
Forças e Fraquezas

Seu personagem dos Simpsons
O Marinho parece uma versão mais velha, cínica e metaleira da Lisa Simpson: super intelectualizado, cheio de referência filosófica e política, mas também constantemente angustiado. Ele vive falando de estudos e teoria, tipo quando comenta Kant em “Kant tá me dando uma dor de cabeça do carai slk”, Foucault em “Eu quando li 2 páginas de Foucault” e Becker em “Eu quando li Becker e peguei a ideia de sujeito desviante”, o que combina com a vibe nerd da Lisa. Assim como ela, ele tem preocupação social e política, como em “Nos últimos anos com a ascensão da extrema direita, vivemos num eterno retorno de barbárie” e nas reflexões sobre cultura e violência em “há uma diferença ENORME entre matar um animal pelo sadismo puro [...] e matar um bicho por questões da ordem simbólica de determinada cultura”. Ao mesmo tempo, mostra uma sensibilidade melancólica e crise existencial muito fortes, como em “eu agora sou um adulto que não sabe o que quer da vida e que chora quase toda noite” e “2 dias seguidos reservando as noites pra chorar”, o que lembra a solidão da Lisa por ser ‘diferente’ dos outros. Até os pequenos prazeres contemplativos, tipo “um casal de canários voando no jardim dos meus avós” e “Os pardais entrando em casa q bonitinhos”, reforçam essa mistura de intelectualidade, sensibilidade e deslocamento típico da personagem.

Seu tipo de personalidade MBTI
Eles aparentam ser mais voltados para dentro do que para fora: apesar de comentarem sobre rolês e underground, falam muito de leituras solitárias e crises internas, como em “Não vou desistir de uma graduação que já fiz 50% (mesmo que não goste dela) mas eu queria pelo menos estar em um lugar melhor. Eu sempre vivo pelos outros e nunca por mim mesmo, eu agora sou um adulto que não sabe o que quer da vida e que chora quase toda noite”, o que indica I. Há forte foco em ideias, teoria e abstrações — filosofia, psicologia, política, estética — em posts como “Nos últimos anos com a ascensão da extrema direita, vivemos num eterno retorno de barbárie” e “Alguém do filott pode recomendar alguns textos de estética??? Vão ser necessários pro meu projeto”, sugerindo N. A forma de argumentar tende a ser analítica e distanciada, por exemplo em “Opinando do ponto de vista de alguém que não tem religião: há uma diferença ENORME entre matar um animal pelo sadismo puro [...] e matar um bicho por questões da ordem simbólica de determinada cultura”, o que aponta para preferência por T. Ao mesmo tempo, eles demonstram bastante oscilação, procrastinação e falta de estrutura rígida — falando de choros noturnos, stress e vícios, como em “Não ironicamente eu só fumo em situações de estresse elevado, o foda é que nos últimos 2 meses eu me estresso quase todo dia” — o que combina mais com um estilo P do que com organização planejada de J. O interesse intenso por teorias complexas (Foucault, Lacan, Kant, curso de estética do Hegel), mostrado em “Ainda preciso ler o curso de estética do Hegel, fodi me?” e “Vontade de ler Lacan do crl”, junto com o humor autodepreciativo e irônico, reforça o perfil de um INTP: intelectual, questionador, um pouco caótico e muito centrado em ideias.

Algumas cantadas para você

Seus 5 Emojis
Sua nova bio do Twitter
Psicologia UFF, pesquisa, vinis e caos acadêmico. Um dia larguei o cigarro pra economizar pra tatuagem e até hoje tô escolhendo o desenho.– @cr4zy_train

Seu coquetel exclusivo
A cachaça envelhecida forte é a base alcoólica pesada, porque quem manda “Tu sabe que é alcoolismo quando [...] da uma vontade satânica de beber” “Tu sabe que é alcoolismo quando são 23:11 você tá esboçando seu projeto de extensão e da uma vontade satânica de beber” não tá de brincadeira. O licor de café amargo representa as madrugadas estudando Kant, Foucault e Becker, sempre reclamando intelectualmente da vida: “Kant tá me dando uma dor de cabeça do carai slk” e “Eu quando li Becker e peguei a ideia de sujeito desviante”. O xarope de hibisco traz um vermelho intenso, meio dramático, pra combinar com o black metal, o Darkthrone e a misantropia poética de versos como “A noite fria é de misantropia”. A espuma leve de cerveja lager é o respiro irônico-headbanger, aquele humor que aparece quando ele fala de filosofia como “doidinhos do bairro” “Um pedaço enorme da filosofia francesa é um compilado de doidinhos do bairro” e zomba de tudo ao redor. O twist de limão queimado dá a acidez triste e marcada pelo fogo, lembrando os surtos de crise existencial e noites chorando sobre não saber o que quer da vida “eu agora sou um adulto que não sabe o que quer da vida e que chora quase toda noite”, mas ainda assim encarando tudo no estilo Gotham City, cigarro na mão e livro embaixo do braço.

Sua Casa de Hogwarts
O perfil do Marinho respira curiosidade intelectual e amor ao estudo teórico, típico de Ravenclaw. Ele vive mencionando leituras complexas por conta própria, como quando fala de Platão e a República em “Praia, cerveja e Livro VIII da República”, reclama de Kant em “Kant tá me dando uma dor de cabeça do carai slk” e se preocupa em ler o curso de estética do Hegel em “Ainda preciso ler o curso de estética do Hegel, fodi me?”. Há também um interesse consistente em teoria e pesquisa: ele se empolga com projeto de pesquisa e etnografia em “Caso a reunião de quarta feira tenha bons frutos, meu projeto de pesquisa vai estourar de bom!!!!” e “HYPANDO MUITO A POSSÍVEL ETNOGRAFIA PQPPPPP”. A maneira como cita autores (Nietzsche, Foucault, Freud, Lacan, Becker, DaMatta, Zizek), como em “Eu quando li Becker e peguei a ideia de sujeito desviante” e “Vontade de ler Lacan do crl”, mostra prazer genuíno em teoria abstrata e discussão conceitual. Mesmo o sofrimento com a faculdade é narrado em termos reflexivos e analíticos, como em “Não vou desistir de uma graduação que já fiz 50% [...] eu agora sou um adulto que não sabe o que quer da vida”, o que reforça esse traço introspectivo e contemplativo. O humor irônico, as referências filosóficas constantes e o entusiasmo por livros e projetos de pesquisa formam um conjunto muito mais alinhado à sabedoria, curiosidade e mente analítica de um ravenclaw do que ao estilo heroico de Gryffindor, à doçura centrada no outro de Hufflepuff ou à ambição estratégica típica de Slytherin.

Seu filme

Sua música
A música Transilvanian Hunger combina com o Marinho porque junta misantropia, noite fria e culto ao black metal, tudo muito presente no jeitão dele. Ele mesmo se mostra devoto dessa estética quando diz “Transilvanian sempre” e acompanha treta de banda nacional em “Essa briga no cenário do Black Metal Brasileiro entre Carniçal x Velho tá mt boa de acompanhar”. A vibe solitária e sombria da música conversa com versos que ele escreve, como em “A noite fria é de misantropia / Os cães uivam alto mas ninguém pode ouvir”. Além disso, o fato de ele pausar bebida e cigarro para comprar “o vinil do Darkthrone” em “Oficialmente dando um pause na bebida e no cigarro. Por saúde? Não, economizar pra tatuagem e pro vinil do Darkthrone” mostra que essa banda é literalmente prioridade na vida dele, o que torna a música um retrato fiel da sua identidade.

Seu destino de viagem no tempo

Seu videogame

Seu animal espiritual

Sua piada (não) engraçada

Seu superpoder

Seu melhor amigo fictício

Sua viagem dos sonhos

Sua carreira alternativa

Sua combinação com celebridade

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