
Forças e Fraquezas

Seu personagem dos Simpsons
A combinação de intelectualidade obsessiva, humor melancólico e sensibilidade política/estética lembra muito a Lisa Simpson. A pessoa vive cercada de livros, música erudita e filosofia, como quando fala de comprar Moleskine, cita Derrida em sonho e vibra com edições específicas: “Preciso disso. Oxford World's Classics são lindos lindos lindos eu quero todos.” e “Recebido. 32 reais e acabei de descobrir que atrás tem o texto original em grego. Estou gozando litros”. Há também um traço de introspecção e sentimento de inadequação social típico da Lisa, como em “Eu passei os últimos três meses lendo o dia todo e discutindo comigo mesmo no meu diário porque eu sou antissocial demais pra debater com outras pessoas…” e no cansaço com a mediocridade ao redor: “Morar no interior é tipo: você deveria se envergonhar de ser bonito e inteligente. Você deveria ser mais Imbecil.”. Ao mesmo tempo, a pessoa é intensamente emotiva, artística e dramática (“Peixes com ascendente e lua em áries” e a fixação com Chopin, Woolf, Anaïs Nin, Bosch), o que ecoa a veia artística e hipersensível da Lisa. Por fim, o misto de ironia, engajamento intelectual e leve desespero existencial em frases como “Tudo o que existe no mundo é erótico. Exceto o sexo.” é exatamente o tipo de coisa que a Lisa adulta diria no Twitter.

Seu tipo de personalidade MBTI
A conta mostra alguém claramente mais voltado para o mundo interno do que para a sociabilidade tradicional: ele fala de passar meses lendo e debatendo consigo mesmo no diário em vez de com outras pessoas (“eu sou antissocial demais pra debater com outras pessoas… e também sou muito bom em ser outras pessoas com outras opiniões”), e de organizar seminários com amigos de maneira quase fantasiosa e intelectualizada (“Quero começar a organizar seminários com os meus amigos. Vai todo mundo analisar e ser analisado”), o que indica Introversão (I). A timeline é saturada de abstrações, metáforas e teorias pessoais — como quando diz que grego antigo é um idioma “tridimensional” (“Mas saibam que é factual. Grego é 3D.”) ou que tudo no mundo é erótico, menos o sexo (“Tudo o que existe no mundo é erótico. Exceto o sexo.”) — apontando fortemente para Intuição (N). Ele mostra alta sensibilidade e valorização do impacto afetivo das coisas, dizendo que adora saber o que os textos evocam no outro, “como espalhar a minha doença” (“É muito importante pra mim. É como espalhar a minha doença”), além de uma indignação emotiva, como na dor de cabeça que o faz sentir que a realidade está derretendo (“a realidade esta derretendo diante dos meus olhos”), o que sugere Feeling (F), ainda que expresso com ironia e acidez. Ao mesmo tempo, ele demonstra uma vontade de estruturar a vida e o pensamento: fala em organizar seu blog e o substack (“Vou organizar meu blog hoje tbm.”), em começar análise com um lacaniano até o fim do ano (“eu juro de dedinho”) e em buscar estabilidade via funcionalismo público antes de uma nova graduação (“quando o meu emprego horrivelmente tedioso me fornecer estabilidade financeira”), o que aponta para Julgamento (J) em vez de pura espontaneidade. O conjunto de introspecção intensa, vocabulário altamente metafórico, preocupação ética/estética e necessidade de organizar sentido para a própria vida combina bem com o perfil INFJ: alguém que vive no plano das ideias e símbolos, altamente sensível, com um humor meio dramático e literário, e que tenta constantemente estruturar experiências internas caóticas em narrativas coerentes.

Algumas cantadas para você

Seus 5 Emojis
Sua nova bio do Twitter
Archivista de cadernos perfeitos, tradutor de migrações emocionais. Já chamei alguém de capa da Martin Claret e mantemos amizade até hoje.– @cogitomorrer

Seu coquetel exclusivo
Um coquetel forte, literário e levemente neurótico, como alguém que diz “Rawdogging french by doing bureaucracy without any translator whatsoever and it's very important so I gotta lock in” e depois recompensa a própria competência com vinho: “Positive reinforcement: I may have One glass of wine if I'm a competent human being.”. O gin com café é a mistura de exaustão e vigília de quem vive à base de espresso e domingo existencial: “Até que domingo não me deprime tanto porque de todos os dias da semana é o dia em que eu estou menos cansado e mais me assemelho a uma pessoa.”. O vermute doce e o Campari equilibram doçura pisciana e amargor irônico, digno de quem solta “Você é uma pessoa horrível, uma mistura do mal com atraso e pitadas de psicopatia.”](https://x.com/cogitomorrer/status/2015174380267905446) e em seguida fala de libertinagem: “Precisamos de mais libertinagem essa é a minha opinião.”. O licor de figo homenageia a fruta favorita declarada em seus fatos inúteis: “fruta: maçã verde, figo”, dando um toque sensual e mediterrâneo que combina com Anaïs Nin: “Por onde começo a ler as eróticas de Anaïs Nin?”. Por fim, a casca de laranja flambada é o momento apoteótico de alguém que foi chamado de “APOTEÓTICO” e decretou Bosch como decoração ideal de sala: “Depois de uma zelosa curadoria mental eu decreto que a pintura mais foda para pendurar na sala é O Jardim das Delícias Terrenas de Hieronymus Bosch”, porque esse drink também é um pequeno jardim de delícias terrenas em estado líquido.

Sua Casa de Hogwarts
O perfil transpira amor por estudo, linguagem e reflexão, o que é muito característico de Corvinal. Há uma curiosidade intelectual quase compulsiva: ele fala em organizar seminários com amigos em que “vai todo mundo analisar e ser analisado” (“Quero começar a organizar seminários com os meus amigos. Vai todo mundo analisar e ser analisado”), vibra com edições específicas e traduções de clássicos (“Papel pólen. E tradução de Maria Aparecida Oliveira Silva. E FOI TRINTA REAIS PESSOAL TRINTA REAIS”; “Recebido. 32 reais e acabei de descobrir que atrás tem o texto original em grego. Estou gozando litros”) e cita Derrida, Platão, Anaïs Nin e Stephen Dedalus com naturalidade (“Sonhei que lia Derrida. O que isso quer dizer”; “Não li, mas já ouvi falar! E coincidência ou não eu estou lendo A República no momento.”; “Obcecado por Stephen Dedalus porque ele sou eu”). Ele também demonstra uma visão metalinguística e analítica sobre idiomas, chamando o grego antigo de “primeiro idioma tridimensional” que experienciou (“Eu acho que grego antigo foi o primeiro idioma tridimensional que eu experienciei [...] Grego é 3D.”), o que mostra reflexão abstrata e prazer em conceituar. Há, ainda, humor verbal e jogo de linguagem, como no comentário sobre “namorar com” implicar um “terceiro sujeito secreto” (“Único erro de português que verdadeiramente me incomoda é 'namorar com' porque implica um terceiro sujeito secreto ou até mais na sua relação”), típico de alguém que gosta de brincar com lógica e gramática. Mesmo quando fala de sofrimento, ele o transforma em reflexão e texto, se descrevendo como alguém cuja escrita "espalha a doença" (“Muito obrigado, eu adoro saber o que os meus textos evocam no outro. É muito importante pra mim. É como espalhar a minha doença”), o que reforça a identidade centrada em pensamento, linguagem e criação — o núcleo corvino por excelência.

Seu filme

Sua música
A combinação de erudição, ironia e erotismo caótico de @cogitomorrer casa muito com Veneno, que mistura vulnerabilidade e afronta. Eles vivem entre o trágico e o debochado, tipo quando dizem que morar no interior é ser pressionado a ser mais imbecil: “Morar no interior é tipo: você deveria se envergonhar de ser bonito e inteligente. Você deveria ser mais Imbecil. É rude ser esperto.”. Também há um erotismo intelectualizado, como em “Tudo o que existe no mundo é erótico. Exceto o sexo. Sexo é escrachado demais.” e no interesse pelas eróticas de Anaïs Nin: “Por onde começo a ler as eróticas de Anaïs Nin?”. Ao mesmo tempo, eles performam uma persona intensa e autoconsciente, quase performática, como quando dizem “Ontem um agregado (agora amigo) me chamou de 'APOTEÓTICO'” e que precisam de mais libertinagem: “Precisamos de mais libertinagem essa é a minha opinião.”. Essa mistura de queeridade, drama, ironia e desejo de exceder limites está inteira em Veneno, que soa como trilha perfeita para alguém que se descreve a partir de Telemaco, Derrida, Woolf e bacanais internos na neblina: “Os bacanais serão internos esse ano por motivos de força maior que é a Neblina”.

Seu destino de viagem no tempo

Seu videogame

Seu animal espiritual

Sua piada (não) engraçada

Seu superpoder

Seu melhor amigo fictício

Sua viagem dos sonhos

Sua carreira alternativa

Sua combinação com celebridade

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cogitomorrer
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