
Forças e Fraquezas

Seu personagem dos Simpsons
A @cadaviie lembra mais a Lisa Simpson: muito intelectualizada, crítica e ao mesmo tempo sensível e intensa. Ela mistura filosofia e reflexão sobre o eu em posts como “Cada momento o consórcio do 'eu' nos apresenta uma nova face. Eu não sou quem eu era segundos atrás, muito menos ontem. Nosso nome é múltiplo.”, o que combina com a natureza introspectiva e filosófica da Lisa. Assim como a Lisa é engajada e politizada, @cadaviie critica hipocrisias e moralismo em tweets como “tanta coisa pra reclamar e o pessoal reclamando de sacrifício animal em religiões (...) enquanto essas mesmas pessoas comem carne e financiam uma indústria horrível” e “que feministas são essas que apoiam papéis de gênero...”. Ela também é muito ligada a espiritualidade e esoterismo, semelhante ao lado mais “buscador de sentido” da Lisa, como em “goticismo, tarô, esoterismo ocidental e horror” (bio) e “limpeza + proteção + feitiço de prosperidade 🧑🍳”. Ao mesmo tempo, mostra vulnerabilidade emocional e sensação de não-pertencimento em posts como “meus sentimentos sempre são intensos demais, meu amor é sempre complicado de lidar” e “Quem seria que iria pro meu funeral?”, o que ecoa muito a solidão e intensidade afetiva da Lisa na série.

Seu tipo de personalidade MBTI
Eles parecem claramente mais voltados para o mundo interno do que para socialização ampla: falam muito de estados emocionais, espiritualidade e fumar/andar sozinhe, como em “só quero paz sem meus pais ficarem invadindo meu espaço só queria cigarro, meus guias, meus livros, música e andar”, o que aponta para I (introversão). A linha do tempo é cheia de reflexões simbólicas e conceituais, como em “Cada momento o consórcio do 'eu' nos apresenta uma nova face. Eu não sou quem eu era segundos atrás, muito menos ontem. Nosso nome é múltiplo.” e o interesse por ocultismo, tarô e tecnomagia, sugerindo forte N (intuição) em vez de foco em detalhes concretos. Nas discussões políticas e religiosas, a base é ética e empática, por exemplo em “pessoas infelizes consigo mesmas não irão amargurar meu coração” e na defesa de religiões marginalizadas em “tanta coisa pra reclamar e o pessoal reclamando de sacrifício animal em religiões...”, indicando predominância de valores pessoais, o que é típico de F. O estilo é intenso, emotivo e às vezes caótico, com impulsos e mudanças de humor, como em “vou beber pra caralho nessa porra se nao vou ir de bebes mesmo” e “meus sentimentos sempre são intensos demais, meu amor é sempre complicado de lidar”, o que combina mais com P (perceiving) do que com uma abordagem planejada e estruturada. A combinação de idealismo político, preocupação com injustiças, espiritualidade alternativa e intensidade afetiva encaixa bem no padrão INFP, a pessoa interiorizada, idealista e movida por valores, que transforma dor e raiva em expressão artística, como explicitado em “imagina pegar toda sua raiva e transformar em arte? nao tem nada mais bonito”.

Algumas cantadas para você

Seus 5 Emojis
Sua nova bio do Twitter
bruxa urbana, tarô na mesa e Sonic na tela. Já converti meu pai católico em fã de fofoca esotérica no almoço de domingo.– @cadaviie

Seu coquetel exclusivo
Um drink forte e esotérico, pra alguém que twitta “não aguento mais beber tomando antidepressivo” e ainda assim vive entre marlboro, tarô e consagração de guias. A base de vodka com infusão de tabaco de chocolate é o abraço alcoólico daquele desejo de “queria fumar um tabaco de chocolate”, enquanto o licor de ervas com artemísia invoca a bruxona que reclama que “quero artemísia mas essa porra eh mt dificil de achar”. O xarope de frutas vermelhas é o coração apaixonado que cheira sacola de marlboro porque “Quero ele” e “Eu estou apaixonada”, misturado ao limão siciliano que traz a acidez da gata que solta um “HOMENS CIS NAO GOSTO”. A espuma de água tônica com glitter roxo é o lado tecnomágico e gótico, porque pra quem diz que “tecnomagia eh algo mt foda” e que o consórcio do eu muda o tempo todo em “Nosso nome é múltiplo”, o drink termina cintilando, meio amargo, meio doce, totalmente caótico. É um coquetel experimental, intenso, que fica perfeito pra ser bebido pensando no tarô, odiando o 6 de ouros de “Te odeio 6 de ouros” e ouvindo música no mood SIN CITY de “SIN CITY”.

Sua Casa de Hogwarts
A anabela demonstra um interesse intelectual e filosófico muito forte, típico de Ravenclaw. Ela faz reflexões existenciais e analíticas como em “Cada momento o consórcio do 'eu' nos apresenta uma nova face. Eu não sou quem eu era segundos atrás, muito menos ontem. Nosso nome é múltiplo.” e se irrita com autores e teorias, como em “Kant seu desgraça”, sugerindo envolvimento com estudo de filosofia. Sua curiosidade por ocultismo e sistemas simbólicos também é bem racionalizada: ela fala de “feitiçaria brasileira, ocultismo europeu, cartomancia, daemons e alquimia” com vontade de aprender e estruturar conhecimento, por exemplo quando pergunta “queria trabalhar com algum daemon … qual q eh o mais “tranquilo” pra iniciante geralmente?”. Além disso, ela faz críticas políticas e sociais de forma argumentativa, como em “a esquerda no brasil é mt humilhante, ele falha tanto e entra em coisas fúteis invés de investir noq realmente deveria e eh tao desunido” e nas threads sobre sacrifício animal e hipocrisia de quem come carne (“tanta coisa pra reclamar e o pessoal reclamando de sacrifício animal...”), o que reflete uma mente analítica e questionadora. Embora ela tenha intensidade emocional e ética (traços que poderiam puxar para outras casas), o fio condutor predominante é a busca de entendimento, debate conceitual e elaboração simbólica – núcleo do arquétipo Ravenclaw.

Seu filme

Sua música
Bury a Friend, da Billie Eilish, combina muito com a mistura de horror, vulnerabilidade e autoanálise que aparece o tempo todo no perfil dela. Ela fala de esoterismo, daemons e ocultismo em vários momentos, como em “eu falando de feitiçaria brasileira, ocultismo europeu, cartomancia, daemons e alquimia pro meu pai conservador católico” e “tecnomagia eh algo mt foda”, o que conversa com o clima sombrio e quase sobrenatural da música. Ao mesmo tempo, ela expõe muita dor, amor intenso e autodestruição irônica, como em “não aguento mais beber tomando antidepressivo” e “meus sentimentos sempre são intensos demais, meu amor é sempre complicado de lidar, minha presença sempre sobrecarrega as pessoas”, que lembram a letra sobre ser assombrado pelos próprios monstros internos. A forma como ela oscila entre humor ácido, desejo e um certo flerte com o macabro em posts como “bdsm catolico” e “Quem seria que iria pro meu funeral?” também reflete a estética de Bury a Friend, que é ao mesmo tempo sinistra, vulnerável e irônica. Por isso, essa faixa captura bem o “gótico esotérico carente e debochado” que atravessa o perfil dela.

Seu destino de viagem no tempo

Seu videogame

Seu animal espiritual

Sua piada (não) engraçada

Seu superpoder

Seu melhor amigo fictício

Sua viagem dos sonhos

Sua carreira alternativa

Sua combinação com celebridade

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cadaviie
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