
Forças e Fraquezas

Seu personagem dos Simpsons
A usuária lembra muito a Lisa Simpson porque vive num estado de hiperconsciência intelectual e emocional, misturando livros, filmes, jogos e filosofia com a própria vida, como em “essas discussões anti intelectual/performático e básico/alternativo são tão sem pé nem cabeça” e “'consumo' tudo de forma tão irresponsavelmente pessoal e intensa que devo estar me abusando de algum jeito”. Assim como a Lisa, ela sofre por pensar demais e se sentir deslocada, algo que aparece em “todo dia acordo com a necessidade ridícula de que me digam quem sou” e “imagine ficar tão autoconsciente a ponto de adoecer, imagine...”. Há também uma busca constante por sentido, arte e estudo – xadrez, literatura russa, tarot, análise, espiritualidade –, como em “4 horas de xadrez e anais nin no carro voltando para casa” e “quero fazer análise”. Ao mesmo tempo, ela combina um certo melodrama existencial e senso de inadequação, que ecoa o lado mais sensível e angustiado da Lisa, em tweets como “eu só mereço a agonia eterna mesmo Jesus” e “minha habilidade de inventar sofrimento consegue ser impressionante”.

Seu tipo de personalidade MBTI
Eles parecem claramente mais voltados para dentro do que para fora: falam muito de sonhos, pensamentos e crises internas, por exemplo em “acho que tenho mais lembranças de sonhos, livros e filmes que memórias reais” e “ninguém na praia sabe que eu tenho um conjunto de simbolismos pessoais irracionais inconsistentes e puramente emocionais que ditam todas as minhas ações”, o que sugere I. A escrita é carregada de metáforas, símbolos e associações, como em “já não faz mais sentido me perguntar se isso ou aquilo é 'normal' se tudo o que eu enxergo é uma analogia irracional” e “o que será que acaba quando os símbolos se estilhaçam”, indicando foco em possibilidades e significados abstratos, típico de N. As decisões e percepções são extremamente emocionais e subjetivas – vê o mundo por um prisma afetivo, como em “eu pensei em dizer que qualquer coisa me destrói mas são coisas especiais PORÉM insignificantes que me destroem” e “todo dia acordo com a necessidade ridícula de que me digam quem sou”, reforçando F. A relação com compromissos, rotina e identidade soa caótica, oscilante, pouco estruturada – “minha habilidade de inventar sofrimento consegue ser impressionante”, “oscilando entre iluminações e uma temporada no inferno” e “eu QUASE consegui discernir um núcleo coerente da minha personalidade mas morri de medo quando vi” sugerem um estilo mais aberto, exploratório e menos planejado, típico de P. Somando introversão intensa, imaginação simbólica, centralidade das emoções e vida interna pouco estruturada, o tipo que melhor encaixa é INFP.

Algumas cantadas para você

Seus 5 Emojis
Sua nova bio do Twitter
leitora de baralhos, xadrez e clarice; estudei demais pra saber que não sei nada. uma vez quase mudei de vida por causa de um corte de cabelo.– @corpodefolhas

Seu coquetel exclusivo
Um coquetel meio anjo, meio colapso, inspirado em alguém que vive “oscilando entre iluminações e uma temporada no inferno”. O gin seco com casca de laranja queimada traz a melancolia intensa de quem diz “quero morrer”, mas ainda assim segue escrevendo porque “escrever é tão bom eu tenho asinhas de anjo por alguns minutos”. O chá gelado de pêssego e manga homenageia a candura sensível de quem declara que “pêssego uva e manga melhores frutas existentes”, equilibrando o drama com doçura. O xarope de gengibre, lembrando a “bala esquisita de gengibre”, traz aquela estranheza sinestésica de mente superassociativa que vê símbolos em tudo e se pergunta “o que será que acaba quando os símbolos se estilhaçam”. A espuma de água tônica com limão adiciona o amarguinho da hiperconsciência de quem confessa “todo dia acordo com a necessidade ridícula de que me digam quem sou”, enquanto o bitter de cacau fecha com um fundinho denso e literário, digno de quem passa férias entre xadrez, Twin Peaks e “quando o sofrimento chega em seu pináculo e te obriga a voltar a criar”.

Sua Casa de Hogwarts
A conta respira reflexão, símbolos e análise interna, o que aponta fortemente para Ravenclaw. Ela demonstra um apego intenso ao pensamento e à linguagem, como em “escrever é tão bom eu tenho asinhas de anjo por alguns minutos” e “'consumo' tudo de forma tão irresponsavelmente pessoal e intensa que devo estar me abusando de algum jeito”, mostrando uma mente que pensa sobre como pensa. Há um amor explícito pelo estudo e pela teoria – tanto em coisas formais quanto esotéricas – em tweets como “nem estudar xadrez por 9h me deu tanta dor de cabeça quanto pensar em trabalhar por uns 30 segundos”, “acho engraçado, às vezes me pego raciocinando coisas simples visualmente num tabuleiro de xadrez” e “essas discussões anti intelectual/performático e básico/alternativo são tão sem pé nem cabeça”. A curiosidade e o referencial cultural denso reforçam isso: ela cita Bhagavad Gita em “pior timing possível para ler bhagavad gita”, autores como Anaïs Nin em “4 horas de xadrez e anais nin no carro voltando para casa”, Dostoiévski em “oscilando entre myshkin e galatea” e Clarice em “era a barata de G.H meu deusssss eu vou me matar”. Ela pensa a própria identidade e normalidade de modo quase filosófico, como em “todo dia acordo com a necessidade ridícula de que me digam quem sou” e “já não faz mais sentido me perguntar se isso ou aquilo é 'normal' se tudo o que eu enxergo é uma analogia irracional”, o que é bem típico de uma Ravenclaw extremamente introspectiva. Não há foco em ambição (Sons of Slytherin) nem em bravura prática (Gryffindor), e o esforço que aparece é mais intelectual/estético do que de trabalho braçal ou comunitário, o que afasta Hufflepuff e torna Ravenclaw a casa mais coerente.

Seu filme

Sua música
Acho que a música que mais combina com @corpodefolhas é The Perfect Girl, do Mareux, pela mistura de melancolia, romantização da própria dor e uma estética meio onírica e deslocada. Ela vive entre personagens e símbolos, como em “acho que tenho mais lembranças de sonhos, livros e filmes que memórias reais” e “ninguém na praia sabe que eu tenho um conjunto de simbolismos pessoais irracionais inconsistentes e puramente emocionais que ditam todas as minhas ações”, o que casa com o clima de devaneio distante da música. Ao mesmo tempo, há um desejo por reconhecimento e um autoquestionamento constante, visível em “todo dia acordo com a necessidade ridícula de que me digam quem sou” e “eu QUASE consegui discernir um núcleo coerente da minha personalidade mas morri de medo quando vi”, que se encaixa bem na letra obsessiva e idealizada de The Perfect Girl. A oscilação entre colapso e fascínio, como em “oscilando entre iluminações e uma temporada no inferno” e “quando o sofrimento chega em seu pináculo e te obriga a voltar a criar”, também ecoa o tom da música: uma espécie de romantização sombria do próprio sofrimento e da própria imagem.

Seu destino de viagem no tempo

Seu videogame

Seu animal espiritual

Sua piada (não) engraçada

Seu superpoder

Seu melhor amigo fictício

Sua viagem dos sonhos

Sua carreira alternativa

Sua combinação com celebridade

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corpodefolhas
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