
Forças e Fraquezas

Seu personagem dos Simpsons
A melhor combinação para elu é a Lisa Simpson: nerd, engajadíssima politicamente, cheia de ansiedade existencial e ainda assim super afetuosa. Assim como a Lisa, elu é muito ligado a estudos e teoria, tipo quando fala de teoria queer e letras/unicamp em tweets como “opiniões de quem leu 5 páginas de teoria queer e quer falar sobre” e “segundo ano de estudos literários 🖤”. A veia política e queer lembra a Lisa ativista: elu se identifica com estudos literários, transição hormonal e Palestina, como em “🇵🇸 LIVRE” e “coisas que estou animado em começar a T [...] caminho da felicidade”. Também há a sensibilidade meio triste/meio ácida à la Lisa, em momentos como “queria ter nascido em uma família que soubesse o que fazer comigo” e “casa dos pais + doente + menstruado + misgender + deadnaming”. Ao mesmo tempo, o humor esquisito, intelectual e muito específico – vampiros, teoria queer, cinema, literatura – encaixa bem com a vibe da Lisa adulta alternativa, como se vê em “meus calouros descobrindo que eu sou maluco dodoi obcecado por vampiros” e “os dois filmes que mais ficaram na minha mente em 2025 foram mulholland drive e queer”.

Seu tipo de personalidade MBTI
Eles parecem claramente mais extrovertidos (E) do que reservados: falam de bares, festas, calouradas, flertes e beijar gente o tempo todo, como em “segunda (terceira?) vez que tentaram me beijar para fazer ciúmes no namorade monogâmico” e “animado p ir em um dos bares mais insalubres de campinas amanhã”, e demonstram prazer em estar rodeado de amigos e calouros, como em “tô genuinamente muito emocionado de ver os primeiros calouros do iel aparecendo”. A preferência por Intuição (N) aparece na forma como pensam em termos de conceitos, metáforas e teoria, por exemplo em “opiniões de quem leu 5 páginas de teoria queer e quer falar sobre” e quando analisam mídia e gênero em “querendo ser aquele amigo muito woke mas sinto que o motivo de yaoi ser muito mais famoso que yuri...”, indo além do concreto para padrões e causas. A forte ênfase em emoções, carinho, cuidado com amigos e bichos, e dores afetivas indica Feeling (F): eles falam de amor pelos amigos em “cabem um bilhao de metros quadrados de amor por meus amigos”, de se emocionar com calouros e shows em “ter escutado hold on till may ao vivo foi tão importante para mim, chorei e gritei igual criança” e de sofrimento com família, misgender e luto em “casa dos pais + doente + menstruado + misgender + deadnaming...”. Já a preferência por Perceiving (P) aparece na espontaneidade, vida caótica e pouca ênfase em planejamento rígido: falam de faltar lugar pra morar em “vou perder a cabeça procurando lugar pra morar em bg”, de fazer artesanato e costura em surtos de inspiração em “a falta de uma máquina de costura nunca vai me parar nas 9h de inspiração que me v3em uma vez ao mês” e de rotina bagunçada de sono/trabalho em “trabalhei 8 horas e dormi 4... isso não é vida não”. Somando extroversão social, foco em ideias e cultura, tomada de decisão emocional e estilo solto e improvisado, o tipo que melhor se encaixa é ENFP.

Algumas cantadas para você

Seus 5 Emojis
Sua nova bio do Twitter
literatossexual em Barão Geraldo, faz pão, costura, orienta calouros e discute teoria queer; uma vez me confundiram com o conde Drácula no IEL– @count_faggul4

Seu coquetel exclusivo
O Corote Transsexual Transylvania nasce do estudante fudido que toma corote pra caber no orçamento, então a base não podia ser outra além do corote gelado, em honra ao tweet: “dia 302719 de janeiro: tomando corote em honra aos meus dias adolescentes/calouro pq é o que cabe no orçamento”. A vodka artesanal infusionada é a encarnação do artesão-vampiro DIY, que faz até a própria T em casa: “estou fazendo coisas absurdas com uma linha e agulha a falta de uma máquina de costura nunca vai me parar nas 9h de inspiração…” e “levei tão a sério o papo de ser artesão que tô fazendo minha transição hormonal diy...”. O licor de cassis escuro representa o vampiro sedento que acende cigarro na mesa do bar e nunca para de servir: “seu namorado vampiro que não para de servir mesmo acendendo o cigarro na mesa do bar”. A borrifada cítrica é o surto ansioso e elétrico de quem está “arranhando as paredes correndo pelo teto”: “eu tô arranhando as paredes correndo pelo teto soltando uivos de ansiedade…”. Já o glitter preto na borda é o cintilar queer-gótico de Barão Geraldo, da moda sapatop e da persona vampiro sensual que serve kilos de cunt: “ontem eu y meu ficunty sendo chamados de o casal mais vampiro do bar gótico nois nem ama servir né” e “começou a tocar depeche mode eu pisquei e tô todo de couro em fetish gear virei bissexual e nao binário e meu cunt factor aumentou em 150%”.

Sua Casa de Hogwarts
Elu respira estudo, leitura e reflexão – isso é muito característico de Corvinal. Faz graduação em Estudos Literários na Unicamp e fala com carinho do curso e dos calouros, como em “segundo ano de estudos literários 🖤” e “tô genuinamente muito emocionado de ver os primeiros calouros do iel aparecendo, é tão lindo a alegria delus de ver que passaram :))”. Também demonstra amor por teoria e análise crítica, como em “opiniões de quem leu 5 páginas de teoria queer e quer falar sobre” e quando reclama, de modo bastante analítico, da misoginia em narrativas ao discutir yaoi/yuri em “querendo ser aquele amigo muito woke mas sinto que o motivo de yaoi ser muito mais famoso que yuri...”. A dedicação a trabalhos acadêmicos – mesmo sofridos, como em “você sabe que tá fazendo o trabalho de lit clássica direito quando você passa mais tempo lendo artigos sobre o incesto e violência sexual do que os textos literários em si” – reforça a mente curiosa e nerd típica de Corvinal, algo que elu mesmo reconhece em “lembrando que eu era a criança MAIS nerd do mundo”. Além disso, a criatividade aparece em várias frentes: costura, artesanato e experimentações estéticas, como em “estou fazendo coisas absurdas com uma linha e agulha...” e “pintando meu cabelo colorido...”. Há traços de Lufa-Lufa (carinho pelos amigos em “cabem um bilhao de metros quadrados de amor por meus amigos”), mas o eixo central da personalidade online é claramente o intelecto, a nerdice e a análise – o que encaixa elu melhor em Corvinal.

Seu filme

Sua música
A música Vampire combina com elu tanto pelo imaginário quanto pelo drama afetivo assumidamente caótico. No perfil e nos tweets, elu performa essa persona vampírica e sedutora, como em “seu namorado vampiro que não para de servir mesmo acendendo o cigarro na mesa do bar” e “aparentemente sou o conde drácula (?)”. Ao mesmo tempo, há toda uma estética noturna, queer e meio autodepreciativa, como em “segunda (terceira?) vez que tentaram me beijar para fazer ciúmes no namorade monogâmico” e “como pode eu ser a maior isca de mulher e não binário maluco do mundo”, o que dialoga com a letra sobre relações intensas, confusas e meio exploratórias. A mistura de vulnerabilidade, raiva e ironia da música conversa com tweets como “queria ter nascido em uma família que soubesse o que fazer comigo” e “casa dos pais + doente + menstruado + misgender + deadnaming (...)”. E, claro, o fato de elu se definir literalmente como vampiro em “estudante fudido de dia, artesão nas horas vagas e vampiro de noite” torna Vampire quase um tema oficial da própria narrativa de gênero e drama da vida dele.

Seu destino de viagem no tempo

Seu videogame

Seu animal espiritual

Sua piada (não) engraçada

Seu superpoder

Seu melhor amigo fictício

Sua viagem dos sonhos

Sua carreira alternativa

Sua combinação com celebridade

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