
Forças e Fraquezas

Seu personagem dos Simpsons
A melhor correspondência é a Lisa Simpson. Ele é extremamente cerebral e apaixonado por aprender e criar, falando de ler Auerbach e Catulo em um mês em “eu vou ler mimesis do auerbach inteiro e eu vou ler todos os poemas do catulo”, o que lembra o lado nerd e acadêmico da Lisa. Assim como a Lisa usa a arte, a música e a escrita para processar o mundo, ele vive de fanart, fanfic e análises de mídia, por exemplo em “kind of nice to realize that the first real burst of creativity i've had in years has been triggered by hazbin hotel” e “Lado positivo do autismo: obcecado por radiostatic há meses, me deixa mto feliz”. Há também muita consciência social e de minorias, como em “Hello guys yes race does matter when casting for chara's whose races are underrepresented” e nas queixas sobre ser trans em “Cansado do ritual de humilhação constante que é ser trans”, ecoando o senso de injustiça e militância da Lisa. Ao mesmo tempo, ele é sensível, ansioso e frequentemente cansado do mundo adulto, descrevendo problemas de saúde e desânimo com a faculdade em “Saudades da minha produtividade de dezembro... Oq aconteceu”, o que lembra o lado vulnerável da Lisa quando percebe que o mundo é mais cruel do que gostaria. E, como a Lisa, ele encontra refúgio emocional na fantasia e na ficção — no caso, Hazbin, radiostatic e fanfics — para continuar aguentando a realidade.

Seu tipo de personalidade MBTI
Ele demonstra preferência clara por introversão (I): fala muito de ficar em casa lendo fanfic e desenhando em vez de eventos sociais, como em “Cansado do ritual de humilhação constante que é ser trans e é por isso que eu passo boa parte do meu tempo em casa lendo fanfic assim na minha cabeça posso ser uma pessoa mais bonita e legal” e em “porque hoje eu sou um homem de 20 anos virando a noite lendo fanfics”. A preferência por intuição (N) aparece na forma como ele conecta tudo a temas abstratos, símbolos e AUs, como misturar Roma antiga, mitologia e ships em “Vou fazer uma au de radiostatic romano e dessa forma misturarei minha graduação com meus gays” e discutir raça e contexto histórico do Alastor em “acting as if it's unlikely that Alastor has trauma when he was a black man in the Jim Crow era is INSANE lol”. Ele parece feeling (F): reage com intensidade emocional, fala de humilhação, saúde mental e empatia por minorias, como em “Hello guys yes race does matter when casting para charas cujas raças são subrepresentadas” e “I cry when anything is good or beautiful because i love the human spirits ability to come up with things that make me feel so many things”, priorizando valores e impacto emocional mais que lógica fria. Por fim, tende a perceiving (P): ele faz planos grandiosos mas soltos, sem estrutura rígida, como em “eu vou fazer meu estilo ficar mais anime... e eu vou ler mimesis... e eu vou ler todos os poemas do catulo e tudo isso em fevereiro”, e admite falta de constância e organização em coisas como suplementação de saúde em “me lembrando da deficiência de ferro... pra qual eu tomei suplemento por 3 meses 2 anos atrás e dps abandonei”. A forma intensamente subjetiva, idealista, criativa e centrada em fandom, escrita e mundo interno é muito típica de INFP.

Algumas cantadas para você

Seus 5 Emojis
Sua nova bio do Twitter
Attis, 20, trans em crise crônica. Faço fanart/fanfic de Hazbin e radiostatic, reclamo da faculdade às 5h da manhã e ainda acredito na ficção.– @cnfusionVampire

Seu coquetel exclusivo
Cachaça envelhecida forte representa ser um homem trans brasileiro de 20 anos lidando com burocracia e humilhação diária, como quando ele fala do nome social no banco e até pra votar no BBB, em tweets como “Gente sério que a porra do site DA GLOBO não aceita o nome social???” e “Gente eu amoooo quando eu coloquei meu nome social no meu banco mas só aparece ele...”. O licor de café escuro é a insônia eterna do cara que vive de madrugada lendo fanfic e desenhando radiostatic, tipo em “because today im a 20 year old man staying up all night reading fanfics” e “watch as i fumble a sketch completely at 6 am #radiostatic #murdermedia”. O xarope de framboesa traz o lado doce, romântico e horny obcecado por Alastor e Vox, como em “Deuses me liberem logo tô louco pra escrever pornografia de radiostatic”, “Eu vou projetar os meus fetiches em radiostatic SIM. TODOS eles” e “Alastor hazbin hotel I will always stand with you no matter what. Beautiful princess with a disorder”. O suco de limão siciliano é a acidez crítica, militante e politizada, quando ele fala de raça, representatividade e fandom, em “Hello guys yes race does matter when casting for chara's whose races are underrepresented” e “acting as if it's unlikely that Alastor has trauma when he was a black man in the Jim Crow era is INSANE lol”. A espuma leve de água tônica é o cansaço crônico e a saúde mental meio quebrada, tentando deixar tudo mais leve mesmo exausto, como em “Saudades da minha produtividade de dezembro...”, “Cansado do ritual de humilhação constante que é ser trans e é por isso que eu passo boa parte do meu tempo em casa lendo fanfic” e “Lado positivo do autismo: obcecado por radiostatic há meses, me deixa mto feliz Lado negativo: tudooo todo o resto”. O resultado é um drink forte, doce-azedo e meio estranho, exatamente como um artista autista brasileiro que vive em TRANSylvania bebendo fanfic de radiostatic no lugar de água.

Sua Casa de Hogwarts
Ele mostra um apego muito forte à leitura e ao estudo por conta própria: diz que vai "ler mimesis do auerbach inteiro e [...] todos os poemas do catulo" em um mês antes da faculdade voltar (“Seguinte eu vou fazer meu estilo ficar mais anime e eu vou aprender a fazer sombra direito e eu vou ler mimesis do auerbach inteiro e eu vou ler todos os poemas do catulo e tudo isso em fevereiro...”), o que é um traço clássico de Ravenclaw. A forma como ele tenta unir sua graduação em letras clássicas/romanas com o fandom, criando AU romano de radiostatic e planejando fanart de Cícero x Catilina (“Vou fazer uma au de radiostatic romano e dessa forma misturarei minha graduação com meus gays e assim irei dobrar minha eficiência”), mostra uma criatividade intelectual bem típica dessa casa. Ele também demonstra pensamento analítico e interesse em debates conceituais, por exemplo discutindo raça, representação e leitura crítica de mídia de forma articulada (“Hello guys yes race does matter when casting for chara's whose races are underrepresented...” e “acting as if it's unlikely that Alastor has trauma when he was a black man in the Jim Crow era is INSANE lol”). Além disso, o fato de chorar ao ver coisas belas por admiração ao "espírito humano" criativo (“i cry when anything is good or beautiful because i love the human spirits ability to come up with things that make me feel so many things”) reforça um amor profundo por arte, ideias e criação – o coração de Ravenclaw. Embora tenha traços de Hufflepuff (lealdade ao fandom, empatia trans) e um pouco de Slytherin (uso engenhoso da obsessão/autismo para produtividade criativa, como em “A melhor coisa que já me aconteceu foi ficar obcecado pelo Alastor eu até me visto melhor eu leio mais eu escrevo mais”), a predominância é claramente o intelecto, a curiosidade e a criatividade analítica de um Ravenclaw.

Seu filme

Sua música
Uma música que combina muito com o Attis é Teen Idle, da MARINA, porque fala de crescer se sentindo deslocado, meio deprimido, mas ainda estético e melodramático – exatamente o equilíbrio entre humor e dor que ele mostra na TL. Ele vive os vinte anos como alguém que se sente esgotado e doente, mas ainda romântico com a própria cabeça, como quando fala do estômago detonando e do cansaço constante: “QUANTOS PECADOS EU TO PAGANDO LOGO PELO AMOR DE DEUS sério agr eu passo o dia inteirinho com náusea e com azia… ” e “Lado negativo do autismo: tudooo todo o resto como pode eu estar desgastado desse jeito sem ter feito nada”. A música também ecoa esse sentimento de estar preso entre adolescência e vida adulta, enquanto ele reclama de faculdade, burocracia e nome social, mas ainda se refugia em fanfic e fandom: “é por isso que eu passo boa parte do meu tempo em casa lendo fanfic assim na minha cabeça posso ser uma pessoa mais bonita e legal”. E, como em Teen Idle, ele transforma sofrimento e marginalização em estética e criação: a obsessão criativa com Hazbin e radiostatic vira motor de desenho e escrita, como em “kind of nice to realize that the first real burst of creativity i've had in years has been triggered by hazbin hotel” e “A melhor coisa que já me aconteceu foi ficar obcecado pelo Alastor eu até me visto melhor eu leio mais eu escrevo mais”.

Seu destino de viagem no tempo

Seu videogame

Seu animal espiritual

Sua piada (não) engraçada

Seu superpoder

Seu melhor amigo fictício

Sua viagem dos sonhos

Sua carreira alternativa

Sua combinação com celebridade

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cnfusionVampire
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