
Forças e Fraquezas

Seu personagem dos Simpsons
O perfil do Cormac lembra muito a Lisa Simpson: sensível, autocrítica, inteligente e constantemente meio deslocado. Ele demonstra forte ligação com arte e cultura, como quando se emociona no cinema em “Primeira vez que vou ao cinema para testar os óculos novos e não serviu de nada pois as lagrimas eram muitas... Hamnet não tinha o direito de usar essa música.” e quando fala de concertos e trilhas em “Preciso escutar esse concerto ao vivo antes morrer.”. Como a Lisa, ele tem um lado existencial e deprimido, bem explícito em “o pior de tudo é que eu realmente quero morrer” e em “tão estranho voltar a ter esses pensamentos agora esse ano tem sido bom apesar de tudo”. Também há um senso de injustiça/observação crítica do mundo em coisas cotidianas, tipo “Os ônibus que passam nos bairros da região metropolitana da fazenda rio grande são tão precários” e “Odeio todo mundo dessa empresa canalhas”, algo muito Lisa percebendo o absurdo em volta. Ao mesmo tempo, ele é afetuoso com amigos, família e cultura pop, mostrando um coração grande por trás do cinismo, como quando fala da irmã e de presentes em “A minha irmã simplesmente pagou 79 reais em um caixa de papelão e eu n sei o que falar” e do orgulho com música brasileira em “É um sentimento tão grande de pertercimento e orgulho ouvir uma música brasileira tão boa e pensar 'Isso é Brasil!'”.

Seu tipo de personalidade MBTI
Eles parecem claramente mais voltados para o mundo interior do que para socializar o tempo todo: falam muito de leituras, filmes e músicas, de forma sensível e introspectiva, como em “Past lives é um experiência..” e “Primeira vez que vou ao cinema para testar os óculos novos e não serviu de nada pois as lagrimas eram muitas...”, sugerindo I. A maneira como conectam tudo a sentimentos profundos, simbolismo e reflexões sobre a vida (“é bem a minha cara de ter prometido amor eterno pra alguém numa vida passada” em este tweet e o encanto com Past Lives, Hamnet, Normal People) indica foco em significados e padrões, típico de N. Nas decisões e desabafos, o critério é claramente emocional e de valores pessoais, como em “Não to falando que você ta errada [...] investi demais nesse quase algo..” e “É um sentimento tão grande de pertercimento e orgulho ouvir uma música brasileira tão boa e pensar 'Isso é Brasil!'”, o que aponta fortemente para F. A postura é mais caótica, improvisada e autoirônica do que estruturada: falas como “se eu não me matar nessa reta final to no lucro”, “esse ano eu tenho que virar o Harvey se ele fosse vendedor e não advogado” e a bio "Eu tento arrumar mas sempre fica assim" sugerem vida pouco planejada, compatível com P. Somando a sensibilidade artística (música, cinema, literatura), a intensidade emocional em tweets como “o pior de tudo é que eu realmente quero morrer” e a tendência a idealizar relações e experiências culturais, o tipo que mais encaixa é INFP.

Algumas cantadas para você

Seus 5 Emojis
Sua nova bio do Twitter
Leio Sally Rooney, choro em sessão de cinema e discuto shuffle do Spotify. Entre Suits, Breaking Bad e um capuccino duvidoso, vou vivendo.– @Cormac_Unknow

Seu coquetel exclusivo
Um drink forte, mas delicado, como alguém que sai do cinema em prantos porque “Hamnet não tinha o direito de usar essa música.”. A cachaça envelhecida representa o peso dos clássicos que ele abraça quando diz que “Realmente existe motivo para clássicos serem clássicos Ensaio sobre a cegueira é um ótimo exemplo disso”. O licor de café é a noite em claro ouvindo podcast de programação (“Dormi ouvido podcast de C++????”) e vendo séries como Breaking Bad e Suits. O xarope de flor de laranjeira traz o romantismo agridoce de alguém que ainda sente o impacto de filmes e quase-amores, como em “não falou pra mim que não podia? investi demais nesse quase algo..” e na devoção a Past Lives (“past lives é um experiência..”). O limão-siciliano corta o doce com a acidez dos dias em que ele diz “Odeio todo mundo dessa empresa canalhas” ou solta um “vsf tomara que morra” em pleno rage controlado (“Eu passei a semana toda mandando mensagem...”). Por cima, a espuma de capuccino é o toque irônico e visualmente dramático de quem recebe um “capuccino da forma mais gay possível” e ri da própria bagunça, completando um coquetel que é intenso como “esse é o melhor filme do século” e sincero como quando admite “o pior de tudo é que eu realmente quero morrer”, mas ainda assim continua brindando a vida.

Sua Casa de Hogwarts
Cormac mostra um interesse muito forte por conhecimento, análise e artes, o que combina bastante com a Ravenclaw. Ele gosta de discutir estrutura narrativa e estilo de escrita em detalhes, como quando comenta sobre Normal People: “Por que a autora de Normal People escreve desse jeito? cara, é muito estranho esse vai e volta na linha do tempo”, demonstrando atenção a forma e não só à história. Também há curiosidade técnica e vontade de aprender coisas mais complexas, como quando fala de Notion e código: “o notion tem um visual tão bom... mas mds como é difícil implementar qualquer coisinha nele esse código que eles usam é muito simples e limitado não dá pra fazer nada um pouquinho mais rebuscado pra automatizar” e quando diz que dormiu ouvindo podcast de programação: “Dormi ouvido podcast de C++????”. A relação intensa com cinema, séries e música também aparece de forma analítica, não só emocional: ele avalia atuações e expectativas em filmes como em Jungle Cruise com The Rock e Emily Blunt: “Assisti com expectativas totalmente baixas... Mas Cara que surpresa de filme Atuação ótima do Dwayne Johnson que finalmente se reinventa”. Embora tenha um lado ambicioso e ácido que poderia sugerir traços de Sonserina, o eixo central de sua personalidade online gira em torno de reflexão, crítica, consumo profundo de cultura e interesse intelectual, o que o coloca mais claramente na Ravenclaw.

Seu filme

Sua música
A combinação de autoironia, intensidade emocional e humor sombrio nas postagens lembra muito o tom melancólico, mas resistente de Nada Vai Me Machucar. Eles falam abertamente de sofrimento e cansaço, como em “o pior de tudo é que eu realmente quero morrer” e “pensei em me jogar da ponte mas não quero me afogar”, mas isso sempre vem misturado com sarcasmo e uma certa força por trás. Ao mesmo tempo, são muito sensíveis a arte e memória, chorando em filme com trilha marcante em “Primeira vez que vou ao cinema para testar os óculos novos e não serviu de nada pois as lagrimas eram muitas...” e se deixando afetar profundamente por livros como Saramago em “Realmente existe motivo para clássicos serem clássicos Ensaio sobre a cegueira é um ótimo exemplo disso”. A música da Fresno fala justamente de seguir em frente levando as cicatrizes, o que combina com o contraste entre tweets de desespero e momentos de alívio e alegria como “a vida é boa” e “o pior é que hoje foi legal”. Esse equilíbrio entre dor, drama e afeto, tudo narrado com um humor meio ácido, faz a faixa encaixar bem com o jeito que eles veem a própria vida.

Seu destino de viagem no tempo

Seu videogame

Seu animal espiritual

Sua piada (não) engraçada

Seu superpoder

Seu melhor amigo fictício

Sua viagem dos sonhos

Sua carreira alternativa

Sua combinação com celebridade

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Cormac_Unknow
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