
Forças e Fraquezas

Seu personagem dos Simpsons
A conta mistura engajamento político sério com ironia intelectualizada, algo muito próximo da Lisa. Ela faz análise de conjuntura e de geopolítica de forma articulada, como em “1. o PT só passou a ganhar nas regiões norte e nordeste a partir de 2002 2. a dinâmica econômica de um sul sudeste industrializado é proposital para criar mecanismo de dependência econômica interna...” e em comentários sobre extrema-direita e direitos humanos, como “but the right wing doesn't comprehend what is 'humanity'...”. Ao mesmo tempo, mantém um tom ácido, sarcástico e culto, citando teoria e autores, como em “Essa cena em específica me lembrou de um trecho do Foucault em O Corpo Utópico...” e brincando com referências tecno-futuristas em “laboria cuboniks tá orgulhosa”. O jeito de confrontar hipocrisia conservadora e fascista, como em “What about Vox, Hungary’s far right, or the Höcke aligned AfD factions? ... Homofascism is the dumbest political Frankenstein I’ve ever seen.”, ecoa a postura moralmente combativa da Lisa no desenho. Apesar do sarcasmo e dos xingamentos, transparece uma preocupação constante com justiça social, migração, gênero e pobreza, como em “nossa, a pessoa viver com 20.000 libras ao ano não é nem pobreza, e sim extremíssima pobreza.”, o que reforça a semelhança com a consciência política precoce da personagem.

Seu tipo de personalidade MBTI
Eles parecem mais extrovertidos (E) do que reservados: comentam sobre tudo quanto é assunto público, interagem com muitas contas e expõem reações emocionais fortes, como em “61% CARALHOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOo” e “DEIXEM MINHA MENINA EM PAZ SEUS MONSTROSSSSSS”, o que sugere ganho de energia na troca com os outros. A preferência por intuição (N) aparece na forma como puxa temas para níveis mais abstratos, estruturais ou teóricos, como quando discute dinâmica econômica-regional e dependência interna em “a dinâmica econômica de um sul sudeste industrializado é proposital para criar mecanismo de dependência econômica interna…” ou critica o conceito de “homofascismo” em “Homofascism is the dumbest political Frankenstein I’ve ever seen.”. A dominância de sentimento (F) em vez de pensamento racional-frio aparece na ênfase moral e empática, como em “but the right wing doesn't comprehend what is 'humanity'... they hate care even more if the person who needs care is a poc and undocumented migrant…” e no ódio visceral a injustiças, por exemplo “porcos imundos” ou “Damares acha que alguém vai esquecer que ela foi responsável pelo sofrimento de uma menina de 10 anos.”. Apesar do tom agressivo, a base parece ser valores e indignação ética, não cálculo frio. Já a preferência por percepção (P) se nota no estilo espontâneo, caótico e pouco planejado: muitas reações rápidas, improvisadas e trocadilhos como “o roteirista desse país precisa de um aumento”, “ano novo vai ser onde?” e a autoironia sobre hábitos desorganizados em “eu tenho me tornado uma pessoa que abre o LinkedIn pelo menos 10 vezes ao dia como se fosse uma rede social normal, eu não tô bem.”. No conjunto, a combinação de engajamento social intenso, indignação moral, pensamento mais abstrato e estilo impulsivo e brincalhão é bastante típica de ENFP.

Algumas cantadas para você

Seus 5 Emojis
Sua nova bio do Twitter
Analiso política, cultura pop e internet com ironia crônica. Já abri o LinkedIn por tédio e fiquei, o que diz muito sobre meu estado mental.– @cobogoh

Seu coquetel exclusivo
Esse drink é forte, ácido e debochado, igual ao tom com que o dono da conta chama político de “Pela primeira vez na história temos um ESQUIZOFRÊNICO numa cadeira presidencial.” “Pela primeira vez na história temos um ESQUIZOFRÊNICO numa cadeira presidencial.”. A cachaça envelhecida representa a brasilidade politizada, que aparece quando ele fala de Lula, PT, PSOL e geopolítica interna, como em “1. o PT só passou a ganhar nas regiões norte e nordeste a partir de 2002...”. O licor de café bem amargo é o ranço contra a direita e o império do norte, presente em “but the right wing doesn't comprehend what is 'humanity'. it's that simple...” e na referência ao “império demoníaco do norte” “às vezes, vendo a situação atual do império demoníaco do norte...”. O maracujá azedo-doce é o misto de raiva e carinho quando defende quem gosta, como em “DEIXEM MINHA MENINA EM PAZ SEUS MONSTROSSSSSS” e “muito linda minha querida tia <3”. O bitter entra como a indignação constante com exploração, pobreza e hipocrisia religiosa, vista em “nossa, a pessoa viver com 20.000 libras ao ano não é nem pobreza, e sim extremíssima pobreza.” e “Damares acha que alguém vai esquecer que ela foi responsável pelo sofrimento de uma menina de 10 anos.”. A espuma de gengibre com pimenta é o deboche afiado e a verborragia ferina, a mesma energia de “the moron who administrates this account is a shithole idiot of shit.” e “parem de dar engajamento pra esse pessoal do Missão pq daí surge um bolsonaro NRx...”.

Sua Casa de Hogwarts
A conta demonstra forte inclinação analítica e teórica, típica de Ravenclaw. Eles fazem referências intelectuais e filosóficas, como quando conectam uma cena de filme a Foucault em “Essa cena em específica me lembrou de um trecho do Foucault em O Corpo Utópico...” e discutem dinâmica econômica e voto regional em “a dinâmica econômica de um sul sudeste industrializado é proposital para criar mecanismo de dependência econômica interna...”. Há curiosidade política e estrutural, por exemplo ao questionar cenários eleitorais e geopolíticos em “como que um governo tão rejeitado como o do petro tá conseguindo isso?” e “às vezes, vendo a situação atual do império demoníaco do norte, fico me perguntando pq minneapolis é um centro de tanto confronto...”. O tom é frequentemente sarcástico e argumentativo, desmontando conceitos (“homofascismo”) de forma lógica em “Homofascism is the dumbest political Frankenstein I’ve ever seen.”, o que reforça um espírito crítico e cerebral. Embora haja coragem política e indignação moral (o que poderia lembrar Gryffindor), a maneira como organizam argumentos, citam autores, analisam dados e estruturas indica que o traço principal é a valorização do pensamento e da análise, marca registrada de Ravenclaw.

Seu filme

Sua música
A escolha de Bad Religion combina com o tom ácido, melancólico e politizado do @cobogoh. Eles misturam desencanto político com lirismo e referências teóricas, como quando comentam sobre dependência econômica interna do Brasil em relação ao Sul-Sudeste em “a dinâmica econômica de um sul sudeste industrializado é proposital para criar mecanismo de dependência econômica interna…” e chamam os EUA de “império demoníaco do norte”. O eu lírico de Bad Religion fala com Deus como quem desabafa num táxi, ecoando o misto de desespero e ironia que aparece em frases como “dá lhe o arrego e afrouxe os desesperos.” e no comentário sobre viver em extrema pobreza em “20.000 libras ao ano não é nem pobreza, e sim extremíssima pobreza.”. Além disso, o usuário alterna entre ternura e fúria — defendendo pessoas ou figuras que gosta em “DEIXEM MINHA MENINA EM PAZ SEUS MONSTROSSSSSS”, mas detonando reacionários em “ela me lembra a Natalie Wynn, não só na aparência, mas também em ser uma escrota reacionária de merda.”. Essa oscilação entre cuidado e rancor combina com a vibe confessional, amarga e intensamente emocional de Bad Religion.

Seu destino de viagem no tempo

Seu videogame

Seu animal espiritual

Sua piada (não) engraçada

Seu superpoder

Seu melhor amigo fictício

Sua viagem dos sonhos

Sua carreira alternativa

Sua combinação com celebridade

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cobogoh
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