
Forças e Fraquezas

Seu personagem dos Simpsons
A persona de @Corpse_Vicky lembra muito a Lisa Simpson: crítica, consciente de questões sociais e frequentemente exausta da mediocridade alheia. Assim como a Lisa, elx se incomoda com injustiças e estereótipos, como quando desabafa sobre ser reduzide a gênero e projeções dos outros em “Odeio que me resumam a vontades convencionais, esteriótipos de um gênero que não é o meu, inseguranças alheias e suposições.” e quando denuncia o racismo em “Mais uma vez o babu sendo taxado de agressivo só por ser preto, imoral que ela não vá tomar punição alguma”. Há também um lado filosófico e melancólico bem lisa-like em posts como “meio Eclesiastes das ideia” e “é depreciativo ser a pessoa que tem que quebrar o ciclo.”. Ao mesmo tempo, elx é muito apaixonade pelas coisas que gosta – cultura pop, música, games e fandoms – o que aparece em vários comentários sobre séries, skins de jogo e playlists, refletindo o jeito intenso e nerd da Lisa quando se envolve com um tema. Mesmo soando cansade do mundo, ainda demonstra um senso de justiça forte e o desejo de mudança, exatamente como a personagem.

Seu tipo de personalidade MBTI
Eles parecem mais introvertidos (I) do que extrovertidos: falam muito de sentimentos internos e de se sentir deslocade, como em “a sensação que eu sinto em todo lugar” e “as coisas seriam mais fáceis se eu fosse uma pessoa tão ruim quanto antes”, e não de uma vida social muito expansiva. Há forte traço de intuição (N): refletem sobre padrões, injustiças e significados, por exemplo em “é depreciativo ser a pessoa que tem que quebrar o ciclo.” e “O pior passo é sempre o próximo.”, que são bem abstratos e existenciais. A preferência por sentimento (F) é clara na ênfase em identidade, acolhimento e injustiça social, como em “Odeio que me resumam a vontades convencionais, esteriótipos de um gênero que não é o meu…” e em “Mais uma vez o babu sendo taxado de agressivo só por ser preto, imoral que ela não vá tomar punição alguma”, onde a reação é principalmente ética e emocional. No eixo J vs P, eles parecem mais perceptivos (P): os tweets são espontâneos, reativos ao momento (reality show, jogos, polêmicas), falando de desejos imediatos como “preciso de dois piercings urgentemente” e frustrações do dia a dia, sem grande foco em planejamento ou estrutura. O tom geral mistura vulnerabilidade, senso de causa e humor ácido, o que se alinha bastante com o arquétipo de INFP engajade em questões de identidade e justiça, mas ainda muito centrade no próprio mundo interno.

Algumas cantadas para você

Seus 5 Emojis
Sua nova bio do Twitter
Metade vampiro, metade análise de reality show. Baixista frustrado, trans enby e crítico de fandoms – uma criança já perguntou se eu era DLC.– @Corpse_Vicky

Seu coquetel exclusivo
O Dhampir no Mosh de Akumajō é um drink escuro e intenso, meio noite em cemitério, meio pista de show lotada – porque entre Akumajō Dracula e mosh, tua estética já tá dada (“Location: Akumajō Dracula” e “Se tu tem que usar isso o teu lugar não é o mosh”). A vodka preta traz a vibe soturna, alt e meio vampírica do nick Corpse + dhampir, enquanto o licor de café representa o cansaço e a sobrecarga com tudo ruindo aos poucos (“Tudo ruindo aos poucos” e “O único que realmente aumentou foi o café btw”). O xarope de frutas vermelhas é o sangue simbólico e apaixonado que aparece no 💍 com @sancrfangs e nas tretas que você compra pela sua comunidade (“💍✟ @sancrfangs” e “Vivem de criar guerra dentro da comunidade…”). O limão siciliano entra como acidez necessária pra falar das injustiças e do racismo estrutural sem dó (“Mais uma vez o babu sendo taxado de agressivo só por ser preto, imoral que ela não vá tomar punição alguma”). Por cima, uma espuma leve de água de rosas é a parte sensível, enby, vulnerável, que odeia ser reduzida a estereótipos e sente o peso de ter que quebrar o ciclo (“Odeio que me resumam a vontades convencionais…” e “é depreciativo ser a pessoa que tem que quebrar o ciclo.”). É um coquetel forte, doce-amargo e dramático: só existe briga com ele se tu passar dois dias sem tomar um gole (“só existe briga com meu amor se ficarmos 2 dias ou mais sem transar”).

Sua Casa de Hogwarts
O jeito como a Vicky confronta injustiças e hipocrisia tem um tom incisivo, estratégico e pouco preocupado em ser “agradável”, o que combina muito com Slytherin. Quando comenta o racismo contra o Babu, ela é direta e punitiva: “Mais uma vez o babu sendo taxado de agressivo só por ser preto, imoral que ela não vá tomar punição alguma” – não é só empatia, é uma exigência dura de consequência, típica de quem pensa em termos de poder e retribuição. Em outro momento, parte para um ataque bem ácido contra um homem cis se metendo em pautas trans: “No final, a diferença de vocês pra um membro do MBL é que vcs não escondem que dão a bunda.”, mostrando uma agressividade verbal calculada e disposição de comprar briga pública. Também aparece uma sensibilidade à própria imagem e posição social, como quando reclama de ser reduzide a estereótipos de gênero: “Odeio que me resumam a vontades convencionais, esteriótipos de um gênero que não é o meu...”, o que sugere uma forte noção de identidade e preservação de si. Até no humor tem esse viés de intensidade e desejo, como em “só existe briga com meu amor se ficarmos 2 dias ou mais sem transar”, que transmite uma personalidade intensa, passional e pouco contida. No conjunto, ela soa mais como alguém ambiciosa em manter seu lugar, combativa, afiada e guiada por orgulho e autopreservação do que como o perfil clássico de Gryffindor, Hufflepuff ou Ravenclaw.

Seu filme

Sua música
Acho que a música que mais combina com @Corpse_Vicky é É Proibido Fumar na versão da Fresno, porque traz essa mistura de melancolia emo, ironia e intensidade afetiva que aparece muito no jeito que elu fala das coisas. Elu é claramente do universo emo/alt, citando direto a banda em “aql música da Fresno” e se conectando com um imaginário de underdog e dor existencial em posts como “as coisas seriam mais fáceis se eu fosse uma pessoa tão ruim quanto antes” e “é depreciativo ser a pessoa que tem que quebrar o ciclo.”. A letra fala de desejo, autossabotagem e de um certo caos afetivo, o que conversa com o jeito intenso e carnal com que elu fala de relações, como em “só existe briga com meu amor se ficarmos 2 dias ou mais sem transar”. Ao mesmo tempo, há uma crítica de mundo e um incômodo constante com padrões e injustiças — algo que aparece tanto nas questões de gênero em “Odeio que me resumam a vontades convencionais, esteriótipos de um gênero que não é o meu” quanto nas críticas sociais em “Mais uma vez o babu sendo taxado de agressivo só por ser preto”. Tudo isso cria um clima de quem vive entre o deboche e o colapso, rindo e xingando enquanto tudo desaba, bem no espírito de “Tudo ruindo aos poucos”.

Seu destino de viagem no tempo

Seu videogame

Seu animal espiritual

Sua piada (não) engraçada

Seu superpoder

Seu melhor amigo fictício

Sua viagem dos sonhos

Sua carreira alternativa

Sua combinação com celebridade

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Corpse_Vicky
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