
Forças e Fraquezas

Seu personagem dos Simpsons
A conta passa uma imagem de alguém muito envolvido com mídia, cultura pop e debates online, que costuma analisar criticamente o que consome – bem no estilo da Lisa, que sempre reflete sobre tudo à sua volta. Ele reclama bastante de fandoms tóxicos e comportamento de massa, como em “sendo bem sincero, essa '''''treta''''' do calango e cellbit foi meu estopim com o fandom de ordem, desde lá ainda acompanho as paradas mas sla, uma grande parte da comunidade é tão insuportável que me fez broxar” e “Pessoal perdeu a capacidade de ter opinião”, o que lembra a postura crítica e cansada da Lisa em relação à burrice coletiva de Springfield. Ao mesmo tempo, ele demonstra paixão intensa por obras que gosta, como Ordem Paranormal e jogos tipo Persona 5 e SMT 3, semelhante à forma como a Lisa se apega às coisas que ama, como jazz ou livros: “depois de terminar persona 5 vou jogar smt 3, estou ansioso” e “Que temporada boa pra caralho, virou minha segunda favorita agora #HEXATOMBE”. Há também um certo pessimismo irônico e senso de humor ácido sobre sociedade e internet, como em “a cada dia que passa continuo com o desejo que metade do fandom de ordem evapore” e “lendo os comentários percebo que a linha entre gays e incels esta cada vez mais tênue”, algo que combina com a versão mais desiludida da Lisa nas temporadas recentes. Além disso, o interesse em criar coisas próprias – desenhos, música e programação, dito na bio e em “esse ano eu lanço meu projeto musical” – reforça a vibe de alguém criativo, introspectivo e autocrítico, exatamente como a Lisa.

Seu tipo de personalidade MBTI
Eles parecem claramente mais voltados para o próprio mundinho do que para socializar: falam de jogar Persona 5 e depois SMT 3 em tom animado mas solitário (“depois de terminar persona 5 vou jogar smt 3, estou ansioso”) e demonstram desprezo por grandes grupos/fandoms (“a cada dia que passa continuo com o desejo que metade do fandom de ordem evapore”), o que aponta para I. O foco deles é mais em ideias, interpretações e padrões do que em fatos concretos: analisam comportamento de fandom e redes sociais, por exemplo em “lendo os comentários percebo que a linha entre gays e incels esta cada vez mais tênue” e “Uma coisa que percebi dps de um tempo foi que o fandom liga mais pros players do que pra própria porra da história”, o que é típico de N. A forma como se posicionam é muito analítica e cortante, priorizando crítica lógica à delicadeza emocional, como em “Pessoal perdeu a capacidade de ter opinião” e “amo o bastet mas nesse take ele so falalou qualquer bosta”, sugerindo T. Também mostram tendência a questionar padrões e zoar generalizações em vez de seguir regras sociais, como em “gay do cuitter não ta tão longe de ser um incel comum”, reforçando o uso de pensamento crítico mais frio que sentimental. Por fim, o tom caótico, reativo e pouco estruturado das opiniões (“semaninha” com uma foto largada em “semaninha” e reclamações impulsivas sobre lives, jogos e fandoms como em “incrivel como o chat das lives de ordem vão ser sempre insuportáveis”) indica alguém mais espontâneo do que planejador, o que combina melhor com P do que com J. Somando esses traços – introversão crítica, foco em padrões sociais/abstratos, tom lógico e sarcástico, e estilo improvisado – o tipo que mais se encaixa é INTP.

Algumas cantadas para você

Seus 5 Emojis
Sua nova bio do Twitter
Desenho, faço música e programo. Corintiano, órfão do fandom de Ordem Paranormal. Já terminei Persona 5 e ainda reclamo de Omori.– @clonazepam50mg

Seu coquetel exclusivo
Um drink forte e meio amargo, porque quem entra em 2026 “torcendo pela morte do fandom de ordem paranormal” não tá exatamente na vibe de piña colada: “entrando em 2026 e torcendo pela morte do fandom de ordem paranormal”. O gin cítrico representa a energia caótica e debochada dos KKK infinitos e dos surtos com torcida e LoL, tipo “EU TE ODEIO PAIN GAMING” e “BRASIL CARALHOOOO”. O licor de café amargo é o ranço intelectualizado, aquele momento de olhar pro fandom e pensar que “criança é o que mais tem no fandom infelizmente” “Criança é o que mais tem no fandom infelizmente” e que “galera vcs são burros” “galera vcs são burros”. O hibisco entra pelo lado emocional dramático, sofrendo com Ordem e HEXATOMBE, chorando com episódio e personagem: “porra to muito triste vai se fuder” e “virou facilmente um dos melhores episódios de ordem paranormal #HEXATOMBE”. A espuma de limão com glitter é o lado artístico e performático, o cara que “faço uns desenhos, toco músicas e faço progama. i am thou, thou art i”, misturando Persona, SMT e céu de Evangelion: “o céu ta evangelion”. E o bitters de cacau fecha com a melancolia gamer/otaku, aquele ódio meio afetivo em frases como “n tenho palavras para descrever o quanto eu odeio omori” e a confissão de consumismo: “eu cai nas garras do consumismo mais uma vez...”.

Sua Casa de Hogwarts
O perfil mostra alguém muito analítico, que pensa bastante sobre fandoms, comunidades e comportamento online. Ele critica a forma como o fandom de Ordem Paranormal se comporta, mostrando reflexão e distanciamento intelectual, por exemplo ao dizer que “o fandom liga mais pros players do que pra própria porra da história” em “Uma coisa que percebi dps de um tempo foi que o fandom liga mais pros players do que pra própria porra da história” e ao comentar que essa treta foi o estopim com o fandom em “sendo bem sincero, essa '''''treta''''' do calango e cellbit foi meu estopim com o fandom de ordem…”. Ele demonstra gosto por obras complexas e de forte carga temática, como Evangelion, Persona 5 e Shin Megami Tensei 3, o que aparece em “depois de terminar persona 5 vou jogar smt 3, estou ansioso” e em “o céu ta evangelion”, típico de alguém que aprecia narrativas profundas e simbólicas. Há também um senso de ironia e intelecto crítico em posts como “lendo os comentários percebo que a linha entre gays e incels esta cada vez mais tênue” e “Pessoal perdeu a capacidade de ter opinião”, onde ele observa padrões sociais e os comenta com certo distanciamento cético. Embora demonstre paixão (por Ordem Paranormal, Pain Gaming, Corinthians etc.), o que poderia sugerir Grifinória ou Lufa-Lufa, a tônica predominante é a de alguém que observa, analisa, compara temporadas, comunidades e obras de mídia com olhar crítico e criativo, o que se encaixa melhor em Corvinal.

Seu filme

Sua música
A mistura de humor ácido, pessimismo com o mundo e sensibilidade que aparece nos tweets deles combina muito com o clima caótico e existencial de Paranoid Android. Eles vivem reclamando de fandom e internet, como em “a cada dia que passa continuo com o desejo que metade do fandom de ordem evapore” e “Pessoal perdeu a capacidade de ter opinião”, o que lembra a visão cansada e crítica da música sobre as pessoas ao redor. Ao mesmo tempo, dá pra sentir um certo desgaste emocional e autoironia em coisas como “como a vida se parece um dia antes do ghosting hein rapaziada hahahahaha vai tomar no cu” e “O problema ta em min mesmo”, o que ecoa o tom de confusão interna da letra. Eles também têm um lado artístico forte – desenham, fazem música e são muito ligados em narrativas pesadas tipo Ordem Paranormal e Persona, como em “depois de terminar persona 5 vou jogar smt 3, estou ansioso” e “esse ano eu lanço meu projeto musical”, o que combina com a complexidade e experimentalismo da música. No geral, é uma faixa que mistura caos, crítica social e angústia de forma dramática e um pouco teatral – exatamente a vibe que os tweets passam.

Seu destino de viagem no tempo

Seu videogame

Seu animal espiritual

Sua piada (não) engraçada

Seu superpoder

Seu melhor amigo fictício

Sua viagem dos sonhos

Sua carreira alternativa

Sua combinação com celebridade

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