
Forças e Fraquezas

Seu personagem dos Simpsons
O perfil do Emerson lembra muito o Comic Book Guy: ele é obcecado por mídia (jogos, filmes, música) e vive avaliando tudo com um tom meio azedo e hiperespecializado, como em "Ainda usarem IGN, Metacritic e afins como parâmetro sério é assinar a leiguice da comunidade gamer. Não é atoa que a percepção de favoritismo cola tanto, vocês só vão atrás de porcaria." e "David Cage, o especialista em transformar temas sérios em novelas bregas, com filosofia de para choque de caminhão e chuva de QTE aleatório.". Assim como o Comic Book Guy, ele tem uma postura de crítico contundente, às vezes elitista, dizendo coisas como "Esse tal de Bladee que vocês tanto gostam é ruim pra caralho, puta merda" e "Não tem boa vontade nesse mundo que faça Resident Evil 3 Remake ser legal, que desgraça de jogo". Ele também mostra aquele orgulho nerd de underground, garimpando jogos e sons, vide "Mais uma grande descoberta do maior garimpeiro musical dessa rede." e "Ouçam a trilha sonora de We Love Katamari". Ao mesmo tempo, por baixo do cinismo, dá pra ver envolvimento emocional com cultura pop e esportes, como em "Um dos dias mais importantes da história recente do Cruzeiro" e "O primeiro amor platônico a gente nunca esquece", o que encaixa com o lado mais humano e nerdão ressentido do Comic Book Guy. Por fim, o sarcasmo agressivo em posts como "Meu sonho é te trombar no Mineirão e fazer seu crânio de cama elástica" ecoa bem o humor ácido e exagerado do personagem.

Seu tipo de personalidade MBTI
Eles aparentam ser mais introvertidos (I) do que extrovertidos: falam bastante de atividades solitárias como jogar e ver filmes, além de referências a rotina própria, como em "Vou tirar a noite de hoje pra ver os curtas do Toshio Matsumoto que estou devendo" e "Tô jogando Clair Obscur: Expedition 33 há 4 dias e, sinceramente, não é tudo isso. O combate é divertido, mas zero inovador como estão pintando...", sem sinal de necessidade de atenção social constante. A preferência por intuição (N) aparece no foco em contexto, ideias e crítica de percepção coletiva, como em "Tem gente que simplesmente é incapaz de olhar um jogo de 1996 com contexto histórico e sem recorrer ao senso comum mais preguiçoso possível." e "Ainda usarem IGN, Metacritic e afins como parâmetro sério é assinar a leiguice da comunidade gamer.", indo além do concreto para discutir sistemas, critérios e narrativa crítica. A postura é claramente Thinking (T): ele argumenta de forma lógica, às vezes agressiva, priorizando coerência sobre agradar, como em "Um dos maiores erros da sociedade foi aceitar humorista como profissão. Ninguém é engraçado o bastante pra viver disso com dignidade." e "Christopher Nolan é um diretor tão pobre que só resta defender ele com algo que nem cabe ao cinema. Patético.", usando análise e julgamento intelectual seco. No eixo J vs P, ele soa muito mais Perceiving (P): vive revisando listas e rankings ("já aceitei que esse top 5 vai mudar pro resto da minha vida", "Ranking dos jogos zerados até agora... esse é um ano atípico."), testando jogos, mudando de opinião e assumindo que as coisas estão sempre em fluxo, sem postura rígida de planejamento. A combinação de foco em análise, crítica de sistemas (indústria de jogos, crítica, futebol, política), valorização de ideias abstratas e flexibilidade nas preferências aponta com mais força para INTP do que para tipos mais organizados ou mais conciliadores como INTJ ou INFP.

Algumas cantadas para você

Seus 5 Emojis
Sua nova bio do Twitter
Crítico de jogo velho, som esquisito e bola murcha. Mineiro de BH, ex-vendedor de peça em Vespasiano, ainda decidindo o top 5 da vida inteira.– @Bre4kdownBaby

Seu coquetel exclusivo
Cachaça mineira é a base, porque o cara é de Belo Horizonte e vive chamando as coisas de desgraça pelada, tipo quando fala que "Minas é uma desgraça pelada" e ao mesmo tempo celebra Cruzeiro e Mineirão com paixão de boteco. O licor de café representa as madrugadas de jogo, música e cinema, como quando defende joguinho velho dizendo que "Quando um jogo de 25 anos atrás, todo torto e fodido, consegue ser mais divertido e imersivo que qualquer coisa atual.". O limão azedo entra pela acidez das opiniões, tipo chamar Bohemia de "sabor de prego enferrujado, ressaca diabólica e diarreia de cortesia" ou falar que "Um dos maiores erros da sociedade foi aceitar humorista como profissão". O xarope de rapadura adoça na medida certa, porque no meio da corneta tem afeto, seja lembrando o primeiro crush em "O primeiro amor platônico a gente nunca esquece" ou defendendo as narradoras esportivas em "Renata Silveira e Ana Thaís são melhores que a maioria dos homens do ramo". O bitter de cacau fecha com um amargor sofisticado, igual o gosto por Swans, Burial, Sweet Trip e trilha de We Love Katamari, quando manda coisas como "Minha tier list nada parcial de Swans" e "Ouçam a trilha sonora de We Love Katamari", provando que a bebida é forte, densa e bem mais complexa do que parece num primeiro gole.

Sua Casa de Hogwarts
Emerson demonstra um interesse constante em análise, contexto e discussão de ideias, algo muito característico da Corvinal. Ele critica abordagens rasas e defende olhar obras com perspectiva histórica e intelectual, como quando reclama de opiniões superficiais sobre jogos antigos em “Abri o post esperando algum argumento e adivinha? 'Jogabilidade bosta', 'gráficos datados' kkkkkkkk. Tem gente que simplesmente é incapaz de olhar um jogo de 1996 com contexto histórico…”. Há um apreço forte por crítica e curadoria, tanto em games quanto em cinema e música, exemplificado em coisas como seus rankings e tiers, por exemplo em “Ranking dos jogos zerados até agora. Eu geralmente não sou tão vagabundo assim, esse é um ano atípico.” e em “Minha tier list nada parcial de Swans”. Ele valoriza conhecimento e estudo explícita e implicitamente, como quando elogia comentaristas esportivas por estudarem o esporte em “Renata Silveira e Ana Thaís são melhores que a maioria dos homens do ramo. Estudam o esporte, não são parciais e não cometem 1/3 das gafes.”. Ao mesmo tempo, há um senso de humor sarcástico e uma postura analítica diante de cultura pop, política e crítica de mídia, como em “Ainda usarem IGN, Metacritic e afins como parâmetro sério é assinar a leiguice da comunidade gamer.”, o que reforça o perfil de alguém que prefere pensar por conta própria e valoriza discernimento intelectual — traços clássicos de um corvino.

Seu filme

Sua música
A faixa Archangel, do Burial, combina muito com a mistura de melancolia, ironia e obsessão cultural do Emerson. Ele mesmo conecta momentos importantes da vida à obra do Burial, como quando diz que essa música o acompanhou na época em que trabalhava em uma loja de peças em Vespasiano: “Essa aqui me acompanhou fielmente quandou eu trabalhava naquela loja de peças fdp em Vespasiano, Burial é bom demais pqp”. A atmosfera noturna, urbana e meio triste de Archangel casa com tweets em que ele fala de semanas melancólicas e introspectivas, como “Semana musicalmente melancólica”. Ao mesmo tempo, o som tem um peso emocional que combina com a forma intensa como ele se posiciona em política, cultura pop e jogos, como em “Eu quero é que Israel se foda” e “Ainda usarem IGN, Metacritic e afins como parâmetro sério é assinar a leiguice da comunidade gamer.”. Burial é um artista que trabalha memória, ruído e nostalgia, algo que dialoga diretamente com o jeito que ele fala de jogos antigos e descobertas musicais, como em “Quando um jogo de 25 anos atrás, todo torto e fodido, consegue ser mais divertido e imersivo que qualquer coisa atual.”.

Seu destino de viagem no tempo

Seu videogame

Seu animal espiritual

Sua piada (não) engraçada

Seu superpoder

Seu melhor amigo fictício

Sua viagem dos sonhos

Sua carreira alternativa

Sua combinação com celebridade

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