão feliz” e “torcendo para não ter criança no cinema e que tenha minha galera lgbt 🙏🏻”, mostrando desejo de comunidade e ambiente seguro. Apesar de ter opiniões fortes (como no bio contra o capitalismo), o foco das interações dela é afeto, convivência e pequenos confortos do dia a dia, o que casa mais com a energia gentil e companheira de Hufflepuff do que com a ambição de Slytherin, a racionalidade de Ravenclaw ou a impulsividade heroica de Gryffindor.

Seu filme

Sua música
A melhor música para a liz é “Geração Coca-Cola”, porque ela mistura revolta política com humor e caos cotidiano, exatamente como ela faz. A bio já entrega o espírito anticapitalista: “eu e o lino fechados a favor do fim do capitalismo”, que conversa diretamente com a crítica ao sistema da música. Ela também vive comentando pequenos dramas e ironias do dia a dia, como quando fala de estar passando mal de tanto acarajé mas que “valeu a pena” “talvez eu tenha comido acarajé demais e agora esteja passando mal mas valeu a pena” e dos perrengues de dinheiro com photocards “a dor de chegar not de photocard por preço bom mas tu tá sem 1 real na conta”, o que combina com o tom de frustração da letra. A vibe de comentar tudo com deboche e emoção, desde as gatas invadindo o prato “acho lindo que to tentando almoçar e as duas bonitas das minhas gatas tão com a cara quase enfiada no meu prato” até a ansiedade com emprego e futuro “não vou nem pensar no que faço se não conseguir esse emprego”, encaixa muito com o espírito jovem, revoltado e irônico de Geração Coca-Cola. É aquela mistura de consciência política, crises de jovem e piada interna de internet que a música traduz bem.

Seu destino de viagem no tempo

Seu videogame

Seu animal espiritual

Sua piada (não) engraçada

Seu superpoder

Seu melhor amigo fictício

Sua viagem dos sonhos

Sua carreira alternativa

Sua combinação com celebridade

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biquinhodolino
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