
Forças e Fraquezas

Seu personagem dos Simpsons
Ela combina mais com a Lisa Simpson: sensível, muito envolvida com arte e cultura (cinema, música, literatura) e ao mesmo tempo autocrítica e um pouco angustiada. A forma como fala do próprio processo criativo lembra a Lisa tentando se entender pelo estudo: “o filme que eu tô escrevendo tá servindo mais como analista do que todas as minhas últimas (5) terapeutas” e “tava o semestre todo enrolando uns arquivos salvos e falando que ia montar o filme nas férias e agora chegou as férias eu acho que não vou conseguir montar”. Ela também é intensamente cinéfila e reflexiva: “acho que nunca vi um filme com uma mise en scène tão bem pensada e construída como exército das sombras, do jean pierre melville dá até raiva de ter que ficar ouvindo sobre americaninho” e “acho que nunca vou entender de cinema de verdade enquanto mantiver minha apatia por cinema clássico”, o que ecoa a curiosidade e a cobrança intelectual da Lisa. Ao mesmo tempo, tem um lado ácido e impaciente com a burrice alheia, bem Lisa irritada com Springfield: “impossível alguém ser tão burro e achar que tá na razão 100% das vezes” e “toda notícia ruim sempre surge as piores opiniões do mundo falando 'é tipo de olhos bem fechados/salò/1984' pelo amor de deus”. Por fim, o jeito introspectivo, meio existencial e às vezes dramático em relação à própria vida — “aquela vontade incapacitante de trancar o curso” e “hoje eu acordei delirando de febre e vi do meu lado um anjo [...] infelizmente não lembro o que ele disse” — encaixa bem com a Lisa adolescente, supercriativa, ansiosa e cheia de mundo interno.

Seu tipo de personalidade MBTI
Eles parecem mais voltados para o próprio mundo interno do que para exposição social, falando muito de sensações, reflexões e nichos pessoais (cinema, música, BBB, futebol) e não de vida social badalada, o que sugere I; por exemplo, descrevem uma experiência de febre quase mística em “hoje eu acordei delirando de febre e vi do meu lado um anjo...” e o alívio íntimo de o filme que está escrevendo funcionar como análise em “o filme que eu tô escrevendo tá servindo mais como analista do que todas as minhas últimas (5) terapeutas”. O foco em ideias, leituras e significados, mais do que em detalhes práticos, aponta para N: eles discutem interpretações de filmes e remakes em “sobre o remake de possessão provavelmente vai ser uma bosta... o que vai ser um saco vai ser as piores leituras do mundo...” e reclamam de referências rasas a obras em “nao aguento que toda notícia ruim sempre surge as piores opiniões do mundo falando 'é tipo de olhos bem fechados/salò/1984'”. A crítica vem carregada de valor pessoal e sensibilidade, mais do que de frieza lógica, indicando F: eles falam de “experiência humilhante” em “que experiência humilhante é o transexualismo”, de se sentir pessoa melhor ao gostar de uma banda em “sinto que virei uma pessoa melhor quando comecei a gostar de amyl and the sniffers”, e demonstram muito amor por cinema e música em “acho que nunca vi um filme com uma mise en scène tão bem pensada... dá até raiva de ter que ficar ouvindo sobre americaninho”. Quanto a P, eles mostram dificuldade de planejamento rígido e tendência a procrastinar: admitem enrolar a montagem de um filme em “tava o semestre todo enrolando uns arquivos salvos e falando que ia montar o filme nas férias e agora chegou as férias eu acho que não vou conseguir montar”, cogitam trancar o curso em “aquela vontade incapacitante de trancar o curso”, e falam de decisões entre ver futebol ou estudar em “ou eu vejo futebol ou eu chego em 2027 tenho uma escolha para fazer”. O tom geral é de sensibilidade, idealismo cultural e autoanálise, com humor ácido mas afetivo, o que concilia bem com um perfil INFP.

Algumas cantadas para você

Seus 5 Emojis
Sua nova bio do Twitter
roteirista em treinamento, atleticana e advogada do cinema chinês. uma vez fiz uma senhora desconhecida ver ‘ato noturno’ na fila do cinema– @blablablases

Seu coquetel exclusivo
Esse drink nasce no momento em que sua mãe troca o Negroni pelo Aperol e você, subitamente, vira “a velha da família”, como em “minha mãe pediu para trocar o negroni dela com meu aperol spritz agora eu que sou a velha da família” — por isso a base é um Negroni bem forte, mais Campari do que o recomendado. O licor de frutas vermelhas entra pelo lado biba, K-pop e amiga emocionada, ecoando coisas como “todas as bibas ficarão felizes se todos bofes requebrarem com elas madonna bege tecno é muito love my little raver eu sou meia nove” e o amor por f(x), Red Velvet e LOONA em vários tweets. O bitter de café representa o ranço inteligente de quem fala que toda banda com um hit é “a salvação do rock” em “toda banda que faz um sucessinho é 'a salvação do rock' pelo amor de deus” e reclama de gente chamando qualquer coisa de Eyes Wide Shut ou 1984 em “nao aguento que toda notícia ruim sempre surge as piores opiniões do mundo falando 'é tipo de olhos bem fechados/salò/1984' pelo amor de deus”. O twist de laranja queimada é a cinefilia obsessiva e dramática, que vai de Jean-Pierre Melville em “acho que nunca vi um filme com uma mise en scène tão bem pensada e construída como exército das sombras, do jean pierre melville dá até raiva de ter que ficar ouvindo sobre americaninho” ao universo de telefones fixos e fumaça em “todos meus filmes se passarão num universo onde estão no presente com algumas mudanças tecnológicas onde todo mundo usa telefone fixo(e orelhão), lê jornal, ouve rádio, fuma em lugar fechado e pede táxi”. O spray de tônica é o delírio febril e místico, leve mas estranhíssimo, do anjo negro com cara de cobra e ganso de “hoje eu acordei delirando de febre e vi do meu lado um anjo, ele era completamente preto [...] infelizmente não lembro o que ele disse”. O resultado é um coquetel forte, um pouco amargo, um pouco doce, com energia de grito infinito em “ok, I've been practicing my longest and loudest scream ok, here we go AAAAAAAAA[...]” e que combina perfeitamente com ver o Galão ganhar em “mais uma vitória do galão 😍” enquanto reclama do fim do cinema e das pessoas burras com a mesma intensidade.

Sua Casa de Hogwarts
A timeline da @blablablases transborda curiosidade intelectual e pensamento analítico, muito mais marcantes que qualquer outra casa. Ela fala de mise-en-scène com precisão em “acho que nunca vi um filme com uma mise en scène tão bem pensada e construída como exército das sombras, do jean pierre melville dá até raiva de ter que ficar ouvindo sobre americaninho”, mostra autoconsciência cinéfila em “acho que nunca vou entender de cinema de verdade enquanto mantiver minha apatia por cinema clássico” e até projeta um universo próprio para seus roteiros em “todos meus filmes se passarão num universo onde estão no presente com algumas mudanças tecnológicas onde todo mundo usa telefone fixo(e orelhão), lê jornal, ouve rádio, fuma em lugar fechado e pede táxi”. Ela usa o próprio processo criativo como forma de autoanálise em “o filme que eu tô escrevendo tá servindo mais como analista do que todas as minhas últimas (5) terapeutas”, o que indica uma mente reflexiva típica da Corvinal. Há também humor inteligente e vontade de explicar e recomendar coisas, como em “existe um thriller policial erótico chinês [...] e todas as pessoas que eu conheço que viram esse filme foram pq eu recomendei ninguém conhece o cinema de verdade” e “filmão espanhol sobre ditadura militar destruindo famílias de dentro para fora aí para vcs não falarem mais sem saber do que tô falando”. Mesmo quando é ácida ou dramática, o impulso principal parece ser entender, comentar e organizar o mundo em ideias, o que é o coração da Corvinal.

Seu filme

Sua música
A música Girl So Confusing combina com a mistura de ironia, vulnerabilidade e caos afetivo que aparece o tempo todo na timeline dela, começando pelo próprio tweet “girl so confusing vsfddfdd”. Ela tem um humor autodepreciativo e dramático, como quando fala de trancar o curso em “aquela vontade incapacitante de trancar o curso” e da dificuldade de montar o próprio filme em “tava o semestre todo enrolando uns arquivos salvos e falando que ia montar o filme nas férias e agora chegou as férias eu acho que não vou conseguir montar”. Ao mesmo tempo, demonstra um eu todo contraditório, entre cinéfila séria e caos online, tipo em “o filme que eu tô escrevendo tá servindo mais como analista do que todas as minhas últimas (5) terapeutas” e “como que eu escrevo num roteiro que um personagem tem pinta de viado?”. Girl So Confusing fala justamente sobre essa confusão de identidade, comparações, inseguranças e dramas em forma de pop; o tom é ácido, mas emocional – exatamente a vibe de alguém que twitta “ok, I've been practicing my longest and loudest scream [...] AAAAAAAAAA” e ainda assim segue analisando mise-en-scène em “acho que nunca vi um filme com uma mise en scène tão bem pensada e construída como exército das sombras”.

Seu destino de viagem no tempo

Seu videogame

Seu animal espiritual

Sua piada (não) engraçada

Seu superpoder

Seu melhor amigo fictício

Sua viagem dos sonhos

Sua carreira alternativa

Sua combinação com celebridade

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blablablases
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