
Forças e Fraquezas

Seu personagem dos Simpsons
Essa conta lembra muito a Lisa Simpson: inteligente, ansiosa com o futuro e cheia de opinião forte sobre tudo. A usuária se preocupa muito com estudo e pressão acadêmica, como quando fala sobre a família só valorizar USP e o estresse com faculdade (“Falar com a minha família sobre faculdade eh receber um discurso de duas horas falando o porquê vc só pode fazer usp”), o que ecoa a cobrança que a Lisa sente em casa. Ao mesmo tempo, ela é extremamente crítica e reflexiva sobre sociedade, mídia e sexualização, por exemplo em “Não eh um tweet de brincadeira que vai continuar impulsionando a indústria pornografia, e sim a normalização desse tipo de conteúdo para garotos adolescentes”. Ela também é sensível e se sente deslocada na própria família, como em “Como eu só queria ter uma família e me sentir em um lar”, o que combina muito com o sentimento recorrente de solidão e incompreensão da Lisa. Por fim, a mistura de militância, humor ácido e paixão intensa por ídolos e interesses específicos (“Eu acho muito engraçado que essas stays duvidam que o Chan transa...”) reforça essa vibe de adolescente hiperapaixonada e crítica, exatamente como a Lisa quando mergulha nas suas obsessões e causas.

Seu tipo de personalidade MBTI
Eles soam claramente mais E do que I: falam muito de amigos, teatro, crush de sala e querer fazer amizade com desconhecidos, como em “Garota de cabelo rosa roxo e azul… vc não quer ser amiga da garota de cabelo preto…???” e “VC NAO QUER SER MINHA AMIGA NAO”, mostrando uma busca ativa por conexão social. A preferência por N aparece na tendência a viajar em ideias, metáforas e camadas emocionais em vez de fatos secos, por exemplo em “Sempre eh um eu te amo e nunca eh cairia no tártaro por vc” e na forma como fala de sonhos de futuro e identidade em “Talvez seja estranho estar me afastando do meu maior sonho”. A dominância de F sobre T fica clara pelo foco em sentimentos, feridas familiares e necessidade de afeto, como em “Como eu só queria ter uma família e me sentir em um lar” e nos surtos emocionais contra pessoas próximas em “'aí eu te amo' então mostra né porra”. Eles parecem mais P do que J: são impulsivos, caóticos e mudam de humor/planos com frequência – por exemplo a forma espontânea e autoirônica de lidar com estudos e futuro em “Engraçado que a única pessoa que não me cobrava de fazer uso era a única pessoa que passou na usp” e o jeito de viver na base do improviso, como em “Aí mas pq vc não compra um nova, se eu tenho tecido e um sonho eu faço uma nova”. Somando extroversão emocional, imaginação, intensidade afetiva e vida meio desorganizada, o tipo que melhor encaixa é ENFP.

Algumas cantadas para você

Seus 5 Emojis
Sua nova bio do Twitter
Itapira, teatro e k-pop na veia. Coleciono dados, ossos e surtos acadêmicos. Uma vez ganhei um PC usado e tratei como Oscar de melhor vitória.– @blableblabela

Seu coquetel exclusivo
O vodca de melancia entra por causa do humor caótico e k-popzera, tipo o "Melancia fácil", forte o suficiente pra aguentar segunda-feira e família enchendo o saco. O licor de chocolate meio amargo representa esse misto de carinho e rancor pela família e pela faculdade, como em "Falar com a minha família sobre faculdade eh receber um discurso de duas horas falando o porquê vc só pode fazer usp" e "Como eu só queria ter uma família e me sentir em um lar". O xarope de frutas vermelhas é o coração dramático e apaixonado que posta "cause all i want is you, not your tears" e ainda surta por gente bonita na Etec: "GENTE QUE GAROTA DIVA". A espuma cítrica de limão-siciliano traz a acidez debochada dos surtos, tipo "Abre logo o onkychans seu filho da puta ninguém aguenta mais" e os xingamentos carinhosos com amigos e idols. Já o açúcar de baunilha com pimenta na borda é a prova de que por trás de todo o caos tem um doce de gente que ainda diz "Eu sou um doce de gente", mas com aquela ardência de quem manda um "não conhece nada da minha vida e quer opinar a vai tomar no cu" sem piscar.

Sua Casa de Hogwarts
Eles demonstram um padrão forte de impulsividade e coragem confrontativa que é muito característica da Grifinória. Quando se revoltam com injustiças familiares, não hesitam em peitar adultos de forma direta, como em “Vc não esteve presente por 14 anos da minha vida, vc não sabe exatamente nada que aconteceu nesses 14 anos, e agora quer falar sobre algo que vc não tem a mínima ideia, cala boca porra” e “Não conhece nada da minha vida e quer opinar a vai tomar no cu”, o que mostra alguém que enfrenta conflitos de frente, mesmo em situações emocionalmente difíceis. Há também um senso de defender pautas e opiniões com muita veemência, como em “Antes de falar merda saiba oq vc quer combater, que publico atingir e como fazer isso” e “Não eh um tweet de brincadeira que vai continuar impulsionando a indústria pornografia, e sim a normalização desse tipo de conteúdo para garotos adolescentes”, o que revela um impulso de “herói” de corrigir o discurso dos outros. Mesmo na vida pessoal, eles se jogam em interações sociais com certa ousadia, como ao chamar abertamente uma desconhecida para ser amiga em “Garota de cabelo rosa roxo e azul [...] vc não quer ser amiga da garota de cabelo preto [...] que está sentada atrás de vc????” e em “VC NAO QUER SER MINHA AMIGA NAO”, algo bem típico da coragem social grifinória. Apesar de terem momentos de vulnerabilidade e insegurança, o jeito de lidar com isso é sempre através de explosões francas, humor ácido e enfrentamento – um conjunto de traços muito mais alinhado à Grifinória do que às outras casas.

Seu filme

Sua música
A faixa drivers license combina com o jeito intenso, dramático e sentimental com que @blableblabela fala da própria vida e dos relacionamentos. Eles oscilam entre humor e dor, como quando dizem “Como eu só queria ter uma família e me sentir em um lar” e ao mesmo tempo soltam um “eu sou um doce de gente” com ironia e auto‑consciência em “Eu sou um doce de gente”. A sensação de não ser totalmente vista ou compreendida, presente em tweets como “'aí eu te amo' então mostra né porra”, ecoa muito o sentimento de abandono e frustração da música. Eles também vivem esse conflito entre o que sentem e o que mostram, como em “Minha terapeuta falando que eu passo a vibe de alguém confiante... EU SOU A PESSOA MAIS INSEGURA QUE JA NASCEU”, algo muito parecido com a vulnerabilidade crua da Olivia. E, assim como na canção, o perfil mistura surtos emocionais, saudade e um senso de amadurecimento na marra, por exemplo em “Essa coisa de querer agradar sua alma e não querer agradar os outros não eh fácil”.

Seu destino de viagem no tempo

Seu videogame

Seu animal espiritual

Sua piada (não) engraçada

Seu superpoder

Seu melhor amigo fictício

Sua viagem dos sonhos

Sua carreira alternativa

Sua combinação com celebridade

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blableblabela
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