
Forças e Fraquezas

Seu personagem dos Simpsons
O perfil lembra muito a Lisa Simpson: intelectualmente obsessivo, meio precoce e constantemente irritado com a mediocridade alheia. O usuário vive recomendando livros de história e teoria, como em “Nome mais importante da historiografia brasileira nas últimas décadas. Se ainda não leram nada sobre história do Brasil, comecem por aqui” e “Jorge Couto A Construção do Brasil [...]”, o que combina com o lado nerd e acadêmico da Lisa. Ele se indigna com ignorância histórica e política, como em “O ensino de história nacional no Brasil só ganha do México, o tanto que esses caras odeiam a própria história me assusta.” e “pessoal vamos ler algo escrito depois dos anos 60 por gentileza”, algo muito típico da postura moralista e crítica dela. Ao mesmo tempo, é autoirônico e cansado do próprio ambiente, como em “não consigo sair dessa merda de site” e “só tem retardado nesse site mesmo, preciso parar de me irritar e aprender a me divertir”, o que lembra a Lisa frustrada com Springfield. Por fim, o tom de preocupação ética e política aparece em posts como “71 mil mortos em quase 850 dias de conflito [...]” e “Vocês me desculpem, mas eu não me importaria nem um pouco se uma pessoa dessas apodrecesse na cadeia.”, ecoando o senso de justiça forte (às vezes duro) da personagem.

Seu tipo de personalidade MBTI
Eles aparentam ser mais introvertidos (I) do que extrovertidos: falam várias vezes em se afastar das pessoas e do site, como em “me sentindo extremamente tentado a criar uma priv e bloquear todos os idiotas do site” e “só tem retardado nesse site mesmo, preciso parar de me irritar e aprender a me divertir”, além de raramente exporem a própria vida social. São fortemente intuitivos (N), focando em interpretações amplas de história, política e sociedade, como em “O desprezo dos brasileiros por Portugal só não é maior que o desprezo dos brasileiros pelo próprio país. Talvez, só talvez, uma coisa tenha a ver com a outra.” e na discussão de macroetnia em “Até hoje não vi nenhuma refutação séria da tese do Darcy Ribeiro de que o povo brasileiro é uma macroetnia.”. A preferência por Thinking (T) aparece na argumentação dura, lógica e às vezes ríspida, por exemplo em “pessoal vamos ler algo escrito depois dos anos 60 por gentileza” e “Na época da conquista islâmica, os persas eram zoroastrianos há ± 1200 anos. O Islam já está na Pérsia há 1400 anos. Vocês são burros.”, priorizando correção conceitual a sentimentos alheios. O lado julgador (J) aparece no desejo de ordem, rigor e estrutura — acadêmica, política ou moral — como em “pessoal vamos ler algo escrito depois dos anos 60 por gentileza”, na defesa de rigor histórico em “>rigor acadêmico >movimento negro” e na crítica planejada a padrões educacionais, como em “O ensino de história nacional no Brasil só ganha do México, o tanto que esses caras odeiam a própria história me assusta.”. O conjunto de introspecção, foco em grandes estruturas históricas e teóricas, argumentação lógica e postura crítica sistemática combina melhor com INTJ do que com outros tipos próximos (como INTP ou ENTJ).

Algumas cantadas para você

Seus 5 Emojis
Sua nova bio do Twitter
Historiador em treinamento, católico meio indignado, fã de Darcy Ribeiro. Uma vez quase tranquei o curso por causa da matrícula na Unicamp.– @clvsprophetarum

Seu coquetel exclusivo
Cachaça envelhecida entra pela porta da frente porque esse drink é, acima de tudo, brasileiro macroétnico, ecoando a defesa do Darcy Ribeiro em “Até hoje não vi nenhuma refutação séria da tese do Darcy Ribeiro de que o povo brasileiro é uma macroetnia.” e o carinho pelo “Bruxo de Apipucos”. O amaro italiano representa a paixão pela política e pela história europeia, da democracia cristã em “a democracia cristã italiana é um dos principais movimentos políticos do país desde o fim da guerra.” às tiradas sobre Portugal em “O desprezo dos brasileiros por Portugal só não é maior que o desprezo dos brasileiros pelo próprio país.”. O xarope de rapadura traz a doçura nervosa de quem ama o Brasil mas vive reclamando que “O ensino de história nacional no Brasil só ganha do México” e que não consegue sair dessa “merda de site”. O limão-cravo garante a acidez das respostas, do tipo que manda um “Dom Afonso Henriques tinha inúmeros súditos muçulmanos, seu imbecil.” sem pestanejar. Por fim, o bitter de café é o cansaço crônico de quem vive entre a Unicamp e o X, pedindo priv em “me sentindo extremamente tentado a criar uma priv e bloquear todos os idiotas do site” e admitindo que “só tem retardado nesse site mesmo, preciso parar de me irritar e aprender a me divertir”.

Sua Casa de Hogwarts
O traço mais constante do perfil é a intelectualização de tudo: ele vive recomendando livros, autores e debates historiográficos, como quando indica Jorge Couto em “Jorge Couto A Construção do Brasil: Ameríndios, portugueses e africanos, do início do povoamento a finais de Quinhentos” e manda o pessoal ler coisas posteriores aos anos 60 em “pessoal vamos ler algo escrito depois dos anos 60 por gentileza”. Ele demonstra fascínio por teoria e conceitos, discutindo Darcy Ribeiro e macroetnia em “Até hoje não vi nenhuma refutação séria da tese do Darcy Ribeiro de que o povo brasileiro é uma macroetnia…” e fazendo comentários sofisticados sobre eclesiologia em “a eclesiologia do Nougué é mais próxima da de Ockham que da de São Tomás”. Há um claro prazer em ironizar visões rasas, como em “pessoal vamos ler algo escrito depois dos anos 60 por gentileza” e “Definição de civilização mais arbitrária que eu já vi. Nem os gregos como um todo se enquadram direito.”, o que é muito típico de um Ravenclaw que valoriza rigor intelectual. Além disso, ele se diverte com detalhes de história, religião e filosofia (Gregório de Mattos, Hartog, Mounier, Maritain, etc.), como se vê em “gregório de mattos guerra foi o primeiro RESENHEIRO da história do brasil” e “tem que ser muito molenga pra não gostar do Hartog”. Embora tenha coragem para defender opiniões impopulares, como em “ninguém, absolutamente NINGUÉM vai me convencer de que os colonos puritanos da Nova Inglaterra eram os vilões da história”, o modo como estrutura seus argumentos, sempre ancorado em leitura e análise, mostra que a identidade central dele é de alguém que pensa, estuda e debate — exatamente o núcleo de Ravenclaw.

Seu filme

Sua música
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Seu destino de viagem no tempo

Seu videogame

Seu animal espiritual

Sua piada (não) engraçada

Seu superpoder

Seu melhor amigo fictício

Sua viagem dos sonhos

Sua carreira alternativa

Sua combinação com celebridade

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