
Forças e Fraquezas

Seu personagem dos Simpsons
A combinação de autoanálise intensa, fome de conhecimento e inquietação existencial lembra muito a Lisa Simpson. Assim como a Lisa, ele sente uma "fome insaciável de conhecimento" e se descobre nos livros, como mostra em “Nunca me imaginei interessado em livros, e hoje eu me encontro com uma fome insaciável de conhecimento e sabedoria…” e “Nunca me imaginei lendo livros na verdade, mas de um tempo pra cá, algo em mim quer saber mais.”. Há uma sensibilidade filosófica e quase poética, quando ele reflete sobre amor, vazio e silêncio, como em “Silêncio não é ausência de ruído, é presença de alma.” e “As vezes o que tu chama de amor pode ser só seu medo de encarar o próprio vazio.”, algo muito típico da profundidade emocional da Lisa. Ele também demonstra forte consciência sobre traumas familiares e busca de identidade, como em “Quanto mais o tempo passa, mais me questiono quando foi que deixei de ser seu filho” e “Talvez minha felicidade pelo simples, ou pelos detalhes da vida seja uma forma de compensar ou abraçar minha versão criança que cresceu rodeada de traumas e cicatrizes”, lembrando a forma como Lisa tenta superar o ambiente disfuncional com reflexão e afeto. Ao mesmo tempo, ele tem um lado crítico e observador da sociedade, como em “Somos ensinados a nunca confrontar o que sentimos, por isso buscamos uma rotina cheia [...] para fugir de nós mesmos…” e “É triste e assustador a quantidade de casais adultos que parecem estarem juntos por obrigação…”, o que também é muito característico da Lisa questionadora. Apesar do peso emocional, há amor pelos amigos e um desejo de transbordar afeto, como em “Concluí que uma das maiores felicidades é apenas passar horas com alguém que amamos” e “Mais do que falar de amor, gosto mais ainda de senti lo e transbordar para as pessoas que amo.”, ecoando o lado idealista e profundamente afetivo da Lisa.

Seu tipo de personalidade MBTI
Eles demonstram um claro viés para o mundo interno, com muitos tweets sobre reflexão, solidão e autoanálise, por exemplo quando dizem que às vezes se afundam em pensamentos sem saber com quem compartilhar (“As vezes me afundo em pensamentos profundos…”) e quando celebram habitar o silêncio (“Habitar o silêncio por poucos minutos me torna mais consciente…”), o que aponta fortemente para introversão (I). A preferência por intuição (N) aparece na quantidade de abstrações, paradoxos e conceitos gerais, como em (“Quanto maior o medo de se tornar algo, mais próximo de se tornar ficamos.”) e em reflexões metafísicas sobre esperança e vazio (“Talvez, esperança seja um cobertor que tapa seus problemas…”). Eles priorizam fortemente valores, emoções e empatia — mesmo quando criticam, é a partir da dor emocional e da afetividade, como em (“Mais do que falar de amor, gosto mais ainda de senti lo e transbordar para as pessoas que amo.”) e na percepção de que amor condicional gera auto-ódio (“Quando o amor vem com condição, aprendemos a nos odiar para se encaixar.”) — o que é bem típico de Feeling (F). A forma como encaram a vida é menos estruturada e mais processual, abraçando o fluxo de sentimentos e autoexploração, por exemplo ao aceitar a possibilidade de viver só (“é, talvez eu viva só, e tá tudo bem.”) e ao falar de si como alguém em constante devir, sem um plano rígido, como na noção de "eterno retorno" que os persegue (“Eterno retorno… sou amaldiçoado a sempre tentar sair disso, mas sempre falhar…”), o que sugere Perceiving (P) mais do que Judging (J). Somando forte introspecção, foco em significado e emoções profundas, idealismo em relação ao amor e amizade (“Concluí que uma das maiores felicidades é apenas passar horas com alguém que amamos”), e certa desorganização/fluidez existencial, o conjunto combina melhor com o perfil INFP.

Algumas cantadas para você

Seus 5 Emojis
Sua nova bio do Twitter
Poeta dramático, sobrevivente de família caótica. Faço amigo chorar em mesa de bar e depois escrevo sobre isso. Leio, penso e às vezes sumo.– @cejotaemici

Seu coquetel exclusivo
A base de cachaça envelhecida representa a infância difícil e a força que nasceu disso, como quando ele diz que talvez sua felicidade pelos detalhes seja forma de abraçar sua versão criança cercada de traumas: “Talvez minha felicidade pelo simples, ou pelos detalhes da vida seja uma forma de compensar ou abraçar minha versão criança que cresceu rodeada de traumas e cicatrizes, e isso é bonito.”. O amaretto entra doce e levemente amargo, igual ao jeito intenso e afetivo com que fala de amor e amizade, comprimindo avalanches de afeto em um “eu te amo”: “Eu odeio ter que comprimir uma avalanche de afetividade em um simples ‘Eu te amo’” e “Concluí que uma das maiores felicidades é apenas passar horas com alguém que amamos”. O suco de limão-taiti simboliza o azedo das dúvidas existenciais e da solidão, quando ele se sente facilmente largado e questiona seu lugar na família: “A sensação de ser sozinho e ser facilmente largado por algo ‘melhor’ é corrosivo...” e “Talvez a pior parte disso tudo é querer entender qual é o meu lugar na minha própria família, ou quem eu sou, ou o que sou aqui.”. O xarope de mel com uma pitada de sal é a mistura de doçura empática e autocrítica, o cara que acolhe e aconselha, mas reconhece o próprio caos: “Ser empático é um processo que vai me custar muito.” e “Sempre deixo claro nas minhas poesias o ser humano horrível que eu sou...”. Por fim, a espuma de flor de laranjeira é o topo leve e perfumado que homenageia o silêncio, a contemplação e o amor tranquilo, como ele descreve momentos de paz ao pôr do sol e o encanto de habitar o silêncio: “Percebi que evoluí como pessoa quando me sentei com ela em um lugar silencioso iluminado pelo pôr do sol...” e “Habitar o silêncio por poucos minutos me torna mais consciente, mais leve, mais racional, e acho isso magnífico.”. É um sour forte, doce-azedo e levemente experimental, igual ao ‘pior poeta da cidade’ que transforma caos interno em frase lapidar: “Acho genuinamente fofo quando implicam comigo o motivo de eu me auto intitular de O pior poeta da cidade”.

Sua Casa de Hogwarts
O traço mais constante do cjt é a curiosidade intelectual e o amor pelo conhecimento. Ele fala explicitamente dessa fome de saber em tweets como “Nunca me imaginei interessado em livros, e hoje eu me encontro com uma fome insaciável de conhecimento e sabedoria…” e “‘Nunca me imaginei lendo livros na verdade, mas de um tempo pra cá, algo em mim quer saber mais. Talvez eu me lasque por olhar tanto assim para o abismo.’”. Também celebra ir atrás do que não lhe foi dado: “É satisfatório correr atrás do conhecimento que nunca me deram e realizar feitos como resultado de muita pesquisa.”, o que é bem característico de Corvinal. Além disso, ele reflete muito, com frases quase filosóficas sobre sentimento, silêncio e existência, como em “Habitar o silêncio por poucos minutos me torna mais consciente, mais leve, mais racional…” e “Somos ensinados a nunca confrontar o que sentimos…”. Por fim, ele tem orgulho da própria habilidade com palavras e poesia, como em “Fazer o João Paulo lacrimejar… talvez eu transmita tanto amor através delas que não ouvir parece errado, e eu amo isso.” e “Acho genuinamente fofo quando implicam comigo o motivo de eu me auto intitular de O pior poeta da cidade”, reforçando o lado criativo e reflexivo típico de um corvino.

Seu filme

Sua música
A música Pais e Filhos combina com a forma como ele pensa família, culpa e amadurecimento emocional. Ele fala diretamente sobre essa ruptura com o peso familiar em “Demorei um tempo até reconhecer que eu não devo nada e não tenho dívida nenhuma ou nenhuma parcela de culpa com o que aconteceu na vida dos meus pais”, que ecoa o verso “é preciso amar as pessoas como se não houvesse amanhã”, mas também aprender a se separar das dores deles. Em vários momentos ele mostra essa mistura de dor, autoquestionamento e ternura, como em “Quanto mais o tempo passa, mais me questiono quando foi que deixei de ser seu filho” e “Talvez minha felicidade pelo simples [...] seja uma forma de compensar [...] minha versão criança que cresceu rodeada de traumas e cicatrizes”. A canção fala justamente de crescer no meio de conflitos familiares, carregar marcas da infância e, ainda assim, tentar construir amor e sentido — algo que aparece quando ele diz “Pela primeira vez recusei algo pra minha mãe sem me sentir culpado. Progresso.”. Além disso, o tom existencial e pensativo da música combina com frases como “Quanto mais conheço, mais sei que não sei de nada…” e com a bio “A única coisa que eu sei é que nunca vou saber de tudo.”

Seu destino de viagem no tempo

Seu videogame

Seu animal espiritual

Sua piada (não) engraçada

Seu superpoder

Seu melhor amigo fictício

Sua viagem dos sonhos

Sua carreira alternativa

Sua combinação com celebridade

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cejotaemici
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