
Forças e Fraquezas

Seu personagem dos Simpsons
A Ceci parece mais com a Lisa Simpson: intelectual, sensível, politizada e constantemente cansada do mundo, mas ainda assim apaixonada por arte e pesquisa. Ela fala de pesquisa queer e anticolonialista em animação, tipo em “eu amo meu tema de pesquisa mas as vezes me pego meio desprevenida lendo uma análise queer e anti colonialista do filme ‘os sem floresta’”, o que combina demais com a vibe nerd-engajada da Lisa. Ao mesmo tempo, tem uma autoconsciência meio dramática e existencial, como em “n devo ter futuro mesmo e estar destinada a mediocridade e desrespeito” e “dias como esse me lembram que não sou um ser humano funcional”, algo que a Lisa sente o tempo todo em Springfield. A mistura de amor por cultura pop e arte, tipo “aff Lady Gaga te amo” e “Te amo hayao miyazaki”, com frustração com a mediocridade alheia, como em “homem ganha tudo de mão beijada mesmo né se fuder”, também é muito Lisa. Até o senso de humor ácido e politizado aparece em coisas como “e o poder do fascismo foi derrotado pelo homossexualismo”, que é exatamente o tipo de tirada que a Lisa faria se tivesse conta no X.

Seu tipo de personalidade MBTI
Eles parecem claramente mais voltados para dentro, desabafando solidão e exaustão em vez de buscar atenção social, como em “eu sou tão sozinha q chega a ser cômico” e na preferência por óculos escuros pra evitar contato visual em “minha coisa favorita é usar óculos escuro pq daí eu n preciso fazer contato visual”, o que aponta para I. A forma como ela fala de arte, cinema, política e teoria com humor ácido indica foco em significados e camadas simbólicas mais do que em fatos crus, como em “eu amo meu tema de pesquisa mas as vezes me pego meio desprevenida lendo uma análise queer e anti colonialista do filme ‘os sem floresta’”, sugerindo N. Há uma ênfase constante em sentimentos, ética e sensibilidade – sofrimento, mediocridade, injustiça, fascismo, homofobia – por exemplo em “n devo ter futuro mesmo e estar destinada a mediocridade e desrespeito” e “e o poder do fascismo foi derrotado pelo homossexualismo”, o que é típico de F. A vida dela soa caótica e improvisada (esquecer consulta, quase perder duolingo, ônibus atrasado), como em “Meu q inferno é a segunda vez q eu esqueço da porra da consultaaaaa” e “mds fiz o duolingo 23:59 para 00:00”, sugerindo uma preferência P em vez de planejamento rígido. No conjunto, introspecção intensa, idealismo, humor melancólico e foco em autenticidade emocional casam muito bem com o perfil INFP.

Algumas cantadas para você

Seus 5 Emojis
Sua nova bio do Twitter
designer em guerra com ônibus atrasado, illustrator travando e playlists falsas de jazz do snoopy. pesquisa, café ruim e um pouco de bts 2014.– @ceci_dobner

Seu coquetel exclusivo
Um coquetel forte, bonito e ligeiramente amargo, feito pra alguém que vive dizendo coisas como “n devo ter futuro mesmo e estar destinada a mediocridade e desrespeito” e mesmo assim segue indo pra palestra alcoolizada e dando show. O gin com hibisco é pela vibe delicada-florida-irônica da bio 🌺✨🦥✍️🥸 e pela estética artsy dos surtos de Illustrator e Canva em “hj o illustrator quase me matou” e “N tanko q toda vez q eu escrevo “queer” no Canva ele faz um Motion de arco íris”. O Campari entra pelo amargor da vida proletária em “8 da noite e eu no escritório não é fácil a vida do proletariado” e pelos surtos com ônibus e aplicativos tipo “Bom dia só pra qm perdeu o ônibus” e “mds eu quero q o moovit morra exploda aplicativo ruim da porra”. O vermut branco seco é o lado intelectual-nerd que lê análise queer anti-colonialista de desenho animado em “eu amo meu tema de pesquisa mas as vezes me pego meio desprevenida lendo uma análise queer e anti colonialista do filme ‘os sem floresta’” e planeja ser professora em “Quando eu for professora esse vai tá na aula”. A espuma de maracujá com glitter é o drama cômico e caótico do tipo “q legal vou me matar”, “ta liberado se matar ou tem q esperar ?” e o amor por pop culture em “aff Lady Gaga te amo” e “Te amo hayao miyazaki”. O gelo de café frio simboliza o cansaço crônico, as noites viradas entre design inclusivo e Duolingo de última hora em “vendendo minha sanidade pra fazer design inclusivo mds” e “mds fiz o duolingo 23:59 para 00:00 senhor obrigada por cuidar da tua filha”: derrete devagar, segurando a onda de quem vive entre a vontade de se matar e a vontade de ver Challengers mais 15 vezes em “preciso ver challangers mais umas 15 vezes”.

Sua Casa de Hogwarts
A Ceci tem uma mistura de ironia, intelectualidade e criatividade muito típica de Ravenclaw. Ela demonstra amor genuíno por pesquisa e reflexão crítica, como quando comenta que ama o próprio tema e está lendo uma “análise queer e anti colonialista do filme ‘os sem floresta’” numa terça à noite (“eu amo meu tema de pesquisa mas as vezes me pego meio desprevenida lendo uma análise queer e anti colonialista do filme ‘os sem floresta’ numa terça feira as 21:48”). Também valoriza artigos e produção intelectual, celebrando leituras acadêmicas com prazer quase estético em “q sabor de artigo”. Há um lado estético-criativo forte, tanto no design quanto na arte, aparecendo em tweets como “design inclusivo eu te amo” e nas reclamações técnicas e bem específicas sobre Illustrator e Canva (“hj o illustrator quase me matou”, “N tanko q toda vez q eu escrevo “queer” no Canva ele faz um Motion de arco íris”). Ela também demonstra gosto refinado por cultura pop e cinema, pedindo Challengers em todas as categorias do prêmio (“Tirem Emília Pérez e coloquem challengers em todas as categorias eu imploro”) e comentando The Last of Us com consciência do enredo (“assistindo tlou sabendo bem o q acontece”). A forma como articula críticas sociais, políticas e de mídia – como quando fala de playlists falsas de jazz do Snoopy e da necessidade da arte ser apreciada sem interrupções (“É essencial q a arte seja apreciada de forma ininterrupta”) – reforça esse perfil de alguém que pensa muito, observa o mundo com ironia e elabora bem suas opiniões, tudo muito alinhado com a casa Corvinal.

Seu filme

Sua música
A música right where you left me combina muito com a mistura de ironia, dor afetiva e sensação de estar presa em certas situações que aparece nos tweets da Ceci. Ela fala de se sentir meio quebrada e deslocada, como em “todos esse pedaços meus que não se encaixam mais” e “dias como esse me lembram que não sou um ser humano funcional”. Ao mesmo tempo, existe um humor auto-depreciativo e dramático, presente em coisas como “assistindo tlou sabendo bem o q acontece (pensando em me matar)” e “q legal vou me matar”. A letra da música fala de alguém parado no tempo, preso a sentimentos e situações, o que ecoa tweets como “n devo ter futuro mesmo e estar destinada a mediocridade e desrespeito” e “se isso der certo eu vou ser muito feliz”, que mostram esse vai e vem entre esperança e frustração. Além disso, ela é claramente sentimental e ligada à cultura pop – ama Lady Gaga (“aff Lady Gaga te amo”), challengers, BTS – então uma faixa dramática e lírica da Taylor encaixa bem com esse clima de cinefilia, ironia e coração caótico.

Seu destino de viagem no tempo

Seu videogame

Seu animal espiritual

Sua piada (não) engraçada

Seu superpoder

Seu melhor amigo fictício

Sua viagem dos sonhos

Sua carreira alternativa

Sua combinação com celebridade

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ceci_dobner
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