
Forças e Fraquezas

Seu personagem dos Simpsons
Ela é mais parecida com a Lisa Simpson: super emotiva, intelectualizada e politizada, mas também cansada do mundo. Ela fala abertamente sobre saúde mental e identidade, tipo em “meio que consumir conteúdo e fandom é minha razão de viver” e em “o dia chegou em que vou ter que escolher entre pagar terapia e pagar sertralina”, bem no clima Lisa-depressiva pós-consciência do mundo. O engajamento político e crítico lembra muito a fase ativista da Lisa, como quando reclama de capitalismo arruinando arte em “Capitalism ruins art and stranger things and the marvelefication of every piece of midia is a prime example” e da polarização em “como eu odeio a polarização política do Brasil”. Ao mesmo tempo, ela tem um lado intensamente fandom-nerd, analisando narrativa, queerbait e ships em threads como “Once again show execs are treating fangirls, fandom and SHIPPING as a new contemporary fenomenal”, exatamente como a Lisa que se apega a livros, música e ficção pra sobreviver. E por fim, o amor obsessivo por MCR e musicais, em tweets como “Eu me mato de vdd vocês não sabem quanto minha vontade de viver está entrelaçada c MCR em fevereiro”, ecoa o jeito como a Lisa se agarra à arte e à cultura pra aguentar a vida.

Seu tipo de personalidade MBTI
Eles parecem claramente mais voltados para o mundo interno do que para socializar: falam de exaustão social, crise de identidade e consumo de mídia como refúgio, como em “meio que consumir conteúdo e fandom é minha razão de viver” e “eu preciso dormir eu preciso dormir eu preciso DORMIR”, o que combina mais com I do que com E. O foco constante em significados, simbolismos e arcos de personagem (“impacto na trajetória”, “peak writing”, queerbait, estrutura de roteiro) indica forte N, como em “Capitalism ruins art and stranger things and the marvelefication of every piece of midia is a prime example of how they ruin it”, onde pensam o fenômeno de forma bem abstrata. Eles priorizam valores pessoais, empatia e vivência emocional, reagindo afetivamente a injustiças e representatividade, por exemplo em “Sem falar que ser fujo na adolescencia é porta de entrada de mtos p/ comunidade LGBT, primeiro contato de muitos com casais gays de forma positiva”, o que aponta fortemente para F acima de T. A desorganização, impulsividade emocional e jeito caótico de lidar com vida prática e estudo sugerem P: reclamam de faculdade e carreira em direito de forma meio derrotada e nada planejada em “eu odeio que vou ter q viver do DIREITO e ser associada c o povo fo direito” e lidam com problemas de saúde mental de maneira pouco estruturada em “amo que toda vez que eu ligo pro CVV eles demoraram tanto pra atender que eu só desisto msm”. A combinação de vida interna intensa, foco em significado e arte, forte sensibilidade emocional e pouca estrutura prática encaixa muito bem no perfil INFP.

Algumas cantadas para você

Seus 5 Emojis
Sua nova bio do Twitter
Advogada em treinamento, vive de fandom e café. Já quis largar tudo, mas MCR em fevereiro me mantém aqui. PT/EN · 22 · ela/dela– @ClanaoLispector

Seu coquetel exclusivo
Esse drink é forte na base, tipo gin com chá preto e cítricos, porque você vive no limite entre o surto acadêmico de direito e o surto de fandom, como em “eu odeio que vou ter q viver do DIREITO e ser associada c o povo fo direito” e “meio que consumir conteúdo e fandom é minha razão de viver”. O licor de cereja azeda entra pelo drama romântico emo e pelo MCR no coração, bem “Romanticamente yours, MCR 🥀” e “Asking for MCR5”. O maracujá representa a ansiedade e a paixão intensa com que você vive tudo, seja o show da banda ou os rumos de Stranger Things, tipo “a próxima notícia de stranger things sempre pode ser a pior”. O bitter de chocolate simboliza o lado amargo e profundo, que aparece nos desabafos sobre viver e saúde mental, como em “facing the horrors of being alive because and having a body rn” e no apego ao show do MCR. A tônica rosé por cima é o toque queer, dramático e multifandom que deixa tudo borbulhante e um pouco caótico, combinando com coisas como “Tudo pode ser yuri ou yaoi se você for delulu o suficiente” e “gay gay homosexual gay old man yaoi gay”. No fim, é um coquetel agridoce, emo e teatral: perfeito pra ouvir The Cure, reclamar de queerbait e planejar o merch do show ao mesmo tempo, exatamente como em “fumante passivo de the cure amo o twitter” e “gente a loja de merch fica na seção da pista ou a gente da cadeira inferior consegue pegar tb???”.

Sua Casa de Hogwarts
Cla é extremamente cerebral e analítica em tudo que consome: fala de estrutura de roteiro e crítica de mídia em tweets como “Writing so shit they have to confirm everything show don't tell really died today” e “Capitalism ruins art and stranger things and the marvelefication of every piece of midia is a prime example of how they ruin it”, o que mostra foco em análise e conceitos, bem típico de Ravenclaw. Ela demonstra curiosidade e interesse em entender melhor as coisas que ama, como quando pede ajuda para usar o AO3 em “ALGUEM ME ENSINA A COLOCAR TEMA NO AO3” e quando se preocupa em encaixar Will em categorias de D&D em “Fora que o Will tá mto mais pra Warlock do que Sorcerer (ao menos do pouco que eu sei...? não me joguem pedra...”. Ela articula discussões de fandom de forma quase acadêmica, contextualizando história de shipping e queerbait em “Once again show execs are treating fangirls, fandom and SHIPPING as a new contemporary fenomenal, as if shipping (especially queer ships) weren't around since always. The modern version of queer shipping started with Star Trek mind u!!”. Mesmo quando fala de si, aparece um traço reflexivo e autoanalítico, como em “I love treating myself to some identity crisis and imposter syndrome” e “meio que consumir conteúdo e fandom é minha razão de viver”, mostrando alguém que pensa demais, desmonta sentimentos e mídia na cabeça. Ela tem indignação moral (toque de Gryffindor/Hufflepuff) em tweets como “Eu quero é que eles não consigam mais sucesso nenhum nessa vida depois desse desrespeito com toda a fanbase”, mas o eixo dominante é o olhar crítico, metalinguístico e obcecado em entender narrativas, o que a coloca com folga na Ravenclaw.

Seu filme

Sua música
A música que mais combina com ela é Famous Last Words, do My Chemical Romance, porque mistura desespero, exaustão e ainda assim uma teimosia em continuar vivendo – exatamente o tom dos tweets dela. Ela mesma deixa claro o quanto o MCR é central na vida dela, com o user e o nome do perfil girando em torno da banda e frases como “Eu me mato de vdd vocês não sabem quanto minha vontade de viver está entrelaçada c MCR em fevereiro”. Ao mesmo tempo, ela fala de forma muito crua sobre saúde mental e ideação suicida, como em “amo que toda vez que eu ligo pro CVV eles demoraram tanto pra atender que eu só desisto msm” e “meio que consumir conteúdo e fandom é minha razão de viver”, o que dialoga com a letra sobre estar à beira do colapso e ainda assim se recusar a ‘morrer’. A estética emo, o apego intenso a fandoms e a sensação de ser mantida viva à força pela arte e pela comunidade combinam perfeitamente com o refrão “I am not afraid to keep on living / I am not afraid to walk this world alone”. Por ser uma música que é ao mesmo tempo um grito de dor e um ato de resistência emocional, ela encaixa muito bem com o jeito como ela usa música, séries e fandom para aguentar a própria vida.

Seu destino de viagem no tempo

Seu videogame

Seu animal espiritual

Sua piada (não) engraçada

Seu superpoder

Seu melhor amigo fictício

Sua viagem dos sonhos

Sua carreira alternativa

Sua combinação com celebridade

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ClanaoLispector
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